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Acima de tudo, cultura geral
Também não esperava que o desfecho fosse aquele qu...
Ups correu mal ;)
Taça dos Campeoes Europeus do ano 1962: Senhor Col...
totalmente de acordo... Não foi um grande jogo, ma...
Quanto às forças armadas, policiais, magistrados, ...
O ataque colectivo consiste em lotar o Facebook com este tipo de material. Ao passo que é uma tomada mundial, o grupo espera tornar impossível a moderação de todo o conteúdo na rede social.
A operação está marcada para o dia 6 de Abril a partir da 01:00 horas e deve durar 24 horas. A data escolhida relaciona-se com outros movimentos sociais. Foi o dia em que Mahatma Ghandi convocou o povo indiano à luta pacífica contra a Grã-Bretanha. Anos depois a data também marcaria o início da sedição popular egípcia.
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Os especialistas foram rápidos a classificar este ataque como o maior de sempre à infraestrutura da Internet e os efeitos fazem-se sentir no acesso a diversos serviços e sites web, escreve o jornal The New York Times.
"Este é o maior dataque DDoS anunciado publicamente na história da Internet", afirmou ao jornal Patrick Gilmore, chief architect da Akamai Networks, uma empresa que faz o acompanhamento do tráfego na rede e que hoje regista um crescimento de 142% no número de ataques detetados.
Para além da lentidão no acesso a páginas web, os técnicos responsáveis pela gestão da rede a nível global mostram preocupação com a escalada dos ataques, que estão a subir de intensidade e que podem vir a tornar inacessíveis serviços considerados básicos, como email ou homebanking.
Os ataques são dirigidos ao sistema de resolução de nomes na Internet (DNS - Domain Name System) e foram já relatados na semana passada por uma empresa de segurança norte-americana. O método usado pelos atacantes é o denial of service, DDoS, e segundo a mesma fonte estão a atingir picos de magnitude, crescendo para 300 mil milhões por segundo.
Os ataques terão tido origem numa disputa entre a Spamhaus - uma organização que regista entidades envolvidas no envio de spam - e uma empresa holandesa de alojamento, a Cyberbunker. A Spamhaus adicionou a Cyberbunker à sua lista negra e esta terá retaliado com ataques DDoS, que têm um efeito mais lato do que o objetivo inicial de evitar que a Spamhouse distribuísse a sua lista.
A Cyberbunker conta a sua versão da história no seu site, mas nunca admite ser a origem dos ataques.
A BBC escreve que há cinco grupos de combate ao cibercrime de diferentes países a investigar os ataques e cita os responsáveis da Spamhouse, que afirmam estar a combater o ataque há mais de uma semana, com sucesso, mantendo os seus mais de 80 servidores a funcionar.
Mas este foi classificado pelos responsáveis da Spamhaus como um ataque de "uma dimensão sem precedentes", embora estejam habituados a retaliações em modelos semelhantes de serviços que são colocados na lista negra.
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A Internet poderá ficar inacessível em mais de 350 mil computadores em todo o mundo, segundo o alerta do FBI, no seguimento do vírus DNS Charger.
Do total dos PC que serão alvo desta operação do FBI, 85 mil estão localizados nos EUA, tendo inclusive chegado às máquinas da Nasa.
A razão deste “apagão” é o vírus DNS Changer, criado por “hackers” para redireccionar o tráfego da internet, em 2007. Os vírus são programados para redireccionar o tráfego de Internet para servidores DNS, que distribuem o tráfego da Internet, controlados por criminosos, segundo o FBI.
O vírus foi criado em 2007 e descoberto há algum tempo, mas só em Novembro último as autoridades conseguiram uma ordem judicial para que o FBI pudesse substituir os servidores, de modo a normalizar o tráfego mesmo nos computadores infectados. E essa ordem expira nesta segunda-feira.
Assim, o FBI tem até hoje para substituir os servidores afectados, tentando assim eliminar o problema.
A operação denominada 'Ghost Click' já levou à apreensão de seis estonianos acusados de fraude, após terem infectados centenas de milhares de computadores em todo mundo com o código malicioso nomeado 'DNS Changer', segundo explicou a agência Efe.
Os "hackers" (piratas informáticos) utilizaram esse acesso para manipular a publicidade na rede, com o que ganharam até 14 milhões de dólares em receitas ilegais, de acordo com os dados do FBI, citados pela mesma agência.
Os sites especializados chegaram mesmo a dizer que há risco de “apagão” na Internet durante o dia de hoje, mas especialistas consultados pela agência Reuters, asseguram que apenas um pequeno número dos computadores está em risco, e que os ISP estarão atentos para restaurar rapidamente o serviço em caso de problemas.
Os utilizadores podem verificar se o seu PC está infectado através de um teste no site http://www.dcwg.org
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FBI vai desligar milhares de servidores para erradicar o vírus DNSChanger, que está presente em seis mil computadores do Brasil
Usuários com máquinas infectadas pelo malware DNSChanger devem ficar atentos: na próxima segunda-feira (09/07), o FBI vai desligar os servidores que disponibilizam internet para esses PCs contaminados em um apagão mundial.
O DNSChanger é um vírus que modifica as configurações de DNS dos computadores (Windows ou Mac OS X) e redireciona páginas e resultados de pesquisas dos usuários para sites infectados ou de origem maliciosa. Ele também bloqueia o acesso a links que possam oferecer soluções para limpar a máquina dessa ameaça.
Em novembro de 2011, autoridades americanas prenderam seis homens na Estônia pela criação e disseminação do DNSChanger. Segundo o próprio FBI, o malware atinge computadores em mais de 100 países, incluindo meio milhão de PCs nos Estados Unidos e seis mil no Brasil.
Eles não param, por isso estejam atentos às vossas caixas de correio electrónicas, pois podem encontrar um phishing, cujo objectivo é recolher dados pessoais.
Assim sendo, caso tenha o e-mail em causa, alerta-se para a eliminação imediata do mesmo, sem qualquer outra acção.
Este é um “print” do e-mail em causa
O Brasil é o sexto país que mais contribui para a disseminação de spam no mundo. A região é responsável pelo envio de 4,3% de todas as mensagens indevidas, de acordo com levantamento trimestral realizado pela Sophos.
Quem está na frente é a Índia, de onde saem quase um a cada 10 spams. Com índice de 9,3%, o país ultrapassou os Estados Unidos (8,3%), até então o líder.
Completam o top 10 Coreia do Sul (5,7%), Indonésia e Rússia (5%), Itália (4,9%), Brasil, Polônia (3,9%), Paquistão (3,3%), Vietnã (3,2%) e Taiwan (2,9%).
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O Portal do Governo manteve expostos dados sensíveis que podiam ser usados por hackers, para lançar ataques com trojans à rede que liga os ministérios portugueses. Este é um exclusivo Exame Informática.
A mensagem de erro que o Portal do Governo não deveria ter apresentado (Com alterações efetuadas pela Exame Informática, para evitar fuga de informação sensível)
No dia 2 de abril o Portal do Governo deixou de funcionar, para só voltar ao ativo no final do dia 4 de abril. Na altura, o Centro de Gestão da Rede Informática do Governo (CEGER) justificou a inoperância de dois dias com uma falha do sistema de redundância.
Mas nem tudo voltou a funcionar como devia e, pelo menos desde o dia 5 de abril, o serviço que suporta o Portal do Governo, começou a fornecer dados que podem ser explorados por hackers para atacar o Portal e, eventualmente, a rede que liga as várias entidades tuteladas pelo Governo.
Durante as duas semanas em causa, a informação que deveria estar escondida ficou disponível para todos os internautas que, por mero acaso ou com intenção, retirassem uma letra ao endereço que surge no browser, depois de se entrar no Portal do Governo.
A Kasperky anunciou nesta segunda-feira um novo malware voltado para usuários de Mac com grande potencial de infecção: o SabPub. Segundo a fabricante de antivírus, ao contrário do Flashback, que sequestra o tráfego de buscas e redireciona o usuário para servidores próprios com anúncios e infectou mais de 600 mil usuários, o SabPub é um trojan clássico, que pode abrir o sistema completo das vítimas para os atacantes. As informações são do site Mashable.
Para a Kaspersky, mesmo que o número de usuários infectados seja relativamente baixo, esse novo malware pode ser ainda mais perigoso que o Flahsback. "Em fevereiro, o SabPub estava explorando uma vulnerabilidade do Microsoft Word, que foi corrigida há muito tempo. A última versão do SabPub usa uma vulnerabilidade do Java para espalhar a infecção de forma mais eficaz, porque o Java é entregue através de uma unidade por download, que ocorre quando as pessoas clicam em URLs com malware por e-mail", afirma a fabricante de antivírus.
Segundo a empresa de segurança, o SabPub parece estar sendo usado para infectar uma lista específica de alvos, que não parece ser muito grande. A Kasperky afirma também que, embora os usuários de Mac pensem que estão a salvo de vírus, antes de 2012 havia cerca de 300 variantes de malware para Mac detectados. Somente nos últimos três meses, no entanto, mais de 70 identificados.
A Kaspersky alerta aos usuários para manterem o sistema da Apple com a versão mais recente da atualização de segurança do Mac.
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