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Há mão portuguesa no satélite que vai cartografar como nunca a nossa galáxia

Quinta-feira, 19.12.13

O satélite Gaia despediu-se do planeta Terra, passavam poucos minutos das nove horas da manhã. Nos próximos cinco anos tem como missão fazer um dos registos mais precisos sobre as estrelas que existem na Via Láctea.

 

A Agência Espacial Europeia enviou para o espaço um novo satélite que terá como missão recolher os dados mais precisos até à data sobre a posição das estrelas na Via Láctea. O lançamento aconteceu hoje, 19 de dezembro, passavam poucos minutos das nove da manhã de Lisboa.

O Gaia, como é conhecido, foi desenvolvido com a ajuda de algumas equipas de investigadores portugueses. O professor da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, André Moitinho de Almeida, é o coordenador do contributo nacional.

O investigador está a orientar o desenvolvimento de um sistema “que permitirá visualizar todos os dados do Gaia, para que qualquer cientista possa, com o seu computador pessoal, olhar e explorar o catálogo”, revelou o docente ao Público.

De Portugal também participam elementos da Universidade Nova de Lisboa, da Universidade de Coimbra e do Porto.

As estimativas são de que o Gaia venha a produzir um total de 100 terabytes de informação, mesmo não conseguindo recolher dados de todas as estrelas da Via Láctea. É que o satélite está programado para só conseguir registar elementos que produzam um determinado valor de brilho, o que vai deixar bastantes astros de fora.

O objetivo é conseguir determinar com uma precisão de quase 99% a posição das estrelas relativamente à Terra, a sua posição no contexto da Galáxia e tentar recolher elementos que permitam descobrir mais pistas sobre a formação do Universo.

Para isso o Gaia vai posicionar-se a cerca de 1,5 milhões de quilómetros da Terra, algures entre o “berlinde azul” e o planeta Marte, para depois recolher medições das estrelas circudantes. Ao todo serão perto de 70 mil milhões de observações para construir um mapa tridimensional da estrelas da Via Láctea.

 

 


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Publicado por Planeta Cultural às 11:36

Satélite que Brasil e China lançam amanhã melhorará vigilância da Amazônia

Domingo, 08.12.13

O CBERS-3, o satélite que Brasil e China lançarão ao espaço na madrugada desta segunda-feira, conta com novas e modernas câmeras de vigilância remota capazes de melhorar de forma significativa a observação do desmatamento da Amazônia.

 

Entre os equipamentos lançados pelos dois países como parte do Programa de Satélite Chinês-Brasileiro de Vigilância Remota (CBERS) estão quatro câmeras de última geração, sendo duas desenvolvidas no Brasil e outras duas na China, segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisa Espacial (INPE), responsável pelo projeto no país.

 

O novo satélite será transportado pelo foguete chinês Longa Marcha 4B, cujo lançamento está previsto para 1h26 de segunda-feira (em Brasília) na base espacial chinesa de Taiyuan, na província de Shanxi.

 

Após uma viagem de 12 minutos até 780 quilômetros de altitude, o CBERS-3 iniciará uma etapa de estabilização e de entrada em órbita, após a qual acionará seus equipamentos internos e começará os testes para graduar a qualidade das imagens que o Brasil vai disponibilizar gratuitamente na internet a partir de março.

 

Por meio do CBERS, um projeto de cooperação especial com duas décadas de história, Brasil e China desenvolveram e lançaram três satélites (CBERS-1, CBERS-2 e CBERS-2B), aos quais se somará amanhã o CBERS-3 para substituir o CBERS-2, colocado em órbita em outubro de 2003 e que deixou de funcionar em 2010.

 

Os dois países já iniciaram a construção do CBERS-4 e planejam lançá-lo em dois anos.

 

O CBERS-3 é equipado com as câmeras brasileiras Multi-espectral (MUX) e de Imagens de Amplo Campo de Visão (WFI), e com as câmeras chinesas de Imagens de Média Resolução (IRS) e de Alta Resolução (PANMux).

 

Esses equipamentos permitirão ao satélite fotografar, rastrear e registrar atividades agrícolas, desmatamento das florestas, mudanças na vegetação, recursos hídricos e expansão urbana com uma resolução muito superior à dos anteriores aparelhos.

 

As imagens também podem ser usadas para monitorar incêndios, mineração ilegal e desmatamento, assim como para apoiar a busca de recursos minerais.

 

"O melhor do CBERS-3 é que conta com um conjunto de câmeras bastante versátil. As câmeras foram totalmente remodeladas para oferecer imagens mais detalhadas. Será possível, por exemplo, notar a composição colorida dos objetos", explica o coordenador do Segmento de Aplicações do Programa CBERS, José Carlos ++Epiphanio++.

 

A MUX FM2 (multi-espectral, flight model 2), primeira câmera de alta resolução para satélites desenvolvida no Brasil, conta com uma resolução de 20 metros (pode focar até uma locomotiva a partir do espaço) e tecnologia Multi-espectral para registrar imagens em azul, verde, vermelho e infravermelho.

 

"Se a legislação ambiental determinar que uma plantação tem que estar a 50 metros de um rio, por exemplo, com esta nova câmera é possível identificar essas irregularidades", ressalta Epiphanio.

 

O equipamento, desenvolvido pela empresa privada Opto Eletrônica e que tem uma lente de quase 1,1 metro de extensão, possui um módulo que controla o sistema de ajuste focal, o controle térmico e outros sistemas auxiliares, e um terceiro componente no qual a imagem é processada e enviada à Terra.

 

Segundo a empresa, apenas sete países (Estados Unidos, França, Rússia, Índia, Japão, China e Israel) dominam a tecnologia necessária para construir uma câmera com esta capacidade.

 

Epiphanio explicou que, ao contrário dos satélites anteriores, nos quais a China foi responsável por 70% dos componentes, o novo aparelho foi dividido em partes iguais pelos dois países, o que exigiu do Brasil investimentos de R$ 300 milhões.

 

As imagens são transmitidas à base receptora brasileira, em Cuiabá, e a três bases na China. "Entre o momento em que o satélite passa pelo local e em que a imagem chega às nossas mãos, não demora mais de dois dias. Eventualmente, pode ser no mesmo dia", garante Epiphanio.

 

 

In' http://www.terra.com.br/portal/

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 22:45

Satélite europeu vai cair algures na Terra

Quinta-feira, 07.11.13


Satélite europeu com uma tonelada ficou sem combustível e tem estado diariamente a perder 2,5 milhas de altitude.

Entre 25 a 45 fragmentos do satélite da Agência Espacial Europeia que mapeava o campo gravitacional da Terra deverão cair algures no planeta nos próximos dias.

 

O satélite de uma tonelada ficou sem combustível no mês passado, tem estado diariamente a perder 2,5 milhas (pouco mais de 4000 metros) de altitude e irá desintegrar-se antes de chegar à Terra.

 

Alguns dos fragmentos podem pesar cerca de 90 quilogramas, mas, apesar de não se fazer ideia em que local irão cair, especialistas europeus consideram que a probabilidade de atingirem alguém é muito pequena, uma vez que devem ter impacto em áreas de aproximadamente apenas entre 13 a 18 metros quadrados.

 

"Se compararmos isso com a superfície do planeta, é um número muito baixo", refere o responsável pela missão espacial, Rune Floberghagen, ao "The New York Times". A previsão é que os fragmentos atinjam o solo no princípio da próxima segunda-feira.

 

Estima-se que anualmente cerca de 100 toneladas de matérias diversas caiam na Terra.

 

Há dois anos, a perspetiva da queda de um satélite não tripulado da NASA causou alguns receios, mas acabou por ocorrer no meio do Pacífico. No ano passado caiu também no mesmo oceano uma nave espacial russa, que partira da Terra com destino a Marte mas revelou problemas de funcionamento.

 

Em 2008, as Nações Unidas estipularam diretivas para reduzir o impacto causado pela queda de destroços de equipalmentos espaciais, mas o satélite europeu que deverá atingir a Terra nos próximos dias já havia sido concebido por essa altura, pelo que não incluiu os previstos dispositivos adicionais de segurança.

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Publicado por Planeta Cultural às 20:51

Satélite capta luzes misteriosas no meio do oceano

Sexta-feira, 25.10.13

NASA revela que mistério sobre pontos de luz no Atlântico Sul foi gerado por barcos pesqueiros

 

Uma estranha concentração de luzes no meio do Oceano Atlântico foi captada por um satélite e intrigou a NASA durante alguns dias. Ao largo da América do Sul não se encontrou nenhuma explicação imediata para aquelas luzes.

A NASA garantiu que «naquela área não há nada, nem sequer plataformas petrolíferas», mas acabou por concluir que se trata de um conjunto de barcos pesqueiros.

A agência espacial norte-americana explica agora que, durante a pesca noturna, os pescadores utilizam luzes tão potentes que um satélite como o Suomi NPP consegue registar.

 

 


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Publicado por Planeta Cultural às 22:05

Satélite português lançado no Espaço

Quinta-feira, 25.07.13

O grupo elétrico nacional Efacec está novamente no Espaço com eletrónica desenvolvida, fabricada e testada, na íntegra, em Portugal.

 

O satélite de telecomunicações 'Alphasat', com parte do hardware desenvolvido pela empresa portuguesa Efacec, vai ser lançado esta quinta-feira no espaço pela Agência Espacial Europeia (ESA), anunciou a empresa em comunicado enviado à agência Lusa.

 

O novo lançamento colocará o satélite 'Alphasat' numa órbita geoestacionária, isto é, uma órbita do plano equatorial terrestre propícia à localização de satélites de comunicação, dado que os seus períodos orbitais são iguais ao período de rotação da Terra (23 horas, 56 minutos e 4,09 segundos), conhecido como dia sideral.

 

A tecnologia integrada no satélite consiste num monitor de radiação que mede a energia dos eletrões e protões emitidos pelo sol, e por um sistema que regista o efeito da radiação espacial sobre diversos dispositivos.

 

O lançamento do 'Alphasat', com lugar na base da ESA em Kourou (Guiana Francesa), começará por volta das 19h50, hora de Lisboa, e poderá ser seguido em direto nos sites da ESA e da Arianespace.

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 21:55

EUA cortaram sinal de canais iranianos na Europa, acusam deputados

Terça-feira, 23.10.12

Membros do Parlamento de Teerão acusam as autoridades norte-americanas de exigirem que o sinal de televisão de canais iranianos fosse cortado dentro do território europeu. A ordem teria partido do OFAC (Escritório de Controlo de Activos Estrangeiros dos Estados Unidos), que supostamente exigiu que a Intelsat (Organização Internacional de Satélites de Telecomunicações) bloqueasse as transmissões.

Os canais iranianos afectados são o Sahar, Jame-e-Jam, Al-Kosar e IRINN. Trata-se da segunda medida deste tipo implementada em menos de dez dias. No último dia 15 de Outubro, o fornecedor de televisão via satélite Eutelsat bloqueou a transmissão de 19 canais e estações de rádio emitidas pelo Irão via satélite. A empresa alegou que está apenas a cumprir com uma exigência da União Europeia, que pretende intensificar as suas sanções sobre a economia do país.

 

Maja Kocijancic, porta-voz da Alta Representante da União Europeia para Assuntos Exteriores e Política de Segurança, negou que o bloco tenha ordenado a interrupção das transmissões iranianas e disse que a decisão partiu de livre e espontânea vontade das próprias companhias fornecedoras do sinal.

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 18:50

Sky Italia com menos clientes

Sexta-feira, 10.08.12

A News Corporation apresentou os resultados do último exercício fiscal, concluído a 30 de Junho passado, destacando-se as performances da Sky Italia: o operador italiano de televisão por satélite revela assim ter perdido 42 mil subscritores no último trimestre e 71 mil no conjunto do ano 2011/2012, totalizando ainda assim uma base de clientes situada nos 4,9 milhões. Segundo justifica o comunicado oficial, esta queda reflecte o actual contexto económico em Itália.

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 21:53

Hispasat ajuda missão da NASA

Sexta-feira, 22.06.12

 

O Grupo Hispasat, que integra os operadores de telecomunicações por satélite espanhol Hispasat S.A. e brasileiro Hispamar, informa ter chegado a um acordo com a agência espacial NASA de forma a proporcionar comunicações via satélite à missão Hurricane and Severe Storm Sentinel HS3 através do seu satélite Amazonas 2. Esta missão tem como objectivo investigar os processos que provocam a formação de furacões e as suas mudanças de intensidade na bacia do Oceano Atlântico.

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 19:37

China lança satélite para estudar recursos e evitar desastres

Terça-feira, 29.05.12

A China lançou nesta terça-feira seu satélite de detecção remota "Yaogan XV", desde seu Centro de Lançamento de Satélites de Taiyuan, na província de Shanxi, ao norte da China, para realizar experimentos científicos, informou a agência oficial de notícias Xinhua.

 

O satélite foi lançado às 15h31 locais (4h31 de Brasília) a bordo do transportador Gran Marcha 4B e alguns de seus objetivos são estudar os recursos da Terra, analisar o rendimento dos cultivos e reduzir os desastres naturais e preveni-los, segundo a agência.

 

Com o "Yaogan XV" também foi posto em órbita o satélite "Tiantuo I" para a recepção de dados do Sistema de Identificação Automática de navios, a captação de imagens ópticas e a coleta de informação sobre experimentos de exploração espacial.

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 23:29

Hispasat apresenta novidades no NAB 2012

Quinta-feira, 19.04.12

O operador espanhol de satélites Hispasat está a participar na feira NAB, que decorre actualmente em Las Vegas, para apresentar as suas novidades para os seus serviços avançados de telecomunicações. O Grupo Hispasat conta com um stand próprio onde os visitantes podem conferir a sua oferta de serviços e coberturas. Além disso, participa numa sessão sobre a segunda geração na transmissão de televisão em 3D, “Transmission of Second Generation of 3DTV: Challenges, Risks and Opportunities”: no debate serão analisados os principais obstáculos enfrentados na transmissão de conteúdos em 3D para TV e expostas as possíveis soluções para se oferecer uma experiência adequada aos utilizadores. A Hispasat, junto com sua filial brasileira Hispamar Satélites, prevê lançar nos próximos meses um novo satélite de sua frota, o Amazonas 3, com o qual consolidará a sua posição de liderança no Brasil e na América Latina e reforçará a sua presença nos Estados Unidos. O Amazonas 3, primeiro satélite a oferecer cobertura em banda Ka de alta capacidade na região, fornecerá serviços com grande procura, como acesso a internet bidireccional, redes virtuais privadas, distribuição de conteúdos multicast, backup e broadcast IP via satélite, serviços ocasionais IP e soluções de banda larga móvel.

 


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Publicado por Planeta Cultural às 21:26




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