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Ups correu mal ;)
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Um jovem estudante da Faculdade de Desporto da Universidade do Porto foi assassinado, este sábado de madrugada, durante um assalto armado no recinto da Queima das Fitas, no Porto.
A edição online do «JN» avança que quatro indivíduos encapuzados e armados tentaram assaltar a zona das bilheteiras do Queimódromo, na Estrada da Circunvalação, e balearam mortalmente o jovem de 24 anos, depois de este ter oferecido resistência.
O jornal acrescenta que, durante o assalto, ocorrido pelas 1.15 horas, três seguranças do recinto também foram atingidos com disparos, mas o seu estado de saúde não é grave.
O assalto ocorreu no momento em que alguns estudantes faziam a contagem e a entrega do dinheiro dos bilhetes vendidos para a Semana Académica. Antes da chegada da Esegur, que ficaria com esse dinheiro - «várias dezenas de milhar de euros», segundo fonte académica citada pelo «JN» -, um grupo de homens armados invadiu o local.
Segundo o «JN», Marlon Barbosa Correia, finalista do curso de Desporto da Universidade do Porto e jogador de futebol do Sporting Clube Arcozelo, tentou resistir ao assalto e acabou por ser abatido a tiro pelos indivíduos armados. A vítima, nascida na Venezuela, era filha de emigrantes portugueses e residia em Portugal desde 2002.
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O New York Times publicou, esta sexta-feira, a sua lista dos 46 locais a visitar em 2013 e colocou o Porto em número 28, destacando as possibilidades de provar Vinho do Porto "a preços de vinho de mesa".
"A dor económica de Portugal é o seu ganho no Porto, uma das grandes pechinchas da Europa Ocidental", escreve o diário norte-americano, numa lista que vai ser publicada na edição de papel no domingo.
O New York Times destaca os novos hotéis e restaurantes da cidade, que deram "um lustro fresco a esta cidade protegida pela UNESCO onde as ruas estreitas e labirínticas, edifícios antigos e estudantes de capas negras inspiraram uma jovem professora de inglês que lá viveu nos anos 1990 chamada J.K. Rowling", a autora dos livros de Harry Potter.
A lista é encabeçada pelo Rio de Janeiro ("Porque todo o mundo vai lá estar em 2014") e inclui cidades como Paris, Casablanca e a ilha de Koh Phangan, na Tailândia.
"A crise financeira não reduz a indústria mais proeminente da cidade - o Vinho do Porto", acrescentou o autor do artigo.
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O grupo português Resistência, que no final do ano passado decidiu voltar aos palcos ao fim de 20 anos, vai actuar nos dias 26 e 27 de Abril, no coliseu do Porto, foi anunciado esta sexta-feira.
Os dez músicos da formação original, como Fernando Cunha, Miguel Ângelo, Tim e Pedro Ayres Magalhães, decidiram juntar-se para recordar as canções que, nos anos 1990, tornaram a Resistência um dos fenómenos da música portuguesa.
O grupo durou pouco mais de dois anos e editou três álbuns, um dos quais ao vivo.
Dos Resistência fazem parte Pedro Ayres Magalhães (Madredeus), Olavo Bilac (Santos & Pecadores), Miguel Ângelo e Fernando Cunha (ambos ex-Delfins), Tim (Xutos & Pontapés), Fernando Júdice e José Salgueiro (ambos ex-Trovante), Alexandre Frazão, Dudas e Fredo Mergner.
Nos concertos realizados em Dezembro participaram ainda os guitarristas Mário Delgado e Pedro Jóia.
Além daquelas duas datas no Porto, os Resistência vão tocar em Junho, no Estádio do Restelo, em Lisboa, no âmbito do festival Portugal ao Vivo.
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O dragão é um símbolo da cidade do Porto muito antes de ser associado ao Futebol Clube do Porto (FCP), cujo emblema reproduz as armas da cidade tal como foram promulgadas em 1837, defende o investigador Joel Cleto.
No livro “Lendas do Porto”, Joel Cleto dá conta de que na cidade o dragão está representado em vários monumentos, como numa das faces da torre da Casa dos 24, ao lado da Catedral, em fontanários, como o que se encontra nos jardins do Barão de Nova Sintra, ou na estátua de D. Pedro IV na avenida dos Aliados.
Deve-se a D. Pedro IV o epíteto de “cidade invicta” designando o Porto, pelo forte apoio da cidade às tropas liberais do monarca contra as absolutistas lideradas pelo seu irmão D. Miguel que cercavam a cidade. Este episódio histórico que causou “inúmeros mortos” valeu ao Porto vários privilégios atribuídos pelo monarca que quis deixar na cidade o seu coração que se encontra atualmente num dos altares da igreja da Lapa, adornado também com um dragão.
A Rainha D. Maria II, filha de D. Pedro IV, promulgou o brasão de armas da cidade, que incluía uma coroa ducal, segundo a vontade do seu pai. D. Pedro decretou que o filho segundo do Rei ostentaria o título de duque do Porto, e, diz Joel Neto no livro, “dessa coroa sobressai um dragão negro das antigas armas dos senhores reis destes reinos”.
Deste modo, o emblema do Futebol Clube do Porto, escolhido em 1922 por sugestão do jogador Augusto Baptista Ferreira, reproduz o que representou a cidade até à reforma heráldica de 1940 que lhe retirou a coroa ducal e o dragão.
O livro de Joel Neto regista 21 lendas sobre a Invicta e revela o que nelas há de verdade e imaginação popular que à força de tanto ser repetido se julga verdadeiro, como as madeiras da casa de chá de Leça serem de navios antigos ou o caso da sepultura do abade Moura, conhecido como o “Padre Santo” da Foz, ou São Pantaleão que foi durante mais de cinco séculos o padroeiro da cidade, só “substituído” em 1981 por Nossa Senhora de Vandoma.
As relíquias de S. Pantaleão cuja procissão foi uma das mais concorridas até meados da década de 1960, terão chegado ao Porto por intermédio “de um grupo lendário de arménios”.
Outra lenda desvendada por Cleto é a da placa que ostenta a ponte D. Luís, que segundo a tradição ao nome lhe foi retirado o “dom” pelo facto de o monarca não ter comparecido à inauguração do tabuleiro interior e assim ficou apenas cinzelado “Ponte Luiz I”. O autor de "Lendas do Porto", afirma que nada disto é verdade e que pela mesma época há várias placas em que os membros da família real perderam o tratamento de “dom”, não se devendo, no caso da ponte, a uma retaliação da cidade ao capricho régio.
Joel Cleto, 47 anos, é arqueólogo e colabora com a televisão Porto Canal num programa sobre História e Património. Desde 1986 é colaborador da revista O Tripeiro.
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Há poucas casas como esta em Portugal e no Porto trata-se mesmo de um caso único. Se quer encher a barriga com um bom prato de tripas já perto das seis da manhã, este é o sítio. O Pajú é um restaurante familiar que se notabiliza pela sua comida de conforto e ambiente de tertúlia. Os ex-líbris são os ovos verdes (bem recheados e fritinhos) e a bola de carne, no que toca às entradas, e depois os vários pratos de bacalhau, a francesinha (tradicional, com carne assada, salsicha fresca e pão bijou, se o cliente quiser), os rojões, a vitela e, claro, as tripas à moda do Porto.
«Não somos uma casa da moda. Servimos comida caseira, não temos pratos imensamente elaborados e sofisticados. Sirvo aquilo que também poderia comer», explica Paulo Pinto, de 56 anos, gerente do Pajú. A denominação do restaurante surgiu da união dos nomes Paulo e Joaquim, o antigo sócio que participou na abertura da casa, há 30 anos. Na época, foi mesmo «mal vista». «Era aqui que os jornalistas se encontravam depois de fechar o jornal, assim como muitos actores. Éramos incompreendidos pelo nosso horário, vistos como irreverentes. A partir das 2h abria a porta às escondidas», recorda o gerente.
Hoje em dia, o Pajú continua a atrair profissionais liberais, mas a clientela é «mais heterogénea». O ambiente ainda é de tertúlia (há apenas seis mesas, iluminadas à vela, e um balcão), mas antigamente a discussão era bem mais acesa. Longe vai o dia em que foi chamado às 7h da manhã, porque um jornalista tinha adormecido na casa de banho. Quando voltou, este tinha aberto a porta e um grupo de colegas bebia cerveja da torneira e tinha esvaziado duas garrafas de uísque.
Aqui, há vida para além dos pratos pesados. Estão disponíveis várias sandes, como pregos (feitos de carne muito tenra) e cachorros (com salsicha fresca). Se alguém quiser salpicão, um presunto típico ou uma receita especial, arranja-se, porque quase tudo é feito na hora. E depois há ainda várias sobremesas, com destaque para o bolo de chocolate, mousse e doce de leite condensado. «Conciliar isto tudo é difícil. Não produzimos em massa, isto é trabalho miúdo. Costumo dizer que, com este horário, arranjei uma forma moderna de auto-escravatura», ironiza Paulo Pinto.
Neste negócio familiar, que o gerente partilha com a esposa e o filho, quase todos os pratos evocam os da casa da nossa mãe ou avó. A filosofia parece ser simples: encher a barriga antes de ir dormir (ou de partir para novas aventuras nocturnas) sim, mas não de qualquer forma: esqueçam a fast food. Localizado à entrada do túnel de Faria Guimarães, uma das principais saídas da cidade, este é o local escolhido pelo nosso júri (e por Manuel Pizarro e Miguel Guedes em particular) para as melhores refeições fora de horas no Porto. Mesmo que a porta esteja fechada, basta fazer um sinal e pode esperar uma recepção calorosa.
Mandar arranjar um buraco numa rua de Matosinhos, verificar que um semáforo está avariado em determinado cruzamento ou comunicar uma ocupação ilegal na via pública são tarefas que passarão a ser executadas em tempo real, via digital, por técnicos da Autarquia ou pela Polícia Municipal.
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Os Coldplay tocam esta noite no Porto naquele que é o regresso do rock aos estádios portugueses.
A noite de hoje marca o início de nova etapa digressão europeia«Mylo Xyloto Tour». No ano passado, e ainda sem o álbum nas lojas, a banda esgotou o Optimus Alive.
O Porto marca o regresso ao continente europeu para mais 13 datas, a que se segue a América do Norte novamente (25 datas), Europa outra vez para mais dez concertos e Austrália e Nova Zelândia, com quatro datas. Ao todo, serão pelo menos 81 concertos, numa digressão que terá a duração de mais de um ano.
Números que podem não chegar para obter lucros semelhantes aos dos U2, Bon Jovi ou Take That, os campeões da estrada no passado. Hoje, as portas abrem às 16h00, Rita Ora toca às 20h00, Marina & The Diamonds às 20h45 e os Coldplay às 22h00. A organização recomenda a utilização de transportes públicos.
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Jackson Martínez tem caminho livre para cumprir o sonho de jogar no futebol europeu. José Guadalupe Cruz, treinador dos mexicanos do Jaguares de Chiapas, atual clube do avançado colombiano, revelou, em declarações a O JOGO, que tem conhecimento do interesse do FC Porto e que não haverá grandes entraves à concretização do negócio. "Por tudo o que o Jackson Martínez já deu ao clube, está na hora de o deixar partir. Ele sempre teve o sonho de jogar na Europa, e sabemos que o FC Porto é um dos possíveis destinos", anunciou José Guadalupe Cruz, que também meteu "alguns clubes ingleses" ao barulho numa altura em que se fala com insistência de uma proposta do Liverpool. "Oficialmente, ainda não me comunicaram nada sobre uma eventual concretização do negócio, mas sabemos que vai ser difícil mantê-lo aqui, para não dizer impossível. Já houve propostas no passado, que foram recusadas, e Jackson Martínez sempre se comportou como um grande profissional. Por isso estamos dispostos a negociá-lo", explicou.
José Guadalupe Cruz disse ainda ter um "excelente relacionamento" com Jackson Martínez, com quem até já conversou sobre o FC Porto. "Há alguns dias que já não falamos, mas quando ele ainda estava no México, conversámos várias vezes sobre o FC Porto e também sobre a possibilidade de ir para o futebol inglês. Ele sabe que há vários clubes interessados e sempre me disse que achava que o FC Porto seria um bom clube para continuar a evoluir. Mas como já disse, não sei nada de oficial. Acredito que nos próximos dias possa haver novidades a esse respeito", afirmou.
Está acordada a transferência de Fabiano Freitas do Olhanense para o FC Porto, por três temporadas. O negócio do guarda-redes brasileiro, de 24 anos, poderá chegar aos 1,2 milhões de euros, sendo que o clube algarvio apenas receberá cerca de 500 mil euros, já que detinha apenas 40 por cento do passe.
Existe ainda a possibilidade de mais jogadores poderem ser envolvidos nesta operação, já que os algarvios desejam alguns dispensáveis do FC Porto, como sucedeu esta época com André Pinto e Ventura.
Fabiano Freitas, porém, poderá não seguir já na nova época para o Dragão e ficar mais um ano no Olhanense. Essa decisão deverá passar pela continuidade ou não do guarda-redes Helton no FC Porto, processo que em breve deverá ficar esclarecido.
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Foto: O Jogo
James quer continuar no Dragão na próxima temporada. Apesar de nos últimos tempos se ter falado insistentemente de uma possível investida do Manchester United, o internacional colombiano garante que, pela parte que lhe diz respeito, vai continuar no FC Porto na próxima temporada. "A minha vontade passa por continuar ligado ao clube e a dar muitas alegrias aos adeptos. Manchester? São só rumores. Não há nada. Vou de férias a pensar no regresso ao FC Porto. Aliás, os adeptos podem contar comigo para a próxima época. Sinto que já estou num grande clube e, por mim, ficarei muito feliz se continuar", assegurou o colombiano, que garante uma vontade reforçada de "ganhar ainda mais títulos" no próximo ano. "Acredito que vou estar ainda melhor. Apesar de ter realizado uma boa época no ano em que cheguei a Portugal, neste tive mais influência nas vitórias da equipa. Na primeira temporada, sabia que seria necessário um tempo para me adaptar a uma realidade diferente. Correu bem e esta época ainda joguei mais. Estou muito contente com a minha evolução, mas para o próximo ano vou estar ainda mais forte", assegurou.
No momento da partida para férias, James fez ainda um balanço "muito positivo" da época, apesar de ter reconhecido que foi um "ano complicado" devido aos mais variados fatores. "No entanto, no final podemos dizer que fizemos uma boa temporada. Foi um ano positivo, com a conquista do campeonato, apesar de também ter sido difícil. A nível pessoal senti-me sempre bem e também tivemos vários jogadores em bom nível".