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Pílula anticoncepcional causa 23 mortes no Canadá

Terça-feira, 11.06.13

Pelo menos 23 mulheres canadianas que tomaram pílulas anticoncepcionais de consumo frequente morreram, na sua maioria devido a coágulos no sangue, de acordo com documentos do ministério da Saúde, informou esta terça-feira a rede de televisão CBC.

 

Os médicos e farmacêuticos, que são obrigados a notificar as reações adversas aos medicamentos, suspeitam que as pílulas Yaz e Yasmin do laboratório alemão Bayer foram as causadoras destas mortes, acrescentou a Canadian Broadcasting Corporation.

 

Centenas de mulheres podem ter sofrido os efeitos nocivos destes fármacos, alega advogado que apresentou um recurso coletivo, cita a estação de televisão.

 

Há registo de milhares de ações  apresentadas contra a Bayer, em particular nos Estados Unidos.

 

A Agência Americana de Alimentos e Medicamentos (FDA) lançou em abril de 2012 uma advertência de que estas pílulas poderiam estar "ligadas a um risco maior de coágulos no sangue" e que esta informação deveria aparecer na bula que acompanha o fármaco.

 

A Agência Europeia de Medicamentos também fez uma advertência similar em 2011.

 

As pílulas Yaz e Yasmin da Bayer estão entre as mais vendidas. Contêm drospirenona combinada com etinil estradiol, um estrogénio comum nos contraceptivos orais.

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 21:03

Daniela Mercury assume relação com uma mulher

Quarta-feira, 03.04.13

 

A cantora Daniela Mercury assumiu relação com a jornalista Malu Veçosa e publicou uma foto das duas no Instagram com a legenda: "Malu agora é minha esposa, minha família, minha inspiração pra cantar".

 

A cantora confirmou em Fevereiro a separação do empresário italiano Marco Scabia, com quem mantinha relação há 3 anos. Com o empresário, Daniel adoptou três crianças. A cantora é ainda mãe de Giovana, 25 anos e Gabriel, 26 anos, fruto do seu casamento com Zalther Povoas.

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 19:07

Ciclo menstrual irregular pode ser sinônimo de infertilidade

Sábado, 30.03.13

Vinte e oito dias é a média de tempo que dura um ciclo menstrual, podendo variar de 21 a 35 dias e passando por três fases principais: folicular, ovulatória e lútea. Anotar direitinho todas as datas que marcam o ciclo é essencial para a mulher descobrir como funciona seu organismo e perceber qualquer alteração que aconteça no período, porque uma mudança pode causar infertilidade.


“Um ciclo é considerado irregular quando não há um padrão. A mulher, desde a sua primeira menstruação deve criar o hábito de anotar a data que tem inicio suas menstruações e quantos dias duram. Se é mantido aproximadamente o mesmo período, o ciclo dela é regular e tudo funciona bem. Se há variação muito grande entre o tamanho dos seus ciclos, pode ser sinal de comprometimento da ovulação”, explica a ginecologista Dra. Bárbara Murayama, que alerta que na adolescência e na fase próxima a menopausa essas variações são esperadas.

 

Percebendo qualquer anormalidade, é hora de procurar um médico, que, através de exames, poderá descobrir a causa do problema, que pode ser desde a síndrome dos ovários policísticos, até doenças na glândula tireoide, pólipos endometriais e miomas, entre outros males. Até mesmo a obesidade, o emagrecimento exagerado ou a prática de atividades físicas abusivas pode comprometer.

 

Além de notar alterações no tempo de duração das fases, a mulher também deve ficar atenta ao fluxo de sangue durante a menstruação. Se o volume for muito grande pode causar anemia. É o que explica outra médica, a ginecologista Dra. Erica Mantelli. “O normal é perder de 10 ml a 80 ml de sangue por dia. Para perceber se a menstruação está dentro dessa média, o jeito é ficar atenta ao uso do absorvente. O normal é trocar a cada período de 4 a 6 horas, sem vazamento, e usar cerca de seis protetores por dia. Se perceber que usa muito mais do que isso e que não se passam nem 2 horas para que precise mudar de absorvente, já pode ser considerado um fluxo muito grande”, orienta.

 

Em geral, as mulheres respondem bem aos tratamentos que podem ser feitos com diferentes medicamentos, entre eles, a pílula anticoncepcional.

 

A dica das especialistas para evitar passar pelo problema é manter sempre uma alimentação saudável, praticar atividades físicas moderadamente, não usar medicações – inclusive pílulas e pílulas do dia seguinte – sem orientação médica e visitar um ginecologista regularmente.

 

 Entenda o ciclo


Antes de aprender passo a passo das fases do ciclo, é preciso reforçar que o número de dias de duração de cada período varia de mulher para mulher. Para saber se existe uma anormalidade, é preciso se basear no seu próprio histórico, daí a importância de anotar direitinho a cada menstruação.

 

Primeira fase: Folicular – Começa no primeiro dia da menstruação e dura por volta de 14 dias. É quando a camada do útero – endométrio – começa a ficar mais espessa. Nesse período cresce a produção de folículos ovarianos, onde são armazenados os óvulos. No final da fase folicular, os hormônios responsáveis fazem com que um folículo se rompa e libere um óvulo.

 

Segunda fase: Ovulatória – Com a liberação do óvulo, dá-se início a ovulação. O que acontece é que o óvulo desce através das trompas e espera ser fecundado por um espermatozoide. Essa passagem pelas trompas dura por volta de três ou quatro dias. Se a fecundação não acontecer, o óvulo continua descendo e chega ao útero.

 

Terceira fase: Lútea – Depois da ovulação, o folículo se torna uma estrutura chamada corpo lúteo. Se não acontece a fecundação, ele se degenera e o desenvolvimento da camada interna do útero para de ser estimulado. Isso faz com que ela descame, dando origem à menstruação e iniciando um novo ciclo.

 

 

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 22:17

Kathy Eusse

Terça-feira, 01.01.13

Foto: Reprodução Internet

 

A Colômbia tem excelentes beldades, como è o caso de Kathy Eusse!

 

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 21:59

Falta de desejo sexual nas mulheres pode aumentar com a crise

Quinta-feira, 08.11.12

A falta de desejo sexual e a inexistência de orgasmo são os dois principais tipos de disfunção sexual nas mulheres e que podem amplificar-se na atual crise económica, levando a mais divórcios, avisou hoje um especialista.

"Nenhuma mulher vai morrer, a não ser que se suicide, por ter problemas de disfunção sexual. Mas pode levar ao divórcio, pode levar a conflitos conjugais, conflitos consigo própria", considerou o diretor do Serviço de Urologia do Hospital da Lapa (Porto), Mário Reis, em entrevista telefónica à Lusa, reconhecendo que a crise pode aumentar a depressão e a ansiedade, que são fatores de inibição de desejo sexual.

O médico crê que a crise levará a um aumento da disfunção sexual nas mulheres, em Portugal.

"Se um homem não tiver ordenado, não tiver casa, também não tem disponibilidade para ter sexo. E na mulher é a mesma coisa", constatou, sublinhando que a Medicina de hoje pode "fazer muito" para melhorar as disfunções sexuais, melhorando, por exemplo, o estado hormonal.

"Não temos um viagra, como temos para o homem, isso não existe, mas podemos recorrer a muitas coisas para melhorar a situação", defendeu.

À margem das "IX Jornadas de Urologia do Norte em Medicina Familiar", que estão a decorrer no Porto, até sexta-feira, Mário Cruz referiu que, ao nível mundial, os quatro principais tipos de disfunção sexual de que as mulheres padecem são a diminuição do desejo sexual (32 %), inexistência de orgasmo (28 %), alteração da excitação (27 %) e dor durante o sexo (21 %), refere o urologista.

"A disfunção sexual é maior na mulher do que no homem - e no homem já é alta. Só que por motivos socioeconómicos, de educação, de vergonha, a mulher não se queixa muito e, por isso, é preciso que se fale, tal e qual como aconteceu com o homem quando se começou a falar do viagra", defendeu o médico urologista.

A crise económica, o uso de medicamentos, inflamações ginecológicas, problemas psicológicos e de ansiedade, desequilíbrios hormonais, traumas sexuais, falta de experiência sexual e de conhecimento do corpo ou problemas afetivos ou de natureza relacional são as diversas causas para uma mulher ter uma, ou várias, disfunções sexuais.

Mário Reis acrescentou que uma mulher, entre os 18 e os 59 anos, vive ao longo da sua vida um problema sexual que se agrava com o avançar da idade e que cerca de "cerca de 90 % das mulheres em pós-menopausa sofrem de problemas sexuais".

Nas IX Jornadas de Urologia, cuja organização está a cargo do Serviço de Urologia do Hospital da Lapa, está previsto debater-se, para além da disfunção sexual no homem e na mulher, o carcinoma da próstata, a gravidez e a sexualidade.

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 20:23

Diana Chaves está mais magra

Quarta-feira, 31.10.12

Foto: Reprodução Internet

 

Diana Chaves está mais magra e isto começou a acontecer desde que ela teve a sua filha Pilar, no entanto, tal magreza não a está deixando feliz pelo que diz: "Não me sinto bem. Sou uma mulher habituada a ter formas, sempre as tive e gostava de voltar a recuperá-las".

 

Assim sendo, acredita-se que a atriz comece a tratar de dar ao seu corpo mais massa muscular!

 

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 20:19

Mulheres postas à venda por menos de 1.000 dólares no norte do Mali

Terça-feira, 09.10.12

Uma mulher pode ser comprada no norte do Mali por menos de 1000 dólares, denunciou hoje a ONU, que alertou para a extrema violência de que estas mulheres são alvo por parte de grupos islâmicos radicais que tomaram o controlo da zona.

 O gabinete do Alto Comisionado da ONU para os Direitos Humanos deu conta do resultado da visita ao Mali do secretário-geral adjunto para os direitos humanos, Ivan Simonovic, que recolheu testemunhos da exploração sexual sofrida pelas mulheres.

Segundo aqueles testemunhos – disse Simonovic - «as mulheres não só estão à venda, como estão a ser vendidas no norte e podem ser compradas por menos de 1000 dólares».

«As mulheres são as vítimas principais da crise actual  e estão a ser afectadas de maneira desproporcionada pela situação no norte. Os seus direitos humanos, os seus direitos de acesso ao trabalho, à educação e aos serviços sociais básicos foram seriamente reduzidos», disse o responsável da ONU.

Desde a chegada dos grupos islámicos Ansar al Dine, Movimento para a Unidade, da Jihad na África Ocidental (MUJAO) e da Al Qaeda para o Magrebe Islâmico (AQMI) ao país, a ONU constatou uma estrita aplicação da sharia (lei islâmica) que afecta sobretudo as mulheres.

A ONU está preocupada com as informações de que são elaboradas listas - pelos grupos islâmicos extremistas que controlam grande parte do norte - com o nome de mulheres que tiveram filhos fora do casamento ou que são solteiras e estão grávidas.

«Isto pode ser uma indicação de que essas mulheres correm o risco iminente de sofrer um castigo cruel e desumano», afirmou Simonovic, que visitou o Mali durante quatro días.

Outra conclusão da sua visita é que as violações dos direitos humanos continuam a registar-se no norte do Mali, mas que houve «uma mudança significativa no seu carácter, prevalência e natureza desde o início do conflito», em Março.

Segundo a ONU, no início do conflito, quando os tuaregues do Movimento Nacional para a Libertação de Azawad (MNLA) assumiram o controlo do norte registaram-se execuções sumárias, violações, pilhagens, deslocações forçadas e recrutamento de meninos soldado.

«Estas foram terríveis violações dos direitos humanos», destacou Simonovic, explicando que a mudança detectada nos últimos meses tem a ver com a aplicação estrita da sharia.

«Está-se a restringir de forma severa os direitos políticos e civis e estão a aplicar de maneira sistemática castigos cruéis e desumanos, incluindo execuções, mutilações e lapidações», afirmou o secretário-geral adjunto.

Quanto à situação no sul do país, a ONU denunciou desaparecimentos e torturas de soldados e civis que participaram na tentativa do contra golpe de Estado que depôs o presidente do país, Amadu Tumani Turé.

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 21:35

Sofia Vergara tem muito orgulho nos seus seios

Sexta-feira, 05.10.12

A atriz de "Uma Família Muito Moderna" contou numa entrevista que, em tempos, foi aconselhada a fazer uma cirurgia para diminuir o tamanhos dos seis para ter uma carreira de atriz, mas a mãe impediu-a.




Sofía Vergara não tem problemas em assumir publicamente que adora o seu corpo. "Estou muito orgulhosa do corpo que tenho", confidenciou no programa matinal de Katie Couric, onde o principal assunto da tertúlia era, precisamente, os seios da atriz.

A estrela de Hollywood revelou que não tenciona retocar qualquer parte do corpo e contou que o seu representante sugeriu-lhe uma vez que se submetesse a uma cirurgia para reduzir o tamanho dos seios, pois assim conseguiria mais oportunidades para representar.

Só que a mãe tirou-lhe de imediato essa ideia da cabeça. "A minha mãe disse-me: 'Deus vai-te castigar. Não podes cortar o peito. Muitas mulheres arriscam a vida para aumentar os seios', segui o conselho dela". E Sofía Vergara rematou: " Dou graças a Deus pelo corpo que tenho e tiro proveito disso".




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Publicado por Planeta Cultural às 14:11

Liliana Montoya, a Sereia que deu à costa!

Domingo, 09.09.12

 

A manequim Mexicana Liliana Montoya parece uma Sereia que deu à costa de Miami Beach!

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Publicado por Planeta Cultural às 12:02

Britânica sofre de doença que lhe provoca 100 orgasmos por dia

Quarta-feira, 29.08.12

Kim Ramsey, de 44 anos, vive em contínua agonia devido a uma rara perturbação sexual que lhe provoca cem orgasmos por dia. A britânica garante que a sua condição não lhe dá prazer nenhum e que se sente dorida.

Os médicos diagnosticaram a Kim um transtorno de excitação genital permanente (TEGP).

Kim conta que não consegue ter uma vida normal porque qualquer movimento pélvico lhe provoca um orgasmo, seja a conduzir, no trabalho ou a limpar a casa.

Os médicos acreditam que esta condição, que é incurável, foi originada por um acidente em 2001, quando caiu por umas escadas.

«Muitas mulheres perguntam-se como podem ter orgasmos, eu pergunto-me como posso pará-los», disse Kim ao Daily Mail.

«Já experimentei de tudo para parar os orgasmos, inclusive sentar-me em ervilhas congeladas...sinto que não tenho controlo sobre o meu corpo. Imaginem que se sentem excitados por uma coisa tão simples como levantar-se da cama», referiu.

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 18:15


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