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Águas do mar invadem Ilha de Moçambique e destroem mais de 20 casas

Quarta-feira, 13.04.16

ilha.jpg

 

 

As águas do mar acompa­nhadas por ondas gigan­tes e ventos fortes invadi­ram, no último fim-de-semana, a Ilha de Moçambique, primeira capital de Moçambique. O fe­nómeno que já não era visto há anos naquela ilha, na costa da província de Nampula, provocou a destruição de mais de 20 resi­dências e um número não quan­tificado de barracas instaladas ao longo da orla marítima. Mais 150 munícipes viram os seus bens arrastados pelas águas, es­tando agora a necessitar de todo tipo de apoio. Alguns cidadãos entrevistados pelo jornal O País contaram que durante dois dias viveram dias difíceis, pois viram­-se obrigados a abandonar as suas casas e a violência das águas do mar não deu espaço para a re­tirada dos bens.

 

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 20:26

Josina Machel è vitima de violência doméstica

Segunda-feira, 16.11.15

JOSINA MACHEL.jpg

 

O caso deu-se em Outubro deste ano quando a activista social resolveu romper o namoro com o namorado.

 

Os crimes de violência doméstica devem ser publicitados e não podem ficar impunes, de modo a desencorajar a sua prática e estimular as vítimas, sobretudo as mulheres, a denunciarem quem os comete.

 

A tese é defendida por Josina Machel ou simplesmente Jo Machel, activista contra a violência doméstica, que acredita que a exposição dos casos que acontecem pode ajudar a sociedade a compreender a dimensão e gravidade do problema, levando a uma acção conjunta contra a sua prática.

 

Jo Machel foi vítima, ela própria, de um crime de violência doméstica protagonizado pelo seu companheiro, do que resultou na perda de visão devido a uma lesão grave contraída no olho direito.

 

“Decidi contar a minha história porque sou activista contra a violência doméstica e, infelizmente, isso aconteceu comigo. É por achar que este tipo de crime não pode ficar impune, decidi partilhar a minha experiência com todos, porque acredito que isso pode ajudar a mostrar a dimensão do problema”, disse Jo Machel, que é filha da Graça Machel, presidente da Fundação para o Desenvolvimento da Comunidade (FDC).

 

A agressão física aconteceu na cidade de Maputo mas a conversa com o “Notícias” teve lugar na sua residência em Joanesburgo, África do Sul, onde reside actualmente e para onde foi evacuada após a agressão, a fim de receber tratamentos médicos.

 

Segundo conta, tudo aconteceu na madrugada de 17 de Outubro, quando a vítima regressava de um espectáculo na companhia do seu namorado e amigos.

 

“Pouco depois de deixarmos um nosso amigo num dos hotéis da cidade, expliquei ao meu companheiro que gostaria de ir dormir em casa da minha mãe. Naquele dia a minha mãe completava 70 anos e, como filha, nada melhor que estar ao lado dela. Além disso, o período de 17 a 19 de Outubro de cada ano sempre remexe com a nossa família, pois primeiro celebramos o aniversário da mamã e depois temos a data do assassinato do meu pai. Acho que o meu companheiro não entendeu esta minha pretensão e de forma inexplicável começou a violentar-me alegando que eu queria livrar-me dele e voltar para me encontrar com os meus amigos e continuar a celebrar a noite, insinuações sem fundamentos. Surpreende-me com socos na cara, que infelizmente me atingiram no olho direito. Tudo isso passou-se dentro do carro”, conta a entrevistada.

 

“Naquele instante da agressão tudo ficou escuro. Surpresa com a atitude dele e na tentativa de me explicar, ele não parava de me agredir até que decidi abrir a porta e fugir em busca de socorro. Nessa altura já estava a sangrar muito. Cheguei a pensar que o olho havia saído. Para meu espanto, ninguém saiu para me socorrer, embora tenha sido numa zona nobre da cidade. Quando ensaiava a fuga tropecei e cai, tendo perdido os sentidos. Levaram-me ao hospital e estava com receio de perder o olho, dada a gravidade dos ferimentos e por ter perdido muito sangue. Infelizmente, as minhas suspeitas confirmaram-se. Como o olho estava aberto fui operada naquela madrugada em Maputo e tive 13 pontos. Com a intervenção da minha família, fui evacuada para uma clínica na África do Sul onde fui operada há 15 anos. Constataram que houve erupção da retina e, é isto que criou-me esta cegueira do olho direito”, lamentou a jovem.

 

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 17:17

Renamo promete «vingança»

Quinta-feira, 17.09.15

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A Resistência Nacional Moçambicana (Renamo) anunciou, esta quinta-feira, que vai «vingar-se» de um alegado ataque contra uma caravana automóvel em que seguia o líder do partido, Afonso Dhlakama.

«A Renamo vai usar tudo o que estiver ao seu alcance para se vingar da tentativa direta para assassinar a pessoa mais querida dos moçambicanos e que dedicou a sua vida para devolver a dignidade ao povo moçambicano. O povo vai reagir para repor a justiça», disse o secretário-geral da Renamo, Manuel Bissopo.

Segundo Manuel Bissopo, a ordem para o ataque que, este sábado, atingiu a comitiva de Afonso Dhlakama partiu do chefe de Estado, Filipe Nyusi.

«A Renamo acredita que o general [Eugénio] Mussa (...) tenha recebido ordens diretas de Filipe Jacinto Nyusi. Acreditamos que o ministro da Defesa e o chefe do Estado-Maior General sejam coniventes», disse o secretário-geral da RENAMO, prometendo responder ao ataque «na mesma medida».

 

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Publicado por Planeta Cultural às 20:36

Caçadores furtivos mataram quase metade dos elefantes em Moçambique

Segunda-feira, 29.06.15

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Um novo estudo da Wildlife Conservation Society, apoiado pelo Governo de Moçambique, revela que os caçadores furtivos mataram quase metade dos elefantes do território daquele país pelo seu marfim nos últimos cinco anos.

 

O declínio da população de elefantes foi de 48%, o que corresponde a uma diminuição de 20.000 para 10.300 animais. “A quebra deve-se à caça cada vez maior destes animais no país”, lê-se no documento da organização internacional, cita o Guardian.

 

As zonas remotas do norte de Moçambique, que incluem a Reserva Nacional de Niassa, foram das mais afectadas e correspondendo a 95% das mortes de elefantes registadas neste período de tempo. A população nesta região passou de 15.400 para apenas 6.100 paquidermes.

 

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Publicado por Planeta Cultural às 11:58

Fórum da Sociedade Civil conclui que Moçambique está longe de cumprir com os Direitos da Criança

Quinta-feira, 20.11.14

O Fórum da Sociedade Civil para os Direitos da Criança (ROSC) de Moçambique considerou hoje que o país ainda está longe de cumprir efectivamente a Convenção dos Direitos da Criança (CDC) das Nações Unidas, apesar de reconhecer "assinaláveis progressos".

 

Num comunicado alusivo aos 25 anos da CDC, o ROSC refere que o respeito dos direitos da criança em Moçambique tem sido minado pela pobreza, assimetrias geográficas, normas sociais desfavoráveis e limitada cobertura dos serviços essenciais.

 

"Colocar a criança no centro da agenda nacional de desenvolvimento deve ser uma prioridade de facto e o novo ciclo de governação que se inicia em 2015 é uma oportunidade ímpar para que a CDC não seja para as crianças moçambicanas apenas uma promessa que continua longe de ser efectivada", diz a nota.

 

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 21:26

Emboscadas no centro de Moçambique

Terça-feira, 01.07.14

Três ataques a colunas de viaturas, escoltadas pelo Exército, no troço Muxúnguè-Save, Sofala, centro de Moçambique, fizeram quatro feridos na segunda-feira e esta terça-feira, disseram à Lusa fontes militares e policiais.

«Na primeira coluna da segunda-feira ficaram feridas duas pessoas, uma terceira pessoa sofreu escoriações na coluna da tarde. Na terça-feira a coluna da tarde foi atacada e resultou num ferido ligeiro», disse à Lusa um militar.

Três das quatro vítimas, disse, sofreram ferimentos durante a «agitação» nos autocarros de passageiro, quando as colunas foram paradas pelos ataques, atribuídos a homens armados da Resistência Nacional Moçambicana (Renamo), maior partido da oposição em Moçambique, que se confronta com o exército há um ano na região.

 

 

 

In' TVI24

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Publicado por Planeta Cultural às 22:02

Angola e Moçambique prometem acabar com tráfico ilegal de rinoceronte, tigre e elefante

Sábado, 15.02.14

 

Um grupo de países, entre os quais Angola e Moçambique, acordaram hoje em Londres tomar medidas práticas para tentar acabar com o tráfico ilegal de chifres de rinoceronte, partes do tigre e presas de elefante.

A declaração que resultou da Convenção para o Comércio Internacional de Espécies em Perigo de Fauna e Flora Selvagem reitera a atual proibição de comércio de marfim de elefante, o repúdio de produtos de espécies amaçadas de extinção e legislar para que a caça e tráfico de animais selvagens sejam considerados crimes graves.

Estima-se que o tráfico ilegal daqueles produtos gerem proveitos aos criminosos no valor de 19 mil milhões de dólares (14 mil milhões de euros) todos os anos, além dos prejuízos que provoca em termos de atividade económica de países em desenvolvimento.

Os cerca de 40 países presentes pretendem também reforçar a coordenação entre fronteiras, apoiar as redes regionais de proteção da vida selvagem e estudar as relações entre crimes relacionados com animais selvagens com a corrupção e o terrorismo.

A Conferência durou dois dias e acolheu a presença dos príncipes Carlos, William e Harry, herdeiros da coroa britânica, bem como representantes de países como Botsuana, Chade, Gabão, Etiópia, Indonésia, Tanzânia, Vietname, EUA e Rússia.

O ministro dos Negócios Estrangeiros britânico, William Hague, considerou a atual situação uma "crise sem precedentes" que ultrapassa a questão ambiental.

"Esta é agora uma indústria criminal global, que se comparada ao tráfico de drogas, armas e pessoas. Contribui para a corrupção e insegurança, prejudica os esforços para combater a pobreza e promover o desenvolvimento sustentável, principalmente nos países africanos", disse.

O Botsuana anunciou a intenção de organizar, no próximo ano, uma conferência para analisar o progresso dos compromissos feitos em Londres.

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 14:26

Avião moçambicano caiu "intencionalmente"

Sábado, 21.12.13

Caixas negras do avião comprovam que o comandante do avião tinha a "intenção clara" de fazer despenhar o avião que pilotava, indicou em conferência de imprensa João de Abreu, presidente do Instituto moçambicano da aviação civil (IACM).

 

O comandante do avião moçambicano que se despenhou na Namíbia no final de novembro precipitou "intencionalmente" o aparelho contra o solo, provocando 33 mortos, revelou o inquérito preliminar hoje divulgado.

 

As caixas negras do avião comprovam que o comandante Hermínio dos Santos Fernandes tinha a "intenção clara" de fazer despenhar o avião que pilotava, indicou em conferência de imprensa João de Abreu, presidente do Instituto moçambicano da aviação civil (IACM).

 

As investigações preliminares à queda do Embraer da companhia de bandeira moçambicana LAM, em dia 29 de novembro, já tinham descartado a possibilidade de falhas mecânicas terem originado o desastre.

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 23:15

Governo português emite alerta sobre viagens dentro de Moçambique

Sábado, 02.11.13

 

Base da Renamo em Sadjungira, província de Sofala / Lusa


A secretaria de Estado portuguesa das Comunidades divulgou hoje um alerta desaconselhando deslocações interurbanas nas províncias moçambicanas de Sofala e Nampula e recomendando cautela nos percursos em Maputo, local onde se têm registado mais raptos.

 

Face aos últimos incidentes e à tensão vivida em Moçambique, onde vivem cerca de 20 mil portugueses, a secretaria de Estado das Comunidades apela, no seu site na Internet, a que não se façam viagens internas nas províncias de Sofala e Nampula.

Caso haja absoluta necessidade de o fazer, o viajante deve "procurar integrar-se, sempre que possível, nas colunas escoltadas pelas forças de defesa e segurança". 

"Aconselha-se, igualmente, particular diligência no acompanhamento através dos meios de comunicação social do evoluir da situação", refere o alerta.

Em relação a Maputo, onde se tem registado uma particular incidência de raptos, a secretaria de Estado recomenda "a maior cautela nas deslocações" e evitar frequentar locais isolados e repetir rotinas, incluindo fazer o mesmo percurso todos os dias".

Além disso, os viajantes devem evitar exibir bens com valor monetário significativo e são aconselhados a manter sempre a família ou pessoas de confiança informadas sobre as deslocações.

Moçambique vive a sua pior tensão política e militar desde a assinatura do Acordo Geral de Paz em, 1992, devido a confrontos entre as forças de defesa e segurança e antigos guerrilheiros da Resistência Nacional de Moçambique (Renamo), principal partido da oposição, por causa de diferendos entre o movimento e o Governo sobre a lei eleitoral. 

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 13:11

Moçambicanos adoram kizomba

Quinta-feira, 24.10.13

A dança popular angolana kizomba está a ganhar simpatia por parte dos moçambicanos.

 

Uma escola de ensino da dança funciona desde 2011 na capital moçambicana e já formou cerca de 1.200 pessoas, desde que foi criada por dois dançarinos portugueses. Localizada na Avenida Vladimir Lénine, a Escola de Kizomba de Maputo é dirigida por Carlos Adrega e Sara Espírito Santo, que decidiram investir no negócio, depois de constatarem a grande apetência por esta dança por parte de muitos moçambicanos. Carlos A­drega contou, em reportagem publicada no Jornal de Angola na passada quinta-feira e da autoria do nosso camarada Amândio Clemente, que descobriu a kizomba em Portugal, através de dançarinos angolanos e cabo-verdianos, e ficou maravilhado e apaixonado com os passos. O repórter fotográfico Santos Pedro registou todos os momentos.

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 21:53



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