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Acima de tudo, cultura geral
Também não esperava que o desfecho fosse aquele qu...
Ups correu mal ;)
Taça dos Campeoes Europeus do ano 1962: Senhor Col...
totalmente de acordo... Não foi um grande jogo, ma...
Quanto às forças armadas, policiais, magistrados, ...
A cantora Daniela Mercury, que assumiu na semana passada ter um caso com a jornalista Malu Verçosa, revelou à revista Veja que esta não é a sua primeira relação homossexual.
«A primeira vez que me apaixonei por uma mulher foi em 1991. Depois, namorei outras. A relação mais séria foi com quem fiquei antes de me casar com o Marco. Com ela, não assumi publicamente a relação. E foi muito mau. Vivia com medo do que a imprensa e os paparazzi pudessem fazer conosco», afirmou a brasileira, que estará em breve no nosso país para dois concertos.
«Eu apaixono-me por pessoas. Não separo por género. Se houvesse uns ETs charmosos por aí, eu ia querer conhecer também. Sou curiosa, sou aberta. Amor não escolhe o sexo. Acho que as pessoas se apaixonam, se amam e pronto.»
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A cantora Daniela Mercury assumiu relação com a jornalista Malu Veçosa e publicou uma foto das duas no Instagram com a legenda: "Malu agora é minha esposa, minha família, minha inspiração pra cantar".
A cantora confirmou em Fevereiro a separação do empresário italiano Marco Scabia, com quem mantinha relação há 3 anos. Com o empresário, Daniel adoptou três crianças. A cantora é ainda mãe de Giovana, 25 anos e Gabriel, 26 anos, fruto do seu casamento com Zalther Povoas.
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Freddie Mercury disfarçou a princesa Diana de homem e levou-a a um bar gay de Londres, no Reino Unido, lembra a atriz Cleo Rocos num artigo publicado este domingo no "Sunday Times".
No livro publicado pela atriz, "The Power of Positive Drinking" ("O poder da bebida positiva", título baseado num tema de Lou Reed), Cleo Rocos recorda que, na década de 80, ela, Freddie Mercury e o ator Kenny Everett vestiram a princesa Diana com um casaco militar, um gorro e óculos de sol para uma noite no Royal Vauxhall Tavern, no Sul de Londres.
"Quando entramos, pensamos que a princesa Diana podia ser reconhecida a qualquer momento. Mas as pessoas simplesmente ignoraram-na. Ela parecia ter desaparecido. E ela adoroou", afirma Cleo Rocos. Ela "parecia um lindo rapaz", acrescenta.
A presença de Mercury, Everett e Rocos desviou a atenção dos presentes e Diana pôde pedir bebidas sem ser reconhecida.
Recorde-se que Diana, ex-mulher do príncipe Carlos e alvo favorito dos paparazzi, morreu num acidente de carro em Paris, em 1997, precisamente quando estava sendo perseguida por fotógrafos.
Freddie Mercury, apreciado pelo público dos Queen, morreu com sida em 1991, aos 45 anos.
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Os índices de mortalidade de homens casados com outros homens caíram expressivamente desde 1990, segundo um estudo dinamarquês publicado no International Journal of Epidemiology. Por outro lado, o grupo de lésbicas casadas é o que tem apresentado maior aumento nas taxas de mortalidade naquele país.
Através do registo civil, os investigadores acompanharam 6,5 milhões de adultos entre 1982 e 2011. Nesse período, 1,7 milhões de pessoas morreram.
Homens e mulheres casados com pessoas do sexo oposto tiveram as menores taxas de mortalidade do que qualquer outro grupo no estudo, incluindo as pessoas que ficaram viúvas, divorciadas ou solteiras.
Mulheres viúvas e divorciadas tiveram cerca de 1,4 e 1,6 mais probabilidade de morrer no período do que aquelas que casaram com um homem, respectivamente, e as taxas de mortalidade para mulheres solteiras aumentaram ligeiramente entre 1982 e 2011 (de 1,5 a 1,7) em relação a mulheres casadas.
Viúvos tiveram uma vez e meia mais risco de morrer que homens casados com outros homens. Homens divorciados também tiveram risco de morte aumentado ao longo do período (de 1,3 para 1,7) em relação a homens casados. Para os solteiros, os números aumentaram de 1,2 para 1,7 entre 1982 e 2011.
A Dinamarca implementou o casamento de pessoas do mesmo sexo em 1989. Alguns anos depois, os índices de mortalidade aumentaram bastante nesse grupo, mas as taxas começaram a cair a partir de 1996, provavelmente pelo advento de tratamentos eficazes contra o HIV. Homens casados com outros homens passaram a viver mais que homens solteiros ou divorciados.
Segundo os cientistas, o casamento pode proteger contra os desafios de ser gay, ou então homens gays mais saudáveis são os mais propensos a casar.
Em contraste, o estudo revela o aumento do risco de mortalidade entre mulheres casadas com outras mulheres. «Desde o ano de 2000, lésbicas casadas tiveram taxas de mortalidade que são quase 90% maiores que as de mulheres casadas com homens na Dinamarca», disse o principal autor da pesquisa, Morten Frisch.
Segundo ele, «as lésbicas podem constituir uma população de alto risco para suicídio e cancro de mama e as descobertas mostram a necessidade de esforços para identificar os factores responsáveis por isso e reforçar o acesso dessa população à saúde primária».
Em relação ao suicídio, aliás, os pesquisadores observam que indivíduos casados com outros do mesmo sexo têm risco maior que os casados com pessoas do sexo oposto.
O casamento costuma ser associado à redução de mortalidade. Mas os cientistas ressaltam que não se trata do estado civil em si: o estudo revelou uma taxa de mortalidade duas vezes maior em pessoas casadas que não vivem com o cônjuge, um achado que não havia sido relatado antes.
Além disso, houve um salto na taxa de mortalidade de homens e mulheres heterossexuais que casaram duas ou mais vezes durante o período de estudo. O aumento foi de 27% para as mulheres a cada novo casamento, e de 16% para os homens.
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Que o Facebook é uma mina de informação pessoal já se sabia. Mas um novo relatório indica que é possível saber muito mais do que se julgava através de um simples like.
Investigadores da Universidade de Cambridge e da Microsoft Research têm andado a recolher informação no Facebook sobre likes e traços de personalidade, recorrendo a aplicações como a MyPersonality. Esta recolha foi, agora, transformada em informação útil e os investigadores dizem que é possível saber coisas como orientação sexual e política ou etnia só pelos nossos likes na rede social, com uma precisão superior a 80%.
As descobertas foram publicadas no Proceedings of the National Academy of Sciences, baseadas em dados que qualquer pessoa pode recolher na Wiki pública myPersonality Project. O projeto encoraja igualmente os visitantes a dar um salto ao site You Are What You Like, que prevê a personalidade dos visitantes tendo em conta os seus likes no Facebook.
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Kevin Clash, o homem que dá voz ao boneco Elmo, na versão original da série infantil 'Rua Sésamo', é acusado de ter mantido relações sexuais com um jovem de 16 anos.
De acordo com informações avançadas pelo site TMZ, Clash está a ser acusado por um homem, atualmente com 23 anos, que alega ter mantido relações sexuais com o homem que empresta a voz a Elmo quando era menor e Kevin tinha 45 anos.
Kevin Clash, que pediu uma licença sem vencimento quando as acusações vieram a público, confirma que manteve um relacionamento com o jovem, mas afirma que o envolvimento só aconteceu quando este já era maior de idade.
Os advogados da Sesame Workshops, produtora da Rua Sésamo, confirmam que o ator de vozes trocou várias mensagens eletrónicas com o acusador e já condenaram publicamente o uso indevido do email da empresa, mas acrescentam que estão a levar a cabo uma investigação para apurar a veracidade das acusações.
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Um site gay de encontros criou uma conta gratuita e vitalícia para o recém-separado Tom Cruise e pede que ele "saia do armário". “Talvez seja hora de explorar outros caminhos", diz a mensagem postada no site.
A carta completa diz: “Querido Tom, triste saber da separação. Agora que o gato (Cat, em referência a Kat, sua ex-esposa) saiu do saco, e você percebeu que o casamento tradicional é uma missão impossível, talvez seja hora de explorar outros caminhos. Adoraríamos ter você. Contate a gente em horadecolocarminhacaçaemação@manhunt.net para uma assinatura sem limites por toda a vida. Você sempre pode contar com a gente. Sinceramente, Manhunt”.
O ator sempre enfrentou boatos de que era gay e chegou a processar algumas pessoas que questionavam sua sexualidade.
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Com R$ 120 mil a menos, a 16ª edição da Parada Gay de São Paulo estará mais pobre se comparado ao ano passado, segundo os organizadores do evento. O tema deste ano será "Homofobia tem Cura: Educação e Criminalização" e deve usar boa parte dos R$ 325 mil arrecadados em patrocínio.
Com orçamento baixo, os trios elétricos consequentemente diminuírão na nova edição. Em 2011 foram 16 carros. Este ano o número é de 12 até o momento --que pode alterar até o dia da Parada, segundo a organização.
A redução de custos pesou principalmente no número dos trios da Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo, que organiza o evento. De cinco carros em 2011, apenas três estão programados para este ano. Um 4º trio só entrará no desfile caso a organização consiga patrocínio próprio para ele.
"O dinheiro arrecadado é destinado para três componentes: as nossas despesas do ano, a Parada e os eventos que acontecem durante o Mês do Orgulho GLBT", disse Fernando Quaresma, presidente da associação. Ele não soube informar quanto do valor arrecadado seria destinado apenas ao dia do evento.
"Encaminhamos o projeto do evento pedindo patrocínio para vários lugares, mas recebemos muitos 'nãos'. É uma coisa inexplicável. Nós temos a maior Parada do mundo e infelizmente não temos apoio e patrocínio", se queixou Quaresma, durante coletiva à imprensa que apresentou a programação do evento.
Os três trios da organização da Parada devem abrir e fechar o evento, que ocorrerá dia 10 de junho, tem previsão para começar às 12h e terminar as 18h. A concentração, no entanto, deve começar a partir das 10h em frente ao Masp (Museu de Arte de SP).
O primeiro trio representará o tema do ano, o segundo será o carro da diversidade. O evento será fechado com o carro cujo tema é a paz, combatendo a violência contra a comunidade GLBT.
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Estados Unidos - A vida de John Travolta virou de cabeça para baixo na última semana. O ator de 58 anos está sendo acusado de assédio sexual pelo terceiro homem. Desta vez, a vítima fez questão de se identificar. Trata-se do chileno Fabian Zanzi, funcionário de uma empresa de cruzeiros.
De acordo com informações do site “Radar Online”, o ator teria oferecido a quantia de R$ 23,5 mil (US$ 12 mil) para ter relações sexuais com Fabian, que alega ter recusado a proposta.
Fabian diz ainda que o ator aproximou-se dele durante um cruzeiro pelo Caribe em 2009, ocasião em que John era convidado VIP. Zanzi falou ao jornal “ABC” que o ator se aproximou dele dizendo que estava com um problema no pescoço e, quando os dois ficaram mais perto, Travolta teria tirado um casaco branco e ficado nu. “Ele me abraçou e me pediu para fazer uma massagem”, contou ele ao detalhar a cena. O funcionário disse ainda que relatou os fatos aos seus superiores, mas foi demitido depois por não terem acreditado em sua versão.
Só nesta semana, esta é a terceira acusação de assédio sexual envolvendo John Travolta. A primeira acusação foi na segunda-feira, quando um massagista acusou o ator de ter pedido favores sexuais em um hotel de Los Angeles. No dia seguinte, um outro massagista fez uma acusação semelhante, mas garantiu ter provas incontestáveis. Os dois massagistas estão sendo representados pelo mesmo advogado e cada um deles pede indenização de R$ 3,8 milhões (US$ 2 milhões).
A publicação ainda não informa se Fabian Zanzi vai processar o ator. Travolta, por sua vez, assegura que as acusações são inventadas. Travolta é casado com a atriz Kelly Preston desde 1991. O filho mais velho do casal, Jett, morreu em 2009. Travolta e Kelly têm outros dois filhos: Ella Bleu e Benjamin.
O site tem uma nova informação sobre o primeiro massagista a acusar o ator. Segundo eles, o acusador se equivocou na data de quando o ator teria o assediado. No entanto, ele mantém a acusação contra o ator.
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Parecer do Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida considera que projetos de lei do PS e do PSD não justificam devidamente a proibição no acesso de homossexuais à procriação medicamente assistida.