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As bolsas de Nova Iorque encerraram a sessão de hoje em queda, com o Dow Jones a ser o mais prejudicado.
O índice Dow Jones, que reúne as 30 cotadas de maior capitalização em Wall Street, terminou a recuar 216.95 pontos para 14,960.59.
O índice S&P500, de composição mais alargada, perdia 22.48 pontos até 1,608.90.
O Nasdaq Composite descia 43.78 pontos para 3,401.47.
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As bolsas norte-americanas fecharam em alta, suportadas por dados económicos que apoiam uma manutenção dos estímulos económicos por parte da Reserva Federal e por indicações nesse sentido proferidas presidente da Fed de Atlanta.
O Dow Jones subiu 0,92% para 15.254,03 pontos e o Nasdaq avançou 0,27% para 3.465,36 pontos. O S&P500, que chegou a perder terreno ao longo da sessão, também terminou em alta, com um avanço de 0,59% para 1.640,42 pontos.
Nas últimas duas semanas as bolsas norte-americanas fecharam em queda, o que já não acontecia de forma consecutiva desde Novembro de 2012.
Pouco depois da abertura das bolsas, o ISM revelou que o índice que mede a produção industrial resvalou para 49 pontos, face aos 50,7 do mês passado, sendo que 50 pontos é a marca que separa o crescimento da contracção.
Os analistas inquiridos pela Bloomberg apontavam para um resultado entre 49 e 54 pontos, sendo que a média seria de 51 pontos, sendo que este dado aponta para uma fragilidade na recuperação da economia, o que pode ser visto com um travão para a Reserva Federal abrandar o ritmo de compra de obrigações soberanas.
A reforçar esta expectativa que a Fed não irá tão depressa alterar a sua política monetária, o presidente da Fed de Atlanta sinalizou em entrevista à Bloomberg que o banco central está comprometido com o actual programa de estímulos à economia, sendo que qualquer alteração na política seguida até aqui não será significativa. “Uma política acomodatícia de nível elevado vai permanecer”, garantiu Dennis Lockhart.
A impulsionar os índices estiveram as cotadas do sector farmacêutico Merck e Bristol-Myers, com ganhos acima de 3%, depois do JPMorgan ter afirmado que os seus medicamentos experimentais de combate ao cancro são “promissores”.
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O Dow Jones subiu 0,69% para 15.409,39 pontos, o Nasdaq avançou 0,86% para 3.488,888 pontos e o S&P500 cresceu 0,64% para 1.660,08 pontos.
Os principais índices bolsistas dos EUA regressam assim à negociação depois de ontem não terem negociado devido às comemorações do Memorial Day. Na semana passada, o balanço foi negativo para as bolsas, recuperando assim esta terça-feira parte das perdas acumuladas na semana passada.
A contribuir para a subida dos índices está também a divulgação de dados económicos, com especial destaque para o índice de confiança das famílias que cresceu para 76,2 pontos, em Maio, o que corresponde à leitura mais alta desde Fevereiro de 2008 e supera mesmo a estimativa mais elevada avançada pelos analistas consultados pela Bloomberg. A média das previsões dos economistas apontava para uma subida do índice para 71,2 pontos.
A evolução dos preços das casas também está a ajudar o comportamento dos índices bolsistas. O índice S&P/Case-Shiller aumentou 10,9%, em Março, quando comparado com igual período do ano passado, segundo a Bloomberg. Este é o maior aumento homólogo desde Abril de 2006. O acréscimo foi superior ao esperado pelos analistas consultados pela Bloomberg que apontavam para um aumento de 10,2%.
Os investidores aguardam ainda a divulgação do índice de confiança dos consumidores, com os economistas a aguardarem que seja divulgado um aumento da confiança das famílias para o nível para elevado dos últimos seis meses, em Maio.
Na banca, o Bank of America subiu quase 1% para 13,35 dólares e o Goldman Sachs avançou mais de 1% para 160,70 dólares.
Entre as tecnológicas, a Amazon subiu 2,12% para 267,29 dólares e a Microsoft ganhou 2,19% para 35,02 dólares. Do lado oposto fecharam as acções da Apple e da Yahoo com quedas de cerca de 1% para 441,439 dólares e 26,07 dólares, respectivamente.
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O presidente do banco central dos EUA, Ben Bernanke, disse anteontem que o ritmo de compra de activos, no âmbito da terceira ronda do programa de estímulos à economia (QE3), poderá começar a ser gradualmente abandonado se as condições económicas melhorarem.
Esta possibilidade, que muitos comentadores e analistas consideram prematura, continuou a pesar na tendência de Wall Street, ofuscando assim os bons dados hoje divulgados, que deram conta de um aumento de 3,3% das encomendas de bens duradouros em Abril, depois de uma queda de 5,9% em Março.
Recorde-se que o Dow Jones e o S&P 500 estavam a marcar máximos históricos consecutivos antes de iniciarem este movimento baixista.
O índice industrial Dow Jones foi o único dos três grandes que conseguiu encerrar em ligeira alta, a subir 0,06% para 15.303,10 pontos.
O Standard & Poor’s 500 fechou a ceder 0,06% para 1.649,60 pontos, enquanto o índice tecnológico Nasdaq perdeu 0,01% para se estabelecer nos 3.459,14 pontos.
A Sears Holdings afundou depois de a retalhista controlada pelo gestor de fundos de cobertura de risco Edward Lampert ter reportado prejuízos.
Também a Gap perdeu terreno, após anunciar estimativas para os lucros que ficaram aquém do esperado pelos analistas.
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As bolsas nova-iorquinas encerraram novamente no vermelho, embora com quedas ligeiras, esta quinta-feira. Os mercados foram pressionados pelos maus dados económicos vindo do Oriente, designadamente da China e do Japão.
Na New York Stock Exchange (NYSE), o Dow Jones Industrial deslizou 0,08%, para os 15.294,50 pontos, enquanto o S&P 500 cedeu 0,29%, para os 1.650,53 pontos. Entre as maiores quedas destacaram-se a Alcoa e a Microsoft, enquanto a HP sobressaiu pela positiva.
Na plataforma Nasdaq, onde as tecnológicas têm um peso determinante, o Nasdaq Composite caiu 0,11%, para os 3.459,42 pontos.
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Ben Bernanke (na foto), presidente da Reserva Federal dos Estados Unidos - o banco central norte-americano -, foi o grande responsável pelas variações de Wall Street na sessão desta quarta-feira, 22 de Maio.
Ao início da tarde, Bernanke fez um discurso no Congresso dos EUA em que assinalou que uma retirada prematura do programa de estímulos monetários à economia norte-americana poderia colocar em perigo a sua recuperação.
Estas palavras impulsionaram os índices das bolsas S&P 500 e Dow Jones para novos máximos históricos intra-diários – e também dinamizaram o índice geral europeu Stoxx Europe 600, que terminou a ganhar 0,19%.
Contudo, a valorização de Wall Street não foi sustentada. Pelas 19 horas, os mercados inverteram para terreno negativo e foi aí que encerraram. O Dow Jones perdeu 0,52% para os 15.307,17 pontos, ao passo que o S&P 500 terminou a ceder 0,85% para os 1.654,99 pontos. Ambos afastaram-se, assim, do máximo histórico, embora acumulem ainda valorizações acima de 16% desde o início do ano.
O tecnológico Nasdaq marcou a desvalorização mais acentuada, 1,11%, terminando o dia nos 3.463,299 pontos.
Para esta inversão da tendência contribuiu, mais uma vez, Ben Bernanke, mais precisamente a divulgação das minutas da reunião dos membros da Reserva Federal que ocorreu no início do mês. Neste encontro, alguns participantes da Fed, que Bernanke preside, deram a entender a intenção de retirar alguns estímulos monetários nos próximos encontros caso o mercado laboral continue a mostrar sinais de melhoria.
Como indicam os dados da agência Bloomberg, todas as 10 indústrias que constituem o S&P 500 encerraram com quedas. Entre as grandes empresas, o Citigroup perdeu 1,28% para os 51 dólares por acção e o Goldman Sachs recuou 0,86% para os 159,34 dólares. Nas tecnologias, Amazon, Facebook, Google e Oracle recuaram todas mais de 1%.
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Após uma sessão de queda, as bolsas dos Estados Unidos regressaram aos ganhos. O Dow Jones avançou 0,34% para os 15.387,58 pontos, o Nasdaq ganhou 0,16% para os 3.502,12 pontos e o S&P500 subiu 0,17% para os 1.669,17 pontos.
Deste modo, o Dow Jones e o Standard & Poor's 500 marcaram hoje novos máximos históricos e novos recordes de fecho, ao passo que o tecnológico Nasdaq está nos valores mais altos do ano.
Os mercados bolsistas parecem ter respirado de alívio após o presidente da Fed de St. Louis, James Bullard, ter defendido que o programa de compra de obrigações deve ser mantido, embora possa ser considerada a redução do seu montante.
Estas declarações estão em linha com as indicações de outros membros da Fed que, durante a última semana, defenderam a redução gradual dos estímulos diferindo apenas no momento em que devem começar a ser reduzidos os estímulos.
“A expansão monetária [é a política que] está mais perto da política monetária normal, envolve uma acção clara e foi eficaz”, disse James Bullard da Reserva de St. Louis, citado pela Bloomberg. Declarações alinhadas com a de alguns homólogos da Fed, que defenderam a redução dos estímulos mas divergentes com as de Eric Rosengren da Fed de Boston, que admitiu um aumento dos estímulos à economia.
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O ex-astronauta norte-americano e o segundo homem a pisar a Lua em 1969, Buzz Aldrin, afirmou na quarta-feira que os EUA precisam liderar o processo de colonização de Marte.
"Os EUA têm de começar a colonização em marte", disse Buzz Aldrin, 83 anos, na conferência Humanos e Marte, destinada a especialistas espaciais, na Universidade George Washington, após o anúncio dos EUA de planos para colocar o Homem no planeta vermelho até 2030.
Ao contrário do que o administrador da NASA, Charles Bolden, disse no início da conferência, na segunda-feira, que existem ainda grandes lacunas tecnológicas para se chegar a Marte, Aldrin sustenta que a maior parte das pesquisas já foi feita, reforçando que é preciso mais investimento e vontade política.
"Os EUA precisam continuar a ser o líder do transporte espacial e acho que podemos aproveitar o dinamismo do mercado comercial para desenvolver um sistema de aterragem que pode realmente tornar-se na base para uma autoestrada dos EUA para o espaço", afirmou.
Aldrin, autor do livro intitulado "Missão a Marte: Minha Visão para Exploração Espacial", disse que o título deveria ter sido "Missões em Marte", já que as viagens serão muitas e a presença humana deve ser contínua.
"Devemos concentrar nossa atenção no estabelecimento de uma presença humana permanente em Marte pela década 2030-2040", disse Aldrin. "Os Estados Unidos serão um farol para o desenvolvimento da humanidade", acrescentou.
Segundo Aldrin o primeiro passo seria enviar três pessoas para a lua marciana Phobos "e usar um ano e meio para supervisionar a implantação robótica da base de Marte internacional", admitindo a existência de vários módulos em Marte de outras agências espaciais, como chinesas, europeias, indianas japonesas e russas, mas sempre com os EUA na dianteira.
Aldrin foi o piloto do módulo lunar na Apollo 11. Em 20 de Julho de 1969, ele e Neil Armstrong tornaram-se nos primeiros homens a pisar a Lua.
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As bolsas norte-americanas fecharam em alta, anulando as perdas sentidas na sessão anterior, com a reunião do BCE e os dados do mercado de trabalho nos Estados Unidos a contribuírem para o sentimento positivo dos investidores.
O Dow Jones avançou 0,89% para 14.831,58 pontos e o Nasdaq subiu 1,26% para 3,340,62 pontos. O S&P 500 ganhou 0,94% para 1.597,58 pontos, o valor de fecho mais elevado de sempre e cada vez mais próximo dos 1.600 pontos.
O número de americanos a pedir subsídio de desemprego diminuiu em 18 mil para 324 mil, na semana terminada a 27 de Abril, o que corresponde ao menor número desde Janeiro de 2008, de acordo com os dados divulgados esta quinta-feira pelo Departamento do Trabalho. Os economistas consultados pela agência de informação americana estimavam que os pedidos de subsídios aumentassem para 345 mil.
Este dado reanimou as expectativas dos investidores em relação à economia americana, já que apontam para que as empresas estejam a conseguir manter os seus trabalhadores. Sexta-feira será divulgada a taxa de desemprego nos EUA, com os economistas a preverem que esta permaneça no mínimo de quatro anos, nos 7,6%.
Na Europa também as notícias impulsionaram os mercados accionistas, já que o BCE cumpriu as expectativas e reduziu a taxa de juro de referência da Zona Euro para 0,5%, o valor mais baixo de sempre. Além disso, Mario Draghi deixou a porta aberta para mais reduções na taxa de juro, caso a economia europeia continue sem reanimar.
Em destaque em Wall Street estiveram as acções do Facebook, a beneficiarem da apresentação das receitas do primeiro trimestre do ano, que cresceram 38% para 1,46 mil milhões de dólares. Excluindo itens extraordinários, os lucros foram de 12 cêntimos por acções, quando os economistas previam 13 cêntimos. Os títulos da rede social ganharam 5,61% para 28,97 dólares.
Já a General Motors também fechou em alta, a reflectir os números dos primeiros três meses do ano. Apesar de ter registado uma queda dos lucros para 1,18 mil milhões de dólares, as suas receitas chegaram aos 36,9 milhões de dólares, superando as estimativas dos analistas que apontavam para os 36,6 mil milhões de dólares. Os títulos subiram 3,25% para 31,16 dólares.
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As bolsas nova-iorquinas encerraram em baixa, quarta-feira, terminando a jornada a justificar o dito «sell in May and …», comum nos dias em que o negócio perde valor em Wall Street.
Na NYSE Euronext, o índice Dow Jones cedeu 0,94%, para se estabelecer nos 14.700,57, enquanto o S&P500 recuou 0,93%, a fixar-se nos 1.582,70 pontos.
Por seu lado, na bolsa Nasdaq, o Composite terminou a sessão inaugural de maio a cotar 3.299,13 pontos, registando declínio de 0,89% face ao encerramento da véspera.
Na Europa, a generalidade dos mercados de referência esteve encerrada hoje (incluindo a praça portuguesa), devido ao feriado do Dia do Trabalhador, com excepção da bolsa de Londres, que terminou o dia com uma subida a rondar 0,3% no índice FTSE 100.
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