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Actual presidente de Timor-Leste elogia a forma como decorreram as eleições.
Ramos Horta, o actual Presidente de Timor-Leste e recandidato ao lugar, evita assumir qualquer favoritismo nas eleições que decorreram ontem.
“Estou sereno, à espera do resultado. Se for eleito ganharei a mesma cruz que transportarei com dedicação e determinação, como fiz nos últimos cinco anos. Provavelmente os próximos cinco anos serão mais fáceis, porque a situação hoje é incomparável à de 2007”, afirmou, em declarações à Renascença.
Ramos Horta diz-se tão preparado para a vitória como para a derrota e diz mesmo que a derrota seria positiva para a sua liberdade pessoal. “Se eu não for eleito é também algo muito positivo porque ganho a minha liberdade pessoal. Não faço apostas, espero o resultado serenamente.”
José Ramos Horta diz-se convencido de que haverá uma segunda volta e garante que aguarda, com serenidade, o resultado das eleições.
O actual presidente acredita que haverá uma segunda-volta, tendo em conta que há 12 candidatos e não será fácil alguém conseguir já hoje a maioria absoluta mas evita, mais uma vez, fazer prognósticos sobre a sua passagem, ou não, a essa eventual segunda volta.
Já quanto ao processo eleitoral em curso, Ramos Horta fala em extraordinário civismo e competência. “Estou muito satisfeito com o extraordinário civismo da nossa gente, competência profissional dos técnicos das eleições e da nossa polícia.”
Os votos já estão a ser contados, mas os resultados só deverão ser conhecidos na próxima terça-feira.
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O actual presidente do Governo Regional consegue 53,5% dos votos na sondagem da Intercampus.
Alberto João Jardim deverá manter a maioria absoluta nas eleições regionais na Madeira do próximo domingo, embora o PSD desça quase 11% em relação a 2007, segundo a sondagem da TVI, realizada pela Intercampus.
Os resultados da sondagem apontam para uma vitória de Jardim com 53,5% dos votos, muito à frente dos 16,9% do PS. O CDS-PP surge em terceiro lugar, com 11,8% das intenções de voto e a CDU surge com 3,9%.
Comparando estes resultados com os das últimas eleições, em 2007, Jardim ganhou com 64,2% dos votos, ou seja, este ano desce quase 11%.
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Nem os chuviscos impediram a passeata da candidatura de Manuel Inocêncio Sousa no Sal. Ao som de uma batucada, o candidato apelou ao voto em Santa Maria, ouviu os problemas dos eleitores e prometeu interceder junto do governo e dos municípios caso seja eleito no dia 21 de Agosto.
Foi sem dúvida o porta a porta mais “molhado” deste segunda volta até este momento. Manuel Inocêncio e os seus apoiantes não folgaram um minuto. Percorreram as ruas de Santa Maria à conquista do voto dos indecisos e daqueles que votaram Aristides Lima e Joaquim Monteiro na primeira volta.
Mais confiante e mais alegre, Manuel Inocêncio disse que foi agradável andar à chuva. “A chuva dá muito mais estímulo. O ambiente que encontrei no Sal está bem, para mim está muito evidente que aqui estamos a conseguir reunir votos para reforçar esta candidatura. Vamos melhorar muito o nosso score no Sal”.
Manuel Inocêncio faz um balanço muito positivo desta primeira metade da campanha para a segunda volta. “A minha candidatura nesta volta está virada essencialmente para um trabalho dirigido aos eleitores que não votaram e àqueles que votaram Aristides Lima e Joaquim Monteiro na primeira volta. As impressões que vou colhendo dos meus contactos dizem que estamos a ter sucesso nesta abordagem. É uma abordagem da vitória.”
Para os próximos dias diz que vai intensificar os contactos. “Vamos fazer alguns comícios para animar e criar um ambiente para o final da campanha mas sobretudo vamos continuar a trabalhar directamente com os eleitores". Perguntando se está a sorrir pela vitória responde: “Estou sorridente sempre e muito alegre desde que comecei este périplo. Para mim isso é uma festa. Esta é uma oportunidade de percorrer estas ilhas, de estar com os cabo-verdianos, de falar com eles de receber esse apoio entusiasta. O estímulo que recebo todos os dias, de manifestações de apoio e intenções claras de voto na minha candidatura, naturalmente dá uma alegria”, afirma.
Manuel Inocêncio segue esta terça-feira para São Nicolau onde vai fazer contactos porta a porta na cidade de Ribeira Brava e outros povoados. No Tarrafal tem comício marcado para 19h30. Na quarta segue para a capital do país.
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O grupo Homens da Luta apareceu hoje à porta do Hotel Sana, em Lisboa, onde está concentrada a direcção do PSD, para felicitar Pedro Passos Coelho, tendo dedicado na ocasião uma música de despedida a José Sócrates.
«Passos, amigo, a luta está contigo», foram as palavras de ordem de Jel e Falâncio, dupla que compõe o grupo humorístico e musical que recentemente concorreu ao Festival da Eurovisão.
Jel e Falâncio prometeram hoje continuar a «lutar com alegria», agora com o líder do PSD no poder.
«Estamos aqui para felicitar o dr. Pedro Passos Coelho. Depositamos muita confiança nele», afirmou Jel aos jornalistas.
Os Homens da Luta dedicaram ainda uma música a José Sócrates – o original Balada da Despedida, um fado de Coimbra, adaptando a letra original de «Coimbra tem mais encanto na hora da despedida» para «José Sócrates tem mais encanto na hora da despedida».
Enquanto a dupla cantava, diversos apoiantes sociais-democratas presentes à entrada do Sana juntaram-se para cantar com os Homens da Luta.
A dupla de comediantes lamentou em tom irónico e coloquial a saída de José Sócrates, «um homem que tanto nos ajudou».
Jel e Falâncio prometem seguir agora para junto da comitiva do CDS-PP para demonstrarem apoio a Paulo Portas que, segundo dizem, «é outro grande vencedor» da noite eleitoral.
Gritos de vitória, carros a buzinar e pessoas a envergarem bandeiras laranjas e de Portugal vão-se concentrando à medida que vão sendo revelados os resultados oficiais que apontam para a vitória do PSD.
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As três estações de televisão coincidem nas primeiras projeções que apontam para a vitória do PSD e uma maioria PSD/CDS no novo parlamento.
De acordo com a sondagem da Católica para a RTP, o PSD deverá eleger entre 104 e 114 deputados, seguido do PS com 67 a 55 parlamentares. O CDS deverá eleger entre 22 e 28 deputados, a CDU 18 e o Bloco de Esquerda 11. A RTP avança ainda com a possibilidade do PAN eleger um deputado.
A projeção da Eurosondagem para a SIC prevê que o PSD eleja entre 102 e 109 deputados, o PS entre 69 e 77, o CDS entre 22 e 25, a CDU entre 15 e 16 e o BE entre sete e dez.
Segundo a sondagem da Intercampus para a TVI, o PSD deve eleger entre 107 e 121 deputados, seguido do PS com 64 a 78 deputados.O CDS deverá eleger entre 12 e 28 deputados, a CDU entre 11 e 20 e o Bloco de Esquerda entre quatro e 12.
De acordo com a projeção da RTP, elaborada pelo Centro de estudos e sondagens de opinião da Universidade católica, o PSD obtém entre 37 e 42 por cento dos votos, seguido do PS (entre 26 e 30 por cento) e o CDS, com uma percentagem entre os 11 e os 14 pontos. A CDU garante o quarto lugar nas previsões, com sete a nove por cento das intenções de voto e o Bloco de Esquerda fixa-se entre os cinco e os sete por cento.
A projeção da Eurosondagem para a SIC atribui uma votação de 40 a 41 por cento ao PSD, seguido do PS com 28-29 por cento. O CDS fica-se pelo intervalo 11-12 por cento, seguido da CDU no intervalo 7-8 por cento. O Bloco de Esquerda é apontado pela SIC como a força politica menos votada dos partidos com representação parlamentar: entre os cinco e os seis por cento.
O estudo da Intercampus para a TVI prevê entre entre 37,7 e 42 por cento dos votos para o PSD, enquanto PS garante 24 a 28,8 por cento, o CDS entre os 10,1 e os 13,7 por cento, a CDU a oscilar entre os 6,1 e os 9,4 por cento e o Bloco de Esquerda entre os 3,8 e os sete por cento.
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Sociais-democratas obtém 36,5% das intenções de voto, na sondagem realizada pela Intercampus com simulação de voto em urna.
O PSD chega ao penúltimo dia da campanha eleitoral com 36,5% da preferência dos votos dos portugueses, contra 31,1% do PS e com a possibilidade de obter uma maioria parlamentar com o CDS-PP, de acordo com os resultados da sondagem da Intercampus para o jornal Público, TVI e Rádio Comercial.
Esta sondagem, realizada entre os dias 28 de Maio e 1 de Junho, difere das recentes efectuadas pela Intercampus, uma vez que foi efectuada de forma presencial e não através de telefone.
O CDS chega aos 11,6% e os votos dos sociais-democratas e dos populares juntos somam 48,1%, o que permite a obtenção de uma maioria parlamentar para os dois partidos.
A CDU obtém 7,4% das preferências, acima dos 6% do Bloco de Esquerda.
Os resultados desta sondagem da Intercampus surgem em linha com outras divulgadas recentemente pela Universidade Católica e Marktest, que dão uma vantagem mais consistente ao PSD.
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O secretário-geral do PS vincou hoje que o próximo Governo deverá ter por base uma maioria parlamentar para fazer as reformas necessárias, alegando que o seu executivo minoritário foi alvo de "guerrilha" por parte da oposição.
José Sócrates falava aos jornalistas, após ter participado numa acção em Lagoa, na ilha de São Miguel, na qual teve ao seu lado o líder do PS/Açores e presidente do Governo Regional dos Açores, Carlos César.
Horas antes, em conferência de imprensa, o cabeça de lista do PS pelo Porto, Francisco Assis, tinha admitido que o próximo Governo poderia ser novamente minoritário, desde que tivesse por base um acordo de incidência parlamentar com outras forças políticas.
Perante este cenário, o secretário-geral do PS referiu que, em primeiro lugar, "é preciso esperar que o povo fale" [a 05 de Junho].
"Mas tenho dito sempre que Portugal precisa de um Governo forte, com uma maioria no Parlamento, para que possa governar em benefício de todos", disse.
Depois, Sócrates fez uma alusão à experiência de ter liderado um executivo minoritário no último ano e meio, dizendo que essa mesma experiência "foi a todos os títulos exemplar".
"O Governo, que tinha uma tarefa muito difícil pela frente, foi sempre alvo de uma guerrilha política por parte da oposição, bastando, para tal, ver o que aconteceu com a avaliação dos professores: os quatro partidos da oposição juntaram-se para impedir no último dia da legislatura que a medida fosse para a frente", apontou.
Por isso, o secretário-geral do PS entende que o próximo Governo "terá de possuir as condições políticas para fazer as reformas".
"E isso consegue-se com um Governo maioritário", reiterou José Sócrates.
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Se as eleições legislativas de 5 de Junho se realizassem hoje o PSD venceria com 39,6% dos votos, contra 33,2% do PS, indica uma projecção da sondagem da Intercampus para a TVI e Público. O CDS-PP cai para 12,1%, enquanto a CDU recua para 6,6% e o BE tomba para 5,8%.
Face à sondagem da passada sexta-feira, ainda antes do debate entre José Sócrates e Pedro Passos Coelho, o PSD ganha 3,9 pontos, sendo o único partido a subir. O PS perde 0,9 pontos, enquanto o CDS-PP cai 0,7 pontos, a CDU desce 0,9 pontos e o Bloco de Esquerda recua 1,2 pontos. A votação noutros partidos situa-se em 3%.
Com estes resultados, PSD e CDS-PP obtêm a maioria absoluta, somando 51,7% dos votos.
A projecção foi baseada numa sondagem efectuada entre 18 e 22 de Maio através de 1.021 entrevistas telefónicas. O erro de amostragem, para um intervalo de confiança de 95%, é de mais ou menos 3,06%.
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