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Preço dos manuais escolares não vai sofrer qualquer aumento no próximo ano lectivo

Quarta-feira, 30.03.16

O Governo destaca que esta decisão, que contraria os aumentos registados nos últimos quatro anos, "permitirá aliviar a pressão dos encargos com educação nos orçamentos das famílias portuguesas".

 

O Ministério da Educação anunciou que o preço dos manuais escolares não vai sofrer qualquer aumento no próximo ano lectivo.

 

Num comunicado, o Governo refere que este congelamento resulta da convenção celebrada com a Associação Portuguesa de Editores e Livreiros – APEL, após processo negocial com os Ministérios da Educação e da Economia, que entra em vigor na próxima sexta-feira.

 

Esta decisão, que "contraria os aumentos registados nos últimos quatro anos, permitirá aliviar a pressão dos encargos com educação nos orçamentos das famílias portuguesas", refere uma nota divulgada pelo Ministério da Educação.

 

O Governo recorda que neste âmbito dos manuais escolares, o Ministério da Educação irá assegurar a distribuição gratuita dos manuais escolares a todos os alunos do 1.º ano do 1.º ciclo do Ensino Básico.

 

A gratuitidade dos manuais escolares para os alunos do 1.º ano do 1.º ciclo do Ensino Básico foi aprovada a 14 de Março na Assembleia da República, no âmbito do Orçamento do Estado. A proposta foi do PCP e mereceu os votos favoráveis também do PS e do Bloco de Esquerda (BE). O PSD e o CDS-PP abstiveram-se.

 

A proposta já aprovada no Parlamento prevê também que seja criado um grupo de trabalho, que terá como missão a "definição de um programa de aquisição e reutilização de manuais escolares e recursos didácticos com vista a implementar a progressividade, no prazo da actual legislatura, a sua gratuitidade em toda a escolaridade obrigatória".

 

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 14:30

Por que 3x5 não é igual a 5x3

Sábado, 07.11.15

5x3.jpg

 

Mesmo para os adultos que ainda sofrem com tabuada, 5x3 não traz grandes dificuldades.

 

Então por que essa simples conta está causando uma polêmica tão acalorada na internet?

 

Tudo começou quando uma foto da resposta dada a essa questão em um exame de um aluno americano foi compartilhada na rede social Reddit.


Na prova, o aluno responde que 5x3 era igual a 15 seguindo o raciocínio de que a soma de 5+5+5 tem o mesmo resultado. Mesmo assim, o professor corrigiu a questão dizendo que a resposta do aluno estava errada.

 

O professor faz a correção dizendo que a solução correta era "3+3+3+3+3".

 

A foto do exame deu a volta ao mundo, dividindo internautas entre partidários e detratores da professora e do aluno.

 

Diante da polêmica, o professor deixou claro que o exame pedia que fosse usada a 'estratégia de adição repetida', e que 5x3 significa que a ideia era somar 5 vezes o número 3, ou seja, 3+3+3+3+3.

 

A polêmica foi tamanha que o Conselho Nacional de Professores de Matemática dos EUA (NCTM, na sigla em ingles) resolveu se posicionar, dando razão ao professor.

 

"Parte do que ensinamos às crianças está baseado no fato de que queremos que elas sejam pensadoras e capazes de solucionar problemas. Queremos que os alunos entendam o que estão fazendo, e não apenas dar a resposta certa", disse Diane Briars, presidente da organização.

 

Para os defensores do método, ele ajuda os estudantes na hora de lidar com problemas mais complexos.

 

Já os críticos desse método afirmam que ele pode ser muito confuso para as crianças. E que seria por demasiado estrito considerar a resposta no exame errada, já que a resposta final à equação colocada está correta.

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 11:06

Concurso extraordinário para financiamento do Ensino Artístico Especializado

Terça-feira, 13.10.15

Será lançado nos próximos dias o concurso extraordinário no âmbito do financiamento do Ensino Artístico Especializado, com um montante global disponível de 12 milhões de euros (4 milhões de euros por ano), destinado a um reforço de verbas nos casos em que se registou um decréscimo do financiamento médio em função da harmonização do valor pago por aluno a nível nacional. O lançamento ocorre depois de terem sido homologados os resultados definitivos do procedimento concursal inicial, cujas listas definitivas foram hoje divulgadas.

 

Em 2015/2016, o financiamento ao Ensino Artídtico Especializado (EAE) passou a ter uma única fonte. O POPH deixou de financiar as regiões de convergência, e o Orçamento de Estado, que complementava o financiamento nessas regiões e assumia-o completamente nas regiões da Área Metropolitana de Lisboa e do Algarve, tornou-se a única fonte em todo o País. O valor total de financiamento, no entanto, foi mantido: 55 milhões de euros por ano, ou 165 milhões de euros ao longo de 3 anos.

 

Para além da fonte financiadora, foi alterado também o modelo de financiamento. Os dois modelos – um nas regiões de convergência e outro nas regiões da Área Metropolitana de Lisboa e do Algarve – que existiam até 2014/2015 foram substituídos por um modelo único a partir de 2015/2016, de forma a harmonizar os valores praticados. Foi também implementado um concurso público a nível nacional, de forma a garantir maior equidade e transparência, e estabelecido o financiamento em triénios, de forma a garantir uma maior estabilidade às escolas e alunos.

 

Após a conclusão do processo de candidatura, verificou-se que, apesar de o montante de financiamento global destinado ao EAE ser igual ao de anos anteriores e de não haver nenhuma intenção de redução, os resultados apurados aquando da publicação das listas provisórias revelavam uma diminuição dos valores de financiamento e do número de alunos abrangidos em algumas CIM (Comunidades Intermunicipais) que afetaram algumas escolas, com maior incidência na Área Metropolitana de Lisboa e no Algarve.

 

Assim, conforme comunicado pelo Ministro da Educação e Ciência no dia 21 de setembro, o resultado do procedimento anterior deverá ser complementado com um novo procedimento. Essa decisão prende-se com a intenção de manter e mesmo o alargar o acesso ao EAE, garantindo a possibilidade de ingresso nas ofertas de iniciação artística e a continuidade dos alunos que já integraram essas ofertas em anos anteriores e permitindo o apoio financeiro a um maior número de alunos.

 

 

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 20:55

ORÇAMENTO DESTINADO À EDUCAÇÃO ESPECIAL «FOI REFORÇADO EM DIVERSOS MOMENTOS»

Segunda-feira, 28.09.15

«Nesta legislatura, o Ministério da Educação e Ciência nunca reduziu o orçamento destinado à Educação Especial. Antes pelo contrário, este orçamento foi reforçado em diversos momentos», refere o Ministério em comunicado a propósito de uma notícia publicada na imprensa.

 

«De facto, desde 2011 que o montante destinado a financiar os apoios especializados no âmbito dos planos de ação elaborados pelas escolas tem vindo a ser sucessivamente reforçado, tendo em conta o número de alunos referenciados para os apoios especializados com planos de ação elaborados pelas escolas. Este mesmo reforço tem acontecido nos últimos anos letivos. Em 2014-2015 o orçamento dos Centros de Recursos para a Inclusão foi reforçado em dois milhões de euros – correspondentes a um aumento de 20% do montante global de financiamento destinado aos CRI –, e em 2015/2016 esse montante recebeu ainda um ligeiro incremento».

 

«Relativamente ao número de professores de Educação Especial em funções, não houve nenhuma redução, tendo havido, também de 2014-2015 para 2015-2016, um aumento do número de docentes, e tendo-se verificado ainda a inclusão de mais professores nos quadros».

 

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 21:41

Site ajuda professores a procurar emprego e pais a procurar professores

Quarta-feira, 02.09.15

Um professor criou uma plataforma digital onde os colegas desempregados podem procurar trabalho, as empresas podem encontrar docentes e os encarregados de educação descobrir um explicador para os seus filhos.

 

A ClickProfessor é um espaço na internet que está disponível a partir de 01 de setembro e permite aos docentes criar, de forma gratuita, um perfil com os dados relativos à sua experiência profissional e formação académica.

 

A informação -- que pode ser disponibilizada através de um pequeno vídeo pessoal - fica acessível a todos os que procuram os serviços de um docente: empresas e famílias.

 

A ideia partiu de Marco Rodrigues, um professor com formação na área das Belas Artes, que entrou para a docência em 2008 e que, cansado da instabilidade profissional, decidiu lançar uma plataforma alternativa para quem não consegue trabalhar para o Ministério da Educação e Ciência.

 

"Existem muitas alternativas para os professores e educadores de infância. Existem cursos de aprendizagem e de formação e muitas outras ofertas, porque o Ministério da Educação não é único empregador dos professores", contou à Lusa.

 

Marco Rodrigues acredita que a plataforma www.clickprofessor.pt poderá ser "um grande aliado para os que, agora em setembro, se encontrem novamente em situações de desemprego", uma vez que ali há "anúncios" de professores mas também de empresas que procuram docentes.

 

A plataforma tem ainda uma área destinada a encarregados de educação que também podem procurar, gratuitamente, um explicador para os seus filhos.

 

"Os pais escusam de recorrer aos centros de estudo que, em alguns casos, significa pagar o dobro pelo mesmo serviço. Para os professores também é melhor porque deixa de existir um intermediário", defendeu Marco Rodrigues.

 

Os pais podem ler o currículo dos professores mas também ver o vídeo e entrar em contacto com qualquer um dos professores e explicadores particulares.

 

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Publicado por Planeta Cultural às 12:38

Ganha-se mais 1,7 milhões de euros com curso superior do que com o 9.º ano

Terça-feira, 17.03.15

Um aluno com um curso superior ganha mais 1,7 milhões de euros, durante a sua vida profissional, do que alguém com apenas o 9.º ano, segundo um estudo promovido pelo Conselho Nacional de Educação (CNE).

 

O CNE queria saber quanto é que se perde por ter menos estudos e, em colaboração com economista Mário Centeno, do Banco de Portugal, calculou as diferenças salariais, tendo em conta os diferentes ciclos de ensino, e concluiu que o investimento na educação compensa.

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 22:51

Quadros vão ter mais 1453 professores

Sexta-feira, 27.02.15

Este ano, pela primeira vez, vai ser aplicada a norma-travão criada por Nuno Crato para responder à Comissão Europeia que acusou o governo de recorrer demasiado aos contratos sucessivos de trabalho. Entram assim nos Quadros de Zona Pedagógica (QZP) 1453 professores que completaram cinco contratos anuais e sucessivos de trabalho em escolas públicas.

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 20:43

917 professores começam o ano com horário zero

Terça-feira, 09.09.14

As listas de colocação de professores foram divulgadas esta terça-feira, cerca das 17:15. As listas divulgadas no site da Direção Geral da Administração Escolar mostram que, este ano, não foram contratados quaisquer professores em vários grupos de recrutamento, como Educação Visual e Tecnológica ou Inglês do terceiro ciclo. 

No total, foram hoje colocados nas escolas 6744 docentes, dos quais 3488 são dos quadros e 3256 são contratados. «Dos horários solicitados pelos estabelecimentos de ensino nesta fase, foram preenchidos 3488, com recurso a professores dos quadros, 2370 através da contratação inicial e 886 com recurso à renovação», adianta o Ministério da Educação (MEC), em comunicado enviado às redações. 

O MEC adianta também que caiu para «menos de metade» o número de docentes com horário zero. «Do total de 4405 docentes dos quadros opositores à mobilidade interna, foram colocados 3488. Caiu assim para metade (917) o número de docentes que estão transitoriamente sem componente letiva, em relação ao número equivalente no ano passado», adianta ainda o Ministério. 

O Governo promete ainda que o «número de docentes sem componente letiva irá ser reduzido significativamente ao longo das próximas semanas».

Pode consultar a lista completa da colocação de professores para o ano letivo de 2014/1015 aqui .

 

 

In' TVI24

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Publicado por Planeta Cultural às 21:32

959 docentes com aumento salarial e retroactivos desde 2011

Segunda-feira, 21.07.14

Quase 1.000 professores vão ter uma folha salarial com mais dígitos no final de Agosto. O devido reposicionamento destes docentes na tabela salarial dará mais 245 euros a cada um por mês. Além deste aumento, os 959 docentes vão ainda receber os retroactivos desde 2011.

 

"A Direcção-geral de Planeamento e Gestão Financeira iniciou hoje [dia 21 de Julho] o procedimento de reposicionamento no índice remuneratório 272 de cerca de 959 professores. (...) O reajuste será reflectido no recibo de vencimento de Agosto e o reposicionamento tem efeitos desde 2011, sendo pago retroactivamente desde essa altura. O Ministério da Educação e Ciência corrige assim uma irregularidade herdada, repondo a equidade". O comunicado chegou às redacções ao final do dia de segunda-feira, mas o ministério não esclareceu o Negócios sobre o montante que será gasto com esta reposição.

 

Desde 2010 que o Estatuto da Carreira Docente previa a progressão dos docentes com quatro, cinco e seis anos de serviço. Os dois primeiros foram reposicionados logo na altura, mas estes últimos permaneceram no índice 245 até porque com o Orçamento de Estado para 2011 impedia valorizações remuneratórias. Agora, e depois de decisões judiciais favoráveis aos docentes, o Ministério de Crato vai regularizar a situação e o salário destes docentes passará de 2.227 para 2.473 euros. Em Agosto receberão ainda retroactivos desde 2011.

 

A partir de Setembro, será a vez dos professores contratados com horários anuais e completos receberem um aumento salarial. Esta é uma das medidas adoptadas pelo Governo português para responder às exigências da Comissão Europeia.

 

 

 

In' Jornal de Negócios

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Publicado por Planeta Cultural às 21:51

Mais de 26 mil docentes candidataram-se a um lugar nos quadros

Quarta-feira, 02.07.14

O Ministério da Educação abriu 1.954 lugares nos quadros das escolas. As listas provisórias, agora publicadas, revelam que se candidataram 26.573 docentes. Ao concurso de contratação inicial concorreram 39.273 docentes

 

Para cada vaga aberta nos quadros, neste concurso externo de vinculação extraordinária, houve 13 candidatos. Esta conta rápida vem fortalecer aquela que tem sido a posição dos sindicatos do sector, que desde sempre disseram que o Ministério da Educação tinha aberto poucas vagas para integrar professores nos quadros.

 

A este concurso, aberto pelo Ministério de Nuno Crato no seguimento de uma exigência da Comissão Europeia, podiam candidatar-se docentes que tenham exercido funções em estabelecimentos públicos, em pelo menos 365 dias, nos três anos lectivos anteriores ao da data de abertura do concurso, em regime de contrato de trabalho em funções públicas a termo resolutivo e a obtenção de um mínimo de Bom na avaliação de desempenho docente naquele período.

 

Como cada candidato podia concorrer a mais do que um grupo de recrutamento e a diferentes quadros de zona pedagógica, ao todo chegaram ao Ministério da Educação perto de 136 mil candidaturas, de acordo com o comunicado enviado neste final de tarde às redacções.

 

Em Janeiro, o ministro da Educação, Nuno Crato, já tinha anunciado a abertura de um concurso para vinculação extraordinária de cerca de dois mil professores, no sentido de dar seguimento a uma exigência da Comissão Europeia. Mas assim que foi publicado o diploma com a fixação do número exacto de vagas (1.954) e distribuição em termos geográficos e de disciplinas não tardaram críticas. Professores criticaram as poucas vagas abertas face ao número de professores que andam há anos a renovar contratos nas escolas e estão em condições de passar para os quadros, bem como a concentração em determinadas zonas e disciplinas e as desigualdades que se podem vir a criar.

 

O secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar, Casanova de Almeida, explicou na altura que o número de vagas abertas tinha em conta as projecções para as aposentações de docentes até 2020, as rescisões, os professores em mobilidade estatutária e as projecções demográficas. "O que estamos a fazer é garantir que os professores que acedem a um vínculo com o MEC, acedem a lugares que efectivamente representam necessidades, e, como tal, não ficarem sem a possibilidade de formação de horário com componente lectiva", acrescentou, citado pela Lusa.

 

Um grupo de mais de 150 docentes chegou mesmo a entregar uma providência cautelar no Tribunal Administrativo do Porto para suspender o concurso. O objectivo passava por garantir que os professores dos quadros (que até gostariam de se aproximar de casa) não sejam ultrapassados por docentes até aqui a contrato e até mais jovens.

 

O secretário de Estado explicou que, tal como está previsto, os docentes contratados que este ano venham a conseguir entrar nos quadros terão obrigatoriamente que concorrer ao concurso de mobilidade geográfica previsto para 2015, onde o lugar que ocuparam será colocado a concurso, podendo vir a ser ocupado por um professor dos quadros com maior antiguidade, se este manifestar interesse em ocupar a vaga.

 

Com este concurso o Ministério de Nuno Crato terá vinculado em 1 de Setembro de 2014, 2.600 docentes aos quadros. No próximo ano será ainda introduzida uma norma travão de acesso semiautomático aos quadros para professores com cinco anos de serviço docente sucessivos, com horários anuais e completos.

 

Quase 40 mil tentam contrato anual

 

A par deste concurso, o Ministério abriu ainda o concurso anual de contratação inicial e reserva de recrutamento para o ano de 2014/2015. A este candidataram-se 39.273 docentes, num total de mais de 58 mil candidaturas.

 

O período de reclamação inicia-se amanhã, 3 de Julho, e prolonga-se por cinco dias úteis, até às 18h00 horas, de Portugal Continental, do dia 9 de Julho de 2014. 

 

 

In' Jornal de Negócios

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Publicado por Planeta Cultural às 21:34



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