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Herman faz declarações polémicas sobre Maria Vieira

Domingo, 01.10.17

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Em causa estão as controversas publicações no Facebook da atriz.

 

Para Herman José, os textos escritos no Facebook de Maria Vieira não são da sua autoria, mas sim do marido.

 

No podcast “Maluco Beleza”, de Rui Unas, Herman explicou: “Quando ouves a Maria Vieira falar – e estou a dizer isto sem o mínimo de ironia – percebes que ela não tem mais do que 50 palavras no seu vocabulário”. No Facebook “a escrita é elaboradíssima, fala em paradigma, fala em pusilanimidade, uma riqueza de vocabulário que não se encaixa na Maria”, diz Herman.

 

“Aquele corpo de duas cabeças faz com que ele tenha uma paixão grande pela escrita e escreva muito e ela o acompanhe, solidária, dando-lhe a visibilidade do nome”, acrescenta.

 

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 13:51

Teatro: “A Farsa do Patrão”

Terça-feira, 02.05.17

O Centro Cultural de Poceirão acolhe, no dia 6 de maio, às 21h30, a peça “A Farsa do Patrão”, pelo Teatro “Os Zecas”, a mais recente produção deste grupo oriundo da Baixa da Banheira, espetáculo que conta com encenação de Luciano Barata.

Com entrada gratuita, a peça, destinada a maiores de 6 anos, é uma contundente sátira política que concilia os métodos de representação da revista à portuguesa com a tradição da comédia Dell´arte, que anima as melhores experiências teatrais de Dário Fo.

 

Sinopse:

«Em consequência de uma greve numa fábrica, cujo dono delibera unilateralmente descontar um terço dos salários dos trabalhadores para adquirir novas máquinas e fazer face à concorrência, estes mesmos operários decidem empreender formas de luta, mediante um estratagema em que põem a nu a exploração e opressão de que são vítimas, vindo mesmo a ocupar a fábrica e a afastar o patrão daquele local de trabalho.

Enquanto isso, o Comissário da Polícia, mobilizado pelo patrão, ordena o despejo dos grevistas.»

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Publicado por Planeta Cultural às 19:57

Ela não toca violão...humilha!

Segunda-feira, 17.10.16

Existem pessoas que nascem prá.......quilo.....!

Esta, se tivesse posses e oportunidades, não estava tocando na berma de uma estrada não....

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Publicado por Planeta Cultural às 20:20

Queen no Rock in Rio Lisboa celebram a carreira do grupo e sobretudo recordam Freddy Mercury

Sábado, 21.05.16

Os Queen iniciaram na sexta-feira no Rock in Rio Lisboa uma nova digressão para celebrar a carreira do grupo e sobretudo para recordar Freddy Mercury, num concerto em que foi prometida magia para “gente porreira”.


No segundo dia do festival, 74 mil pessoas juntaram as vozes para interpretar a maioria das músicas que os britânicos Queen interpretaram em Lisboa, acompanhados do cantor norte-americano Adam Lambert no lugar de Freddy Mercury.


Superada a meia hora de atraso, que lhe valeu algumas assobiadelas, o grupo interpretou meia dúzia de canções, mais hard rock, antes Adam Lambert recordar que não estava ali para substituir Freddy Mercury, que morreu em 1991. “Só há um Freddy Mercury, vamos celebrá-lo juntos”, disse.


O alinhamento que se seguiu serviu para isso mesmo, provando que Freddy Mercury é insubstituível e que as canções estão cristalizadas na interpretação dele. Adam Lambert pouco acrescentou ao que já se conhece das canções. Foi assim em “We will rock”, “Show must go on” ou “Somebody do love”.


O concerto teve vários momentos “para mais tarde recordar”, como a vez em que o guitarrista Bryan May tirou uma fotografia panorâmica ao público, com milhares de luzes de telemóveis acesas. Antes de tudo, o músico quis saber: “Gente porreira de Portugal, tudo bem?”.


Bryan May protagonizou ainda um momento emotivo, quando na língua de palco junto ao público interpretou, com guitarra acústica, o tema “Love of my life”, convidando os espetadores a cantarem com ele. “A magia vai acontecer”, disse.


Durante o concerto, o baterista Roger Taylor contou com a ajuda do filho, Rufus Tiger Taylor, também ele baterista, com quem protagonizou um curto duelo de baterias.


A lembrança e o carisma de Freddy Mercury estiveram sempre presentes ao longo do concerto, materializando-se, quase no fim das duas horas de atuação, em “Bohemian Rhapsody”, quando nos ecrãs gigantes apareceram excertos de atuação do cantor e do teledisco.

 

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 10:26

Prince morreu

Quinta-feira, 21.04.16

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Foto: Reprodução via internet

 

Prince, cantor norte-americano, morreu hoje, (quinta-feira)  na sua propriedade de Paisley Park, no Minnesota - Estados Unidos. O cantor tinha 57 anos e a sua morte foi confirmada à AP através da sua representante.

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Publicado por Planeta Cultural às 21:10

Mia Couto questiona: Porque a indústria do armamento não entrou em crise?

Quinta-feira, 14.04.16

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Uma homenagem ao escritor marcou o arranque da sexta edição do Festival Literário da Madeira. O autor foi desafiado a falar sobre um verso seu que diz: “Serve-nos a vida mas não nos chega”, contudo a conversa ganhou outras vidas e passou pela questão do medo.

 

Primeira sessão, sala cheia no Teatro Baltazar Dias para a inauguração da sexta edição do Festival Literário da Madeira. Mia Couto foi o homenageado e o convidado da primeira conversa do festival que este ano tem como tema “Falsidade e Verdade”.

 

Numa entrevista conduzida pelo jornalista Fernando Alves, Mia Couto falou da questão do medo. “Fomos concebidos para ter medo de não saber”, afirmou o autor que confessou esquecer-se muitas vezes daquilo que já escreveu. Para o escritor moçambicano “a grande ameaça está dentro de nós”, é lá que residem “os maiores inimigos”, explicou e admitiu ter um “medo desgraçado” do que está dentro de si.

 

Numa conversa que durou mais de uma hora, em que Mia Couto foi falando de si mas também da sua escrita, o público ficou a saber que o escritor sofre de insónias e que, por vezes, tem um “caderninho” onde vão apontando algumas ideias porque diz “estar disponível para receber as histórias”.

 

A escrever o segundo livro da trilogia “As Areias do Imperador”, depois de ter lançado em 2015 o primeiro volume “Mulheres de Cinza”, Mia Couto regressou ao tema do medo na conversa ao afirmar que “hoje o medo é a maior produção mundial”. Para Mia, “as pessoas têm de desistir de ser cidadãos”. E deu o exemplo: “Nós para entrar num aeroporto ou avião hoje em dia temos quase de entregar o corpo e a alma em nome da segurança. E pensamos que a solução é essa, a da construção de um inimigo”.

 

Processo criativo caótico

 

Sem falar em questões como os atentados de Paris ou Bruxelas, o autor de “Terra Sonâmbula” falou da “necessidade absoluta da construção do medo” e comparou os Homens de hoje aos soldados que não fazem perguntas e concluiu com uma questão que arrancou as palmas do público: “Porque é que a indústria do armamento não entrou em crise financeira?”

 

A primeira sessão do Festival Literário da Madeira, que terminou com uma sessão de autógrafos improvisada à saída do palco, levou também o público a saber mais sobre a escrita de Mia Couto. O escritor, que se deixou levar pela conversa do seu entrevistador, falou do modo “caótico” do seu processo criativo e explicou que quando termina um livro tem de fazer “uma morte simbólica” para se livrar das suas personagens. Para o também poeta, editado em Portugal pela Editora Caminho, tem de cortar com as histórias que escreve, só esse “desligar” lhe permite partir para outra história e admitiu que é “eficiente nesse apagamento”.

 

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 09:07

Morreu o actor Francisco Nicholson

Terça-feira, 12.04.16

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O actor, dramaturgo e argumentista Francisco Nicholson morreu esta terça-feira, 12 de Abril, aos 77 anos, em casa, disse à agência Lusa fonte da família.

Francisco Nicholson começou a fazer teatro aos 14 anos, no antigo Liceu Camões, sob direcção do encenador e poeta António Manuel Couto Viana, a convite do qual veio a pertencer ao Grupo da Mocidade, que integrou com, entre outros, Rui Mendes, Morais e Castro, Catarina Avelar e Mário Pereira.

 

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Publicado por Planeta Cultural às 12:10

Quadro de Paula Rego é leiloada na Christie's

Sexta-feira, 12.02.16

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A obra da pintora portuguesa, Paula Rego, é leiloada esta sexta-feira, 12 de Fevereiro, em Londres, com um valor base de licitação entre os 260 e os 325 mil euros.

 

O quadro "Border Patrol: Self-portrait with Lila, Reflection and Ana" é um trabalho de pastel sobre papel, de 2004, no qual, além de Lila Nunes, a modelo que a pintora portuguesa mais frequentemente usa, e Ana, outra colaboradora, surge também a própria Paula Rego.

A obra fez parte da mostra de 150 obras de Paula Rego, patente no Museu de Serralves, em 2004, e da retrospectiva dedicada à artista, pelo Museu Reina Sofia, em Madrid, em 2007-08. Uma exposição que viajou depois para o Museu Nacional de Mulheres nas Artes, em Washington nos Estados Unidos.

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 10:33

The Beatles: 70 milhões de reproduções no Spotify em três dias

Segunda-feira, 28.12.15

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Os The Beatles foram a banda mais ouvida no Spotify na última semana, depois do catálogo da banda de culto britânica ter sido incluído nos vários serviços de 'streaming' no passado dia 24.

 

Uma decisão esperada há vários anos pelos fãs da banda mas que nunca tinha sido autorizada pela editora detentora do catálogo.

 

Assim, em três dias, as músicas dos The Beatles foram alvo de 70 milhões de reproduções, segundo dados divulgados pelo serviço de 'streaming'. A música mais ouvida foi "Come Together", com 2,3 milhões de acessos.

 

Além do Spotify o catálogo dos The Beatles está disponível no Apple Music, Deezer, Tidal, Amazon Music, Google Play, Microsoft Groove e Rhapsody.

 

In' Económico

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Publicado por Planeta Cultural às 21:28

"O Principezinho" pulou dos livros para o cinema

Sábado, 05.12.15

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A fábula de Antoine de Saint Exupery lida por várias gerações chega esta semana ao cinema em versão animada. “O Principezinho” não é uma adaptação direta do livro mas inspira-se nele. O filme estreia esta quinta-feira em Portugal.

 

 


Se desejar visitar a fonte da informação, clique aqui

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Publicado por Planeta Cultural às 11:14



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