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Milionário russo 'descobre' como se tornar imortal

Quarta-feira, 29.05.13

 

Empresário russo anuncia projeto que vai copiar o seu corpo e o seu cérebro para um holograma e torná-lo imortal a partir de 2045.

 

Chama-se Projeto Avatar, o seu nome inspirou-se no famoso filme de James Cameron e foi lançado por Dmitry Itskov, um milionário russo de 32 anos, e o seu objetivo é copiar o corpo e o cérebro de uma pessoa para um holograma, de modo a permitir que ela viva eternamente.

 

Presidente da empresa russa New Media Stars, ligada ao negócio dos media online, Dmitry Itskov, que descreve esta iniciativa como "a próxima etapa da evolução", será a primeira cobaia do Avatar, e afirmou ao jornal britânico "Daily Mail" que "este projeto abre o caminho para a imortalidade".

 

O Avatar integra-se na "Iniciativa 2045", uma organização sem fins lucrativos fundada pelo empresário russo, que pretende criar uma comunidade em rede com os cientistas que lideram, a nível mundial, a investigação sobre o prolongamento da vida humana através das tecnologias cibernéticas. E que vai financiar projetos muito variados nesta área.

 

Eliminar o envelhecimento e a morte

 

A "Iniciativa 2045" salienta no seu manifesto que "é possível e necessário eliminar o envelhecimento e mesmo a morte, e ultrapassar os limites fundamentais das nossas capacidades físicas e mentais, estabelecidos pelas restrições do nosso corpo". 

 

E destaca que "o maior projeto tecnológico do nosso tempo será a criação de um corpo humano artificial e a subsequente transferência da consciência humana individual para esse corpo".

 

O milionário russo garante que "um indivíduo com um Avatar perfeito será capaz de se integrar na sociedade porque, na verdade, as pessoas não querem morrer".

 

Itskov rodeou-se de 30 cientistas russos de grande prestígio, especialistas em interfaces neuronais, robótica, orgãos artificiais e sistemas, e quer criar um centro internacional e uma universidade para investigarem a imortalidade.

 

A 15 e 16 de junho, a "Iniciativa 2045" organiza em Nova Iorque a segunda edição do Congresso sobre o Futuro Global (a primeira foi em Moscovo), onde o empresário promete apresentar "a cabeça de andróide mais parecida com uma cabeça humana em todo o mundo", revela a publicação americana online "Kurzweil Accelerate Intelligence".

 

Um andróide é um robô ou um organismo sintético concebido para se parecer e agir como um ser humano.  A cabeça terá expressões faciais muito articuladas através de 36 servomotores e será uma réplica robótica da cabeça de Dmitry Itskov, tendo sido construída pelo cientista americano David Hanson, fundador da Hanson Robotics, que se tornou famosa pela criação de 40 andróides de personalidades conhecidas, entre as quais Albert Einstein.

 

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 18:14

Alemães aperfeiçoam células que transformam calor em eletricidade

Quarta-feira, 10.04.13

Grande parte do calor proveniente das usinas elétricas e dos automóveis é simplesmente desperdiçada. Na Feira de Hannover, pesquisadores demonstram que esse aquecimento pode ser usado para gerar eletricidade.

 

Das chaminés das usinas termelétricas a carvão sobem grandes nuvens, compostas em grande parte não por gases tóxicos, mas apenas por vapor das torres de resfriamento – e esse vapor contém grande quantidade de energia não utilizada. Segundo estimativas, uma usina desse tipo converte somente em torno de 40% da energia em eletricidade.

 

O mesmo acontece com os automóveis. Os motores de combustão interna rodam em altas temperaturas e precisam de refrigeração através de um circuito de água e da circulação do ar. Dessa forma, muita energia também é desperdiçada.

 

Mas isso pode ser diferente. O excesso de calor pode ser utilizado de maneira direta para gerar eletricidade através das células de calor, os chamados componentes termelétricos, de funcionamento semelhante às células dos painéis solares. Para tal, elas são instaladas em locais onde haja diferença de temperatura: quente de um lado e relativamente frio do outro.

 

Nas torres de resfriamento, o local ideal seria entre o calor do vapor quente e o frio da parede de concreto. Quando as células são instaladas no interior das torres, o seguinte acontece com os geradores termelétricos: uma vez que haja a diferença de temperatura no interior das células, elétrons carregados negativamente se movem do lado quente para o frio do pequeno gerador. Por meio de eletrodos fixados dentro e fora da célula, surge um circuito de corrente, do qual a energia elétrica é direcionada ao consumidor. 

 

Feito em 3D
Os pesquisadores do Instituto Fraunhofer de Tecnologia de Materiais e Raios (IWS), de Dresden, desenvolveram as células de forma que elas possam se adaptar a diversas áreas de aplicações. O truque é que os geradores termelétricos são executados numa impressora 3D, sob medida para o uso desejado.

 

Elas podem, por exemplo, ser alocadas nos escapamentos de automóveis ou nos tubos por onde passa a água para o resfriamento do motor, e a corrente gerada pode ser introduzida diretamente no sistema elétrico do carro.

 

No futuro, as montadoras poderão dispensar os vulneráveis alternadores dos automóveis. Os pesquisadores já conseguiram produzir 600 watts de energia num sistema de exaustão de um carro, o suficiente para a utilização normal de um aspirador de pó.

 

Geradores termelétricos já são realidade há algum tempo. Mas além do design complicado eles trazem outras desvantagens como, por exemplo, conter ingredientes tóxicos como o chumbo. Já as novas células de calor são feitas de um plástico não tóxico que conduz eletricidade.

 

 

 


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Publicado por Planeta Cultural às 23:27

Google prepara versão do Glass para quem já usa óculos

Terça-feira, 12.03.13

O Google confirmou nesta terça-feira, 12, que seus óculos inteligentes poderão ser acoplados a armações tradicionais para serem usados por quem tem necessidades visuais.

O anúncio foi realizado na SXSW, evento de tecnologia que acontece no Texas, nos Estados Unidos. Um post publicado no Google Plus mostra um funcionário experimentando o protótipo. (Foto)

Segundo a companhia, a flexibilidade de formato será possível graças ao design modular dos óculos. O tempo de aperfeiçoamento do modelo fará com que ele só esteja disponível depois do lançamento da versão mais simples, esperada para este ano a US$ 1,5 mil.

Sobre

Entre as diversas possibilidades previstas para o Glass, a mais recente fala em reconhecimento de pessoas pela roupa que elas estiverem usando. Um aplicativo em desenvolvimento fará com que o produto ajude a detectar outras pessoas, mesmo que seus rostos não estejam visíveis.

O reconhecimento será feito pelas roupas, e então o nome do procurado aparecerá na lente dos óculos. O sistema se chama InSight e, segundo a New Scientist, é cofinanciado pelo Google. O app deve servir como facilitador em locais movimentados como aeroportos, estádios, shows etc.

Um dos desenvolvedores do aplicativo, Srihari Nelakuditi, da Universidade da Carolina do Sul, explicou no lançamento do InSight que reconhecimento facial não poderia ser utilizado para isso, por ser improvável que o alvo esteja olhando diretamente para a câmera.

 

 


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Publicado por Planeta Cultural às 19:51

Radar Meteorológico do Norte permitirá prevenir situações de mau tempo extremo

Sábado, 09.03.13



O Radar Meteorológico do Norte, em construção no concelho de Arouca, representa para o Instituto Português do Mar e da Atmosfera a concretização de "um sonho" que vai permitir prever situações extremas de mau tempo na região.

 

Em construção há dois meses no Pico do Gralheiro, serra da Freita, o terceiro radar português terá 47 metros de altura e incluirá um piso dedicado à observação turística da envolvente.

 

O topo situar-se-á a cerca de 1100 metros de altitude e a torre deverá estar concluída até Setembro, após o que será devidamente apetrechada para que, no primeiro trimestre de 2014, o radar possa entrar em efectivo funcionamento operacional.

 

A partir daí, passará a recolher dados que hoje ainda são disponibilizados pelos congéneres espanhóis de Santander, Corunha e Valladolid.

"Pode ser um exagero dizer isto, mas o que aqui está, para nós, é um sonho", declarou à Lusa Miguel Miranda, presidente do Instituto Português do Mar e da Atmosfera.

 

"Queríamos há muito tempo ter em todo o território nacional radares meteorológicos com o mesmo tipo de tecnologia e o sonho está finalmente a chegar ao fim", acrescentou.

 

O investimento de três milhões de euros em plena área nobre do Geoparque de Arouca - cujo território está classificado pela UNESCO como Património Geológico da Humanidade - deverá assim assegurar um trabalho que, para o responsável do Instituto, não é "nada de muito complicado".

 

"Medimos a velocidade do vento e a quantidade de água ou de fenómenos a ela associados na atmosfera. Desde o fim do ano passado já tivemos quatro situações de tempo extremo e nem sequer vamos dizer se elas vão aumentar ou diminuir, porque não temos capacidade de saber isso, mas todos têm acompanhado os prejuízos que as empresas de distribuição de electricidade e as populações têm tido nos últimos tempos", disse.

 

O novo equipamento de Arouca propõe-se antecipar situações dessas: "É absolutamente necessário que sejamos capazes de dar à Protecção Civil, às autoridades locais e aos operadores informação rápida, atempada e correcta, que lhes permita actuar", explicou Miguel Miranda.

 

"Se fizermos isso, estamos a cumprir a nossa missão", sublinhou.

 

Para Sérgio Barbosa, gestor do projecto do Radar Meteorológico do Norte, esse desempenho vai beneficiar da inovação a introduzir na rede nacional ao dotar a estrutura da Freita da tecnologia de polarização dupla, simultaneamente horizontal e vertical.

 

"Isso vai permitir uma melhor determinação dos contornos do que pretendemos medir na atmosfera, que são os hidrometeoros, sejam eles chuva fraca, chuva forte, neve, granizo ou saraiva", esclarece.

 

Essa aposta insere-se na estratégia do Instituto para desenvolvimento do chamado "nowcasting" - que "é a observação e previsão a prazo imediato", para detecção e acompanhamento de fenómenos meteorológicos perigosos - e enquadra-se numa política de diálogo e cooperação com diferentes entidades externas.

 

"O radar será ainda uma estrutura científica que permitirá criar sinergias com universidades", revela Sérgio Barbosa, "para que essas possam explorar esta informação para o desenvolvimento de mais e melhores produtos, de apoio não só à meteorologia, mas também à actividade empresarial, que é de extrema importância nesta região".

 

José Artur Neves, presidente da Câmara Municipal de Arouca, destaca igualmente a componente do radar que é paralela à meteorologia.

 

"Aqui próximo temos o parque das pedras parideiras, que todos os dias é visitado por uma comunidade escolar imensa, proveniente de todo o país, e quando licenciámos esta obra tivemos logo a preocupação de tornar possível a visitação da torre para esse tipo de turismo", afirma.

 

"Há aqui uma componente complementar que tem a ver com o desenvolvimento do turismo activo e científico do concelho", continua o autarca, "e por isso é que a obra foi financiada [em 85 por cento] por fundos comunitários".

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 15:51

Rússia planeia lançar sonda lunar em 2015

Terça-feira, 15.01.13

A Rússia planeia lançar em 2015 a sonda lunar «Luna-Glob», a partir do centro espacial Vostotchni, anunciou hoje Vladimir Popovkin, diretor da agência espacial russa Roscosmos.

«Esperamos que o centro espacial Vostotchni comece a funcionar em 2015 e poderemos começar com o lançamento da Luna-Glob, destinada à exploração lunar», disse Popovkin.

 

O cosmódromo Vostotchni, ainda em construção, está situado na região de Amur, no Extremo Oriente russo. O primeiro lançamento terá lugar em 2015 e da primeira nave tripulada, em 2018.

 

 


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Publicado por Planeta Cultural às 20:14

Vêm aí a rede de telecomunicações inviolável

Quarta-feira, 21.11.12

Os laboratórios da Toshiba utilizaram criptografia quântica para criar uma rede de telecomunicações que não pode ser pirateada e não tem custos de manutenção elevados.

 

A rede criada nas universidades da Grã-Bretanha pelo laboratório de investigação da Toshiba está um passo mais próxima das redes completamente invioláveis e onde se podem manter com segurança os dados de cartões de crédito, por exemplo.

A grande novidade desta rede é a utilização do mesmo cabo de fibra ótica para ser transmitido o conteúdo e a chave para o decifrar. Até aqui, era necessário transmitir um único fotão com a chave para encriptar ou desencriptar o conteúdo num cabo de fibra separado do que era usado para enviar o conteúdo. Esta separação implica custos elevados para a instalação e manutenção de uma rede.

O sistema da Toshiba implica a utilização de um avançado sensor que consiga detetar a chave de encriptação em apenas 100 milionésimas de microssegundo, que correspondem ao tempo de chegada de um simples fotão.

Segundo a notícia da Reuters, as comunicações nesta rede são trocadas em segurança e é possível saber se estão a ser adulteradas ou intercetadas. A rede usa as regras da teoria quântica para gerar códigos que não podem ser pirateados.

Ao que tudo indica, as autoridades governamentais e militares já devem estar a usar este tipo de telecomunicações.  

 

 


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Publicado por Planeta Cultural às 20:34

Cientistas desenvolvem método para criar memórias artificiais no cérebro

Terça-feira, 11.09.12

Pesquisadores teriam inseridos memórias de curto termo no tecido cerebral de ratos

 

De acordo com um novo estudo publicado na prestigiosa revista acadêmica Nature Neuroscience, um grupo de cientistas desenvolveu um método que possibilitou a inserção de memórias artificiais no cérebro de ratos de laboratório.

A pesquisa, conduzida pelos acadêmicos da área das ciências da mente Ben Strowbridge e Robert A. Hyde, comentou uma técnica que pode ajudar a manipular memórias de curto termo e cuja eficácia foi testada em células cerebrais in vitro.

O texto publicado descreve como os neurocientistas conseguiram usar um pedaço de tecido cerebral para inserir memórias chamadas declarativas, que podem incluir informações como nomes, lugares ou eventos.  No caso, a mente do rato teria sido capaz de lembrar diferentes sequências de eventos.

Os acadêmicos puderam acompanhar, por meio de equipamentos de ressonância magnética, como tais memórias se espalharam e foram absorvidas. Como os circuitos neurais responsáveis por tais lembranças se localizam na área chamada hipocampo, os estímulos relacionados à memória teriam durado entre 5 e 10 segundos.

De acordo com Strowbridge, "foi a primeira vez que alguém descobriu meios de arquivar informações por segundos no cérebro através de estímulos diretos no tecido cerebral". O objetivo da pesquisa seria propiciar um melhor entendimento de como as memórias de curto termo se formam, o que poderia ajudar a combater doenças como o Mal de Alzheimer e Parkinson.

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 21:20

Novo robô da Nasa pousa com sucesso em Marte

Segunda-feira, 06.08.12

Um veículo robótico da Nasa pousou com sucesso em uma cratera em Marte como parte de uma missão não tripulada que estudará detalhadamente a possibilidade de ter havido vida no planeta.

 

A nave que carregava o robô Curiosity conseguiu fazer o veículo pousar no interior da cratera de Gale por volta de 2h31 (horário de Brasília) com um conjunto inédito de procedimentos, usando um guindaste e cordas de náilon.

 

Com a confirmação do pouso na cratera, de 154 quilômetros de diâmetro, a equipe da Nasa em Pasadena, na Califórnia, celebrou com gritos e abraços o sucesso inicial da missão na qual muitos já trabalham há cerca de 10 anos.

 

A descida pela atmosfera do planeta, após uma viagem da Terra de 570 milhões de quilômetros, foi chamada de "sete minutos de terror" por conta das manobras de alto risco que reduziram a velocidade da nave, de 20 mil km/h para apenas 1m/s, o que permitiu que as rodas do jipe-robô tocassem a superfície da cratera suavemente.

 

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Publicado por Planeta Cultural às 21:40

Bolha de sabão é 'monitor mais fino do mundo'

Quarta-feira, 04.07.12

Pesquisadores desenvolveram uma tecnologia que pode permitir que pessoas assistam a filmes em bolhas de sabão.

 

Eles conseguiram alterar as propriedades da membrana da bolha de sabão, transformando-a no que chamaram de "o monitor mais fino do mundo".

 

Com isso, os cientistas acreditam poder incrementar a nitidez na projeção de imagens, até mesmo em 3D.

Uma equipe internacional formada por especialistas de universidades japonesas e norte-americanas usou ondas de ultrassom para tentar transformar a textura da membrana transparente em uma superfície opaca, onde pudessem ser projetadas imagens.

Um dos coordenadores do estudo, Yoiki Ochiai, disse à BBC Brasil que este é somente o início da pesquisa. "Nossa invenção pode contribuir para o desenvolvimento de um monitor, que pode mudar as propriedade de reflexão da superfície (da bolha)", conta.

Ele declarou ainda que o seu trabalho é diferente dos realizados anteriormente: "Nossa tela feita de membrana pode ser controlada usando vibrações ultrassônicas. Membranas podem mudar a sua transparência e o estado das superfícies dependendo das escala das ondas sonoras emitidas. Baseado nisso, nós desenvolvemos diversos aplicativos com a membrana, como uma tela em 3D".

Os cientistas adicionaram substâncias à tradicional mistura de água e sabão para tornar a membrana da bolha mais resistente - e evitar que ela estoure bem no meio da parte mais interessante do filme.

 

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Publicado por Planeta Cultural às 18:43

Hispasat ajuda missão da NASA

Sexta-feira, 22.06.12

 

O Grupo Hispasat, que integra os operadores de telecomunicações por satélite espanhol Hispasat S.A. e brasileiro Hispamar, informa ter chegado a um acordo com a agência espacial NASA de forma a proporcionar comunicações via satélite à missão Hurricane and Severe Storm Sentinel HS3 através do seu satélite Amazonas 2. Esta missão tem como objectivo investigar os processos que provocam a formação de furacões e as suas mudanças de intensidade na bacia do Oceano Atlântico.

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 19:37


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