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Agente de João Moura Jr. desmente que o cavaleiro promova lutas entre animais
A Associação Animal acusa o cavaleiro tauromáquico João Moura Jr. de ser responsável pela promoção de lutas entre animais, ao colocar na sua página pessoal do Facebook a venda de cães e imagens dos animais a atacarem um bovino.
"As imagens não mentem e são bastante explícitas", garante a associação que vai denunciar o caso às autoridades. "Estas pessoas ganham a vida barbarizando bovinos e cavalos em touradas. Tudo faremos para que sejam expostos e devidamente punidos por este horror", adianta Rita Silva, presidente da Animal.
Contactado pelo CM, o agente do cavaleiro João Moura Jr. desmente a promoção de lutas de animais. "Os cães estão a ladrar para assustar a vaca. Não estão a morder porque se trata de gado manso que se assusta com o ladrar dos cães", explicou.
Segundo Abel Correia, o cavaleiro recorreu à rede social para vender os cães que se encontram na herdade de Vila Viçosa: "O João está a querer acabar com o gado na herdade e já não precisa de cães pastores e há quem queira adquiri-los. Não queremos polémica, mas não é o que a associação está a dizer."
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A história passou-se na Flórida: Luis Brignoni matou Sassy, o cão da família, depois de este ter mordido e arrancado um dedo da mão do seu filho mais novo, Fernando. Mas desengane-se quem achar que o cão foi morto por vingança. Luis só queria recuperar o dedo do filho.
Como conta o The Guardian, o homem ouviu gritos vindos do seu quintal e quando chegou viu o cão agarrado ao dedo mindinho da criança enquanto o seu irmão mais velho batia na cabeça do animal com um pau.
“Disse a mim próprio: tenho que encontrar o dedo. Então peguei na minha arma e disparei contra o cão. A pessoa não tem noção do que é capaz de fazer pelos filhos, não sabe onde vai buscar forças”, afirmou.
Quando a polícia chegou ao local deparou-se com Luis a abrir o estômago do cão para recuperar o dedo do filho e o enviar para o hospital, de modo a que fosse cosido. No entanto, o dedo estava demasiado danificado para que tal fosse possível.
“Ele até pode ter menos um dedo mas os outros quatro funcionam em pleno. Tudo o que podia fazer com cinco dedos também consegue fazer com quatro”, disse Brignoni a uma estação de televisão local.
Apesar do optimismo em relação à situação do filho, não deixa de lamentar a morte de Sassy. “Para mim não foi somente a perda do dedo do meu filho, também foi a perda de um membro da família. E isso foi muito duro”.
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Uma menina de 14 anos foi encontrada morta em uma casa nesta terça-feira na cidade de Atherton, perto de Wigan, no Reino Unido, onde havia pelo menos cinco cães “descontrolados”, segundo a polícia. O corpo de Jade Anderson foi localizado por vizinhos. As informações são da BBC.
Para entrar na casa, os policiais tiveram que matar quatro dos cães que estavam “agressivos e fora de controle”. Os agentes acreditam que Jade tenha sido morta pelos animais quando estava sozinha na casa, já que ela não morava no local.
Os cães serão examinados como parte da investigação para precisar ser a garota foi mesmo atacada pelos animais. "Eu entendo que isso é um incidente extremamente perturbador para todos os envolvidos, incluindo a comunidade, e vamos trabalhar duro para estabelecer todas as circunstâncias que levaram a esta tragédia", afirmou o policial Supt Mark Kenny.
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Há dois anos que uma matilha de cerca de 30 cães está a aterrorizar a população da aldeia de Tor, na zona do barrocal do concelho de Loulé. Ataques a animais em terrenos têm sido cada vez mais frequentes e há receio de que passem para as pessoas.
"Quando cheguei ao quintal, parecia um filme de terror. Tinha pedaços de animais espalhados pelo terreno, todos estripados", lembra ao CM Idália Costa, a última vítima de um ataque desta matilha, que ocorreu na madrugada da passada quinta-feira (dia 8 de Novembro). Idália ainda chegou a ver dois dos cães antes de fugirem, após terem morto cerca de 40 perus, galinhas e galos. "Só sobreviveram duas galinhas, mas estão feridas e vamos ter de as matar", contou o marido, Edgar Sousa.
"Se fizeram aquilo a vários perus de 12 quilos, imagino o que fariam a uma criança", receia o casal, temendo que os cães comecem a atacar pessoas.
Sorte igual teve Abílio Romão no final do Verão passado. A matilha atacou-lhe as ovelhas e três foram mortas e outras três feridas – viriam a morrer poucas semanas mais tarde. "São uns 30 cães e cada vez que venho ao terreno, tenho receio de que já tenham morto mais animais. Não descanso", assume, realçando que, numa situação idêntica estão, pelo menos, mais quatro moradores da zona. "Já não sabemos o que fazer mais", desabafa ainda Abílio Romão.
A autarquia de Loulé garantiu, ontem, que o caso está identificado e a ser seguido pelo veterinário municipal, que tem estado a recolher os cães.
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Cachorros conseguem interpretar gestos humanos que não fazem sentido para outros animais inteligentes como golfinhos, focas e cabras.
Um gesto aparentemente simples como o de apontar para um objeto escondido não é compreendido por seus ancestrais lobos e nem mesmo por chimpanzés, nossos parentes mais próximos.
Milhares de anos convivendo com pessoas --e dependendo de sua comida para sobreviver-- fizeram dos cães especialistas em humanos, como mostram duas pesquisas publicadas neste ano.
Os estudos --um feito no Instituto de Psicologia da USP, outro no Instituto de Antropologia Evolutiva Max Planck, na Alemanha-- chegaram a conclusões semelhantes e complementares.
A pesquisa alemã comparou a habilidade de cães e primatas em reconhecer pistas humanas para encontrar um alimento escondido. O experimento trabalhou com 20 chimpanzés e 32 cachorros de diferentes raças e idades.
A ideia era fazer com que eles achassem comida escondida sob uma caixa. Durante o teste, uma pessoa apontava insistentemente para a caixa, usando o indicador.
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Os bebés que têm contacto com cães têm menos infeções nos ouvidos e doenças respiratórias do que aqueles cujas casas não tem qualquer animal de estimação, conclui um estudo divulgado hoje pela France Press.
O estudo, publicado na revista Pediatrics, não explica por que razão isso acontece, mas sugere que o contacto com um animal que passa uma parte do dia no exterior pode reforçar o sistema imunológico da criança no seu primeiro ano de vida.
O menos acontece com as crianças em contacto com gatos, embora o efeito observado pelos investigadores seja menor.
Os investigadores observaram 397 crianças finlandesas, entre as nove e as 32 semanas de vida, cujos pais foram anotando diariamente o estado de saúde dos seus filhos.
Em geral, as crianças cujas casas tinham cães ou gatos tiveram 30% menos de sintomas de doenças respiratórias - como tosse, rinite e febre – e cerca de metade de probabilidades de desenvolver infeções nos ouvidos.
A proteção mais eficiente foi observada em crianças que tiveram um cão presente dentro de casa até seis horas por dia, em comparação com aquelas que não tiveram contacto com os animais ou cujos cães estavam no exterior da casa.
“Acreditamos que o contacto com os animais pode ajudar a fortalecer o sistema imunitário, traduzindo-se em respostas imunitárias mais eficientes e a períodos mais curtos de infeção”, explicaram os especialistas do Hospital Universitário de Kuopio, na Finlândia.
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O casal inglês Zoe e Marcus Hooper apanhou um susto quando Star, a sua cadela de quatro anos, teve 14 crias de uma só vez na quinta onde moram em Leominster, Inglaterra.
Os Hooper estavam preocupados pois temiam que Star não desse conta de criá-los, já que são o dobro da quantidade normal numa ninhada. Mas parece que a cadelita está a dar-se muito bem, e os cachorrinhos estão de boa saúde.
«Não tínhamos ideia de que seriam tantos cãezinhos. Foram dez crias nas seis primeiras horas de parto. Poucas horas depois, quando já estávamos quase a dormir, vieram mais dois», contou Zoe, de 31 anos, ao Mail Online.
«Achamos que tinha terminado, mas estávamos enganados pois, quando contamos pela manhã, vimos que eram 14 crias e não 12 como pensávamos».
Ainda segundo Zoe, dez cachorrinhos já estão a morar noutras casas. «Ficamos tentados a manter um deles connosco, mas aqui na quinta já temos dois cães. Preferimos que eles fiquem em casas onde terão o que fazer e serão bem cuidados», finalizou, lembrando que as filhas Summer, de 3 anos, e Izzy, de 6, ficarão bem tristes.
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