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Bruno Souza está de volta à prisão

Terça-feira, 25.04.17

Bruno Souza.jpg

Futebolista estava em liberdade desde o final de fevereiro

Bruno Souza, antigo guarda-redes do Flamengo e que cumpriu seis anos de prisão pelo homicídio da modelo Eliza Samudio, está de volta à prisão, depois de uma decisão do Supremo Tribunal Federal que anulou o habeas corpus que lhe tinha permitido sair em liberdade.

 

In' O Jogo

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Publicado por Planeta Cultural às 21:13

Kaspersky revela dados de ransomware brasileiro que ataca empresas locais

Terça-feira, 25.04.17

No final de 2016, a Kaspersky Lab encontrou uma nova variante de um ransomware desenvolvido por um grupo de criminosos brasileiros, o Trojan-Ransom.Win32.Xpan, que tem sido usado em ataques contra empresas e hospitais, cifrando arquivos por meio da extensão “.___xratteamLucked”. Embora o grosso dos ataques do tipo tenha sido resolvido, ainda é comum que algumas das versões da família XPan afetem usuários – principalmente no Brasil.

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 21:10

Infarmed suspende venda de implantes de fabricante brasileiro

Quinta-feira, 24.09.15

Infarmed suspendeu de fabricante brasileiro pela deteção de "não conformidades" numa linha de produção da marca. Medida é apenas de "precaução", diz o regulador.

 

O Infarmed suspendeu o ‘certificado CE’ dos implantes da marca brasileira Silimed. O certificado CE é uma espécie de carimbo de qualidade que tem em conta requisitos como a segurança, higiene e proteção ambiental, necessários a diversos produtos, para serem comercializados no Espaço Económico Europeu. Ou seja, estes produtos, como os fármacos, quando certificados pela União Europeia têm que cumprir um conjunto de regras e de requisitos.

 

Foi isto que, ao que tudo indica, não aconteceu com a Silimed. Segundo explica o Jornal de Notícias na sua edição desta quinta-feira, esta suspensão deve-se à detecção de “não conformidades” numa fiscalização a uma linha de produção do fabricante sul-americano. O Infarmed pede assim a todas as clínicas e estabelecimentos de saúde que suspendam a venda destes implantes. Isto é, aqueles que tenham este material em stock não o podem vender. Pelo menos por agora. A Silimed terá colocado no mercado português, desde 2008, cerca de 40 mil implantes.

 

Esta suspensão surge depois de uma fiscalização do congénere alemão do Infarmed das boas práticas de uma das fábricas da Silimed no Brasil. Durante esta operação foram detetados certos materiais com a superfície contaminada com partículas ainda por determinar. As autoridades farmacêuticas europeias decidiram, assim, suspender a certificação CE.

 

No entanto, a Autoridade Nacional do Medicamento, segundo cita o JN, reforça que não há registo de qualquer caso de reação adversa nem existe risco para a saúde pública em Portugal. Um responsável da autoridade do medicamento britânica (MHRA) afirmou, em declarações ao Telegraph, e citado pelo JN, que foram detedadas fibras “que não deveriam estar ali. São o resultado do processo de produção e estamos a examinar se os produtos estão contaminados.” Para além das autoridades do medicamento, também o Infarmed e as autoridades europeias garantem que não há, para já, riscos para a saúde pública.

 

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Publicado por Planeta Cultural às 12:27

'Vamos permanecer, nem que queiram matar todos', diz líder indígena no MS

Quinta-feira, 03.09.15

Depois de dez anos de impasse sobre a demarcação de terras indígenas na fronteira entre Brasil e Paraguai, no Mato Grosso do Sul, a tensão voltou a se elevar na região e resultou no assassinato de um índio no sábado.

 

O governo federal deslocou tropas do Exército para a área de conflito nesta terça-feira, mas o clima permanece tenso na região do município de Antônio João, onde cerca de mil índios ainda ocupam fazendas para pressionar pela conclusão da demarcação de terras que argumentam serem território indígena.

 

"Sim, nós vamos permanecer, nem que eles queiram matar todos nós aqui. Daqui a gente não sai", disse à BBC Brasil uma das lideranças indígenas, Inayê Gomes Lopes.

 

No sábado, fazendeiros armados expulsaram os ocupantes de duas fazendas (Fronteira e Barra), após conflitos violentos, segundo relatos de indígenas e do deputado federal Henrique Mandetta (DEM-MS), que presenciou a ação. Na ocasião, o índio Semião Fernandes Vilhalva foi encontrado morto, baleado, em um córrego dentro da fazenda Fronteira, uma das em que houve conflito.

 

Roseli Ruiz, proprietária da fazenda Barra, negou que seu grupo estivesse armado quando retomou a posse da propriedade e disse que os índios estavam destruindo sua casa.

 

"Eu pergunto para todo cidadão brasileiro: se entrar na sua casa, você vai ficar dando chazinho para a pessoa? Ela entra na sua casa, vai na sua cama, destrói tudo e você vai falar 'ô, meu Deus, vou chamar o direitos humanos'", questionou.

 

Segundo Mandetta, que presenciou o conflito na fazenda Barra, os índios não haviam causado danos à propriedade. Ele contou que estava em uma reunião com os produtores rurais, junto com o senador Waldemir Moka (PMDB) e a deputada Tereza Cristina (PSB), para discutir a situação quando Ruiz fez um relato emocionado e convocou todos a irem até a fazenda. De acordo com o deputado, as pessoas saíram em cerca de 60 caminhonetes, portando várias armas. Disse também ter visto um índio com uma espécie de espingarda.

 

"Estabeleci uma tentativa de diálogo de 40 minutos, num espaço muito tenso. Mas chegou uma hora que eles decidiram entrar com as caminhonetes. Aí foi uma batalha campal que durou de cinco a dez minutos. Teve tiro, pau, pedra. Os proprietários entraram na casa e os índios saíram", relatou.

 

"Uma situação de total ausência do Estado", resumiu.

 

'Saco cheio do Ministério da Justiça'

 

O Ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, esteve nesta quarta-feira na capital Campo Grande, conversando com lideranças dos dois lados. Ele anunciou a criação de um grupo de mediação que discutirá a possibilidade de indenizar os fazendeiros para que seja concluída o processo de demarcação.

 

Cardozo afirmou ainda que as Forças Armadas permanecerão no local o tempo necessário para manter a ordem e que não serão toleradas ações violentas de nenhum dos lados - "seja na perspectiva de retomada de terras pelas lideranças indígenas, seja na perspectiva de ações de reintegração de áreas que estão ocupadas". A Polícia Federal instaurou um inquérito para investigar a morte de Vilhalva.

 

Os índios haviam ocupado as fazendas no dia 21 de agosto, expulsando seus moradores.

 

"Nós já estamos de saco cheio do Ministério da Justiça, desse povo que só mentiu para nós até hoje. Nós não vamos dar um passo para trás. Chega, tolerância zero", disse à BBC Brasil Roseli Maria Ruiz, proprietária da fazenda Barra e presidente do sindicato rural local.

 

A área reivindicada pelos índios, de 9.300 hectares, foi demarcada e homologada pelo governo federal como Terra Indígena Ñande Ru Marangatu em 2005, no governo Lula. No entanto, os fazendeiros recorreram da decisão ao Supremo Tribunal Federal e conseguiram uma decisão liminar do ministro Nelson Jobim suspendendo a demarcação.

 

Atualmente, uma população de cerca de 1.300 guaranis kaiowá vive precariamente em cerca de 100 hectares, de acordo com o Conselho Indigenista Missionário (Cimi).

 

Com a aposentadoria de Jobim, a ação mudou de relator duas vezes e está desde 2010 nas mãos do ministro Gilmar Mendes. O caso nunca foi levado a plenário.

 

Na ação, os fazendeiros questionam a legalidade da demarcação, argumentando que não é o governo federal que deveria realizá-la, mas o Congresso Nacional.

 

Questionam também o parecer da Funai (Fundação Nacional do Índio) que classificou a região como área tradicional indígena, argumentando que as terras foram adquiridas ao longo de 142 anos. Já os indígenas argumentam que seus antepassados foram expulsos de suas terras quando da chegada dos fazendeiros.

 

Atualmente, tramita no Congresso uma proposta de emenda constitucional que tenta passar a prerrogativa de demarcar terras indígenas das mãos do Executivo para o Legislativo.

 

A chamada PEC 215 tem apoio dos parlamentares ruralistas e sofre resistência dos povos indígenas e de ambientalistas. A expectativa é que ela seja aprovada na Câmara, mas não passe no Senado.

 

'Tem que morrer para indenizar'


Um dos entraves para a resolução dos conflitos é a questão das indenizações, nota o deputado Madetta. A Constituição Federal prevê que, ao demarcar um território que é considerado tradicionalmente indígena, o Estado só precisa indenizar os fazendeiros pelas benfeitorias construídas, mas não pelo valor das terras.

 

Segundo Mandetta, o governo resiste a aceitar o pagamento das indenizações por temer que outros fazendeiros que já deixaram suas terras antes recorram à Justiça para serem compensados.

 

Outra proposta que tramita no Congresso, a PEC 71, busca alterar a Constituição para permitir o pagamento de indenizações para demarcações realizadas a partir de outubro de 2013. Seu texto foi aprovado ontem na Comissão de Constituição e Justiça e já pode ser levado ao plenário.

 

O texto prevê o pagamento das indenizações em dinheiro, o que, segundo Márcio Santilli, sócio fundador do Instituto Sócio Ambiental, pode ser um entrave para a liberação dos recursos, devido às restrições orçamentárias. Ele defende que as indenizações sejam pagas com títulos de dívida agrária, os mesmos usados nas desapropriações para reforma agrária.

 

"A gente teme um pouco essa lógica: tem que morrer gente para indenizar. Se não morrer gente, será que o governo vai liberar a grana? Não vemos um fluxo de indenização em dinheiro, vemos um fluxo melhor nas indenizações com títulos. A gente teme que esse seja um fator adverso nessas situações de conflito", afirma Santilli, que presidiu a Funai no governo Fernando Henrique Cardoso.

 

Ele crítica a lentidão do Estado em resolver a questão e argumenta que, no caso de terras que não foram griladas, ou seja, em que os fazendeiros possuem títulos de posse concedidos pela própria União, o governo teria poder de indenizar mesmo sem uma alteração da Constituição.

 

"A União fez e depois quer desfazer: pode ser paga uma indenização moral, por exemplo, no valor das terras. Ou ser feita uma desapropriação por interesse social", exemplificou.

 

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 16:57

Malcom arrisca 12 anos de prisão

Quinta-feira, 16.07.15

O avançado Malcom, do Corinthians, que está numa lista de alvos do Sp. Braga para a nova temporada, arrisca ser condenado a uma pena de prisão que pode ir dos 2 aos 12 anos, devido a uma alegada fraude relativa à sua carta de condução, que o avançado do Timão terá tirado no espaço de apenas 20 dias.

 

O dianteiro será um dos implicados num esquema que facilitava a obtenção do título de condução, tendo no seu caso começado a fazer a teoria e prática exatamente no mesmo dia, algo que é proibido. Além disso, o facto de ter tirado o seu título de condução em 20 dias também chamou a atenção.

 

"Isso é crime, é possível o cidadão ser preso. Ele vai ser chamado para o depoimento e pode pegar de 2 a 12 anos de cadeia por crime de corrupção passiva e ativa", disse Daniel Annemberg, presidente do Detran de São Paulo, citado pela TV Globo.

 

Na mesma situação que Malcom estão mais 4900 pessoas, que viram a sua carta ser suspensa pelo Detran (Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo).

 

 

Para visitar a fonte da informação clique aqui

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Publicado por Planeta Cultural às 20:32

Sobem os assassinatos e suicídios entre indígenas no Brasil

Sábado, 20.06.15

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Causas de aumento não foram estabelecidas, mas racismo e rejeição pela população urbana é apontada como violência

 

Os assassinatos de indígenas no Brasil aumentaram 42% no ano passado e os suicídios atingiram um recorde em três décadas, em meio a "um aprofundamento do processo de violência e de violações contra as pessoas e seus direitos".

 

Sistematizado a partir de denúncias e informações compiladas pelo Conselho Indigenista Missionário (CIMI), o estudo observa que durante 2014 os homicídios saltaram para 138 casos e a taxa de suicídios subiu para o maior número em 29 anos, com 135 registros.

 

"Nenhuma causa pode ser estabelecida, mas há muito racismo e muita rejeição por parte da população urbana. Neste contexto, há muita violência que pode estar relacionado com a violência auto-infligida", disse à AFP antropóloga Lúcia Rangel, que aconselha a organização.

 

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 13:06

Emerson Sheik é liberado pelo Corinthians e volta ao Flamengo

Sexta-feira, 12.06.15

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Emerson Sheik está de volta ao Flamengo. Atacante e clube acertaram as bases do contrato nos últimos dias, mas faltava a liberação do Corinthians, o que aconteceu nesta sexta-feira (12). Desta forma, o jogador firmou vínculo com os cariocas até o fim do ano por metade do salário de R$ 520 mil recebido no Alvinegro Paulista. Ele sequer foi relacionado para o confronto do time paulista com o Internacional neste sábado justamente pelo acerto com a equipe da Gávea.

 

"Conversamos na quinta, direção, Emerson e eu, de uma forma muito clara. Ele é muito competitivo. Se é para estar no banco, seria para estar e entrar. O Tite é um técnico que não consegue brincar de faz de conta. Não serve. Se tiver que colocar para jogar, o Tite é um técnico que coloca. Como está encaminhado a sequência profissional dele, é um motivo que está fora do treinamento de hoje. Fica o respeito ao atleta e à história dele dentro do clube. Mas é incompatível com os objetivos meus e dele. As homenagens, ele é merecedor. Quero ser mais um porta-voz da torcida que vai dar todo carinho que ele merece. Tem uma história grande e bonita. Toda consideração deve ser dada e quero ser um a mais para fazer isso. Mas não com faz de conta"?, explicou o técnico do Corinthians, Tite.

 

Ao selar o retorno ao Rubro-negro, onde ganhou projeção nacional em 2009, Sheik reedita com Guerrero a dupla formada no Corinthians no início desta temporada. O atacante estava na mira do Vasco, mas optou por jogar no Flamengo. 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 16:25

Autocarro brasileiro arrastado para um buraco na estrada

Quarta-feira, 25.03.15

No Brasil, um autocarro foi arrastado pelas águas para dentro de uma cratera, no meio da estrada. Não houve feridos em virtude de antes de tudo acontecer, o condutor conseguiu parar o autocarro e todos os passageiros saíram sãos e salvos. O acidente aconteceu no norte do estado do Pará.

 

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Publicado por Planeta Cultural às 21:07

ONG lança campanha por brasileiro que deve ser fuzilado na Indonésia

Quinta-feira, 15.01.15

Marco Archer Cardoso Moreira, de 53 anos, foi condenado em 2004 por tráfico de drogas ao tentar entrar no país com 13,4 kg de cocaína escondidos em tubos de uma asa-delta. Caso a pena seja cumprida, ele será o primeiro brasileiro executado por um governo estrangeiro.

 

Segundo levantamento da Anistia Internacional, há 160 pessoas no corredor da morte na Indonésia, de 18 diferentes países: além de indonésios e dois brasileiros, há condenados da Austrália, China, Estados Unidos, França, Gana, Holanda, Indonésia, Índia, Irã, Malásia, Nepal, Nigéria, Paquistão, Serra Leoa, Tailândia, Vietnã e Zimbábue.

 

As principais condenações foram por homicídio, terrorismo e, no caso dos estrangeiros, quase todas por tráfico de drogas.

 

Ler mais aqui

 

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 22:54

Quatro banhistas morrem ao serem atingidos por um raio no litoral de SP

Segunda-feira, 29.12.14

Quatro banhistas morreram, na tarde desta segunda-feira (29), após serem atingidos por um raio na orla de Praia Grande, no litoral sul de São Paulo. Outras quatro pessoas ficaram feridas com a descarga elétrica. Entre as vítimas fatais, estão três homens e uma mulher grávida. O bebê dela também morreu.

 

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 20:47




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