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Girafas estão a caminhar para a extinção

Quinta-feira, 08.12.16

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A população de girafas caiu perto de 40% em trinta anos e esta passou a ser uma espécie "vulnerável" na classificação da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês), anunciou a organização na quarta-feira.

 

Houve uma "diminuição dramática" na população mundial de girafas, entre 36 e 40 por cento, entre 1985 e 2015, segundo um relatório da IUCN publicado na quarta-feira, no âmbito da Conferência das Partes do Convénio Sobre Diversidade Biológica (COP13), que decorre no México.

 

Em 2015 havia 97.562 girafas no mundo, segundo o mesmo documento.

 

As girafas vivem na África meridional e oriental e há também populações isoladas mais pequenas na África ocidental e central.

 

Entre as causas para a diminuição do número de animais está, segundo a IUCN, o aumento da presença humana nos seus habitats, a caça ilegal, a expansão da agricultura e da atividade mineira, entre outras.

 

Julian Fennessy, da IUCN, disse que as girafas são presenças habituais em safáris, meios de comunicação social ou jardins zoológicos e, por isso, não há consciência da sua "extinção silenciosa".

 

A IUCN foi fundada em 1948 e integra 1.300 organizações e cerca de 16 mil peritos.

 

O relatório de quarta-feira destaca ainda os perigos que enfrentam as aves devido à agricultura não sustentável, ao corte de árvores, a espécies invasoras ou ao comércio ilegal.

 

Segundo a IUCN, há "muitas espécies" de aves a caminhar para a extinção, incluindo algumas das mais populares no mundo. É o caso do papagaio Psittacus erithacus, conhecido por reproduzir palavras e que em certas zonas de África perdeu 99% da população.

 

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Publicado por Planeta Cultural às 21:25

Ataques de lobos a gado bovino aumentam a norte do rio Douro

Sábado, 09.04.16

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Os ataques dos lobos ibéricos ao gado bovino e ovino aumentaram entre 2010 e 2015 no Parque Nacional de Peneda-Gerês, zona com as maiores alcateias de Portugal, indicam dados do Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF).

 

Dados do ICNF a que a agência Lusa teve acesso revelam que em 2010 houve 539 bovinos atacados e em 2015 o número aumentou para 671 (mais 132), tendo em janeiro deste ano havido o registo de 59 novos ataques de lobos ibéricos, animal protegido por lei.

 

O presidente da Cooperativa Agrícola de Arcos de Valdevez e Ponte da Barca, entidade que gere a denominação de origem da carne Cachena da Peneda, contou à Lusa que tem havido mais relatos de ataques de lobos ibéricos a bovinos desta raça, mas também de outras, como Barrosã ou Mirandesa, em relação a 2010.

 

O aumento dos ataques dos lobos ibéricos a Norte do rio Douro explica-se porque atualmente há mais gado bovino e também porque esse gado pasta num sistema de "produção extensiva", ou seja, pastoreia livremente, explicou a engenheira agrária Beatriz Silva.

 

Outras razões para o aumento dos ataques dos lobos aos bovinos prende-se com a "regressão de pequenos ruminantes" nas serras e porque os lobos ibéricos são uma espécie protegida por lei que obriga inclusivamente à indemnização dos lesados.

 

Para combater os ataques aos bovinos, Beatriz Silva defende um repovoamento nas serras do Parque Nacional da Peneda-Gerês, com "veados, coelhos e corsas", animais ruminantes que servem de alimentação para os lobos ibéricos, um mamífero que "não ataca o homem", a não ser que se sinta ameaçado, sublinha a especialista.

 

"O lobo ibérico é uma espécie que tem de ser preservada, porque faz falta ao equilíbrio do habitat", recorda a engenheira agrária, considerando que o sucesso da preservação daquela espécie é "dar formação aos produtores" para que exista tanto a defesa do gado como a dos lobos, com o menor número de prejuízos para ambos os lados.

 

O ICNF refere que o gado ovino também sofreu um aumento de mais 14 ataques, se compararmos 2010 com 2015. Em 2010 há registos de 226 ataques de lobos ibéricos a ovelhas e em 2015 o número de ataques aumentou para 240.

 

O ICNF disse à Lusa que identificou "prejuízos em 5.100 animais, designadamente ovinos, caprinos, bovinos, equinos e caninos, e que os prejuízos já foram processados "para efeitos de indemnização".

 

Em 2010, 2012, 2015 e no mês de janeiro de 2016, inclusivamente, o ICNF confirmou "prejuízos em 5.100 animais", o que corresponde a um total de 1 milhão e 78 mil euros de indemnização.

 

Atualmente estão identificadas 11 alcateias na região do Parque Nacional Peneda-Gerês, que engloba os concelhos de Arcos de Valdevez, Ponte da Barca, Paredes de Coura, Vila Nova de Cerveira, Caminha, Viana do Castelo, Melgaço, Monção, Valença, Ponte de Lima, Terras de Bouro, Vieira do Minho, Cabeceiras de Basto e Vila Verde, enumerou o ICNF.

 

Há registo de abaixamento de ataques no gado caprino, com o ano de 2010 a registar 465 ataques e em 2015 menos 115 ataques a cabras (350).

 

Os números de ataques de lobos também baixaram em relação ao gado equino entre 2010 e 2015, diminuindo de 420 cavalos para 397, respetivamente, ou seja menos 23 cavalos atacados.

 

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 11:34

Tigres estão “funcionalmente extintos” no Cambodja

Quarta-feira, 06.04.16

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Os tigres estão “funcionalmente extintos” no Cambodja, anunciaram hoje, pela primeira vez, conservacionistas daquele país. O anúncio foi feito durante a apresentação de um plano para reintroduzir os animais nas florestas do país.

 

As florestas secas do Cambodja foram, durante séculos, casa privilegiada dos tigres-da-Indochina, mas a WWF explicou hoje que a caça ilegal dos animais mas também das suas presas acabou por devastar o número de tigres do local.

 

Segundo o Guardian, que citou a WWF, o último tigre foi visto numa câmara-armadilha na província de Mondulkirim em 2007. “Hoje já não há qualquer população reprodutora de tigres no Cambodja, por isso eles são considerados funcionalmente extintos”, explicou o grupo conservacionista.

 

Em Março, o Governo do Cambodja aprovou um plano para reintroduzir os animais nas florestas protegidas de Mondulkiri, uma tentativa de revitalizar a sua população. Segundo as autoridades, os tigres serão colocados no seu habitat original e protegidos contra os caçadores ilegais.

 

“Queremos dois tigres machos e cinco a seis fêmeas, de início”, explicou Keo Omaliss, director do departamento de vida selvagem e biodiversidade da Forestry Administration. “É uma tarefa gigante”. O projecto vai custar €17 milhões a €43 milhões.

 

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 13:17

Câmaras captam imagens de uma ave rara no Canadá

Quarta-feira, 17.02.16

Um "gyrfalcon" branco, a maior espécie de falcão do mundo, foi filmado por uma câmara no topo de uma torre de observação no centro de estudos de Churchill Northern, no Canadá.

 

Jason Damata, do site Explore.org, explica que "o gyrfalcon branco é uma ave rara que habita nas regiões árticas e subárticas do hemisfério norte. Alimenta-se de aves de grande porte, perseguindo-as em pleno voo". O responsável acrescentou ainda que a espécie vive na região durante o inverno, mas é muito raro ser observada por humanos.

 

Veja o vídeo.

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 19:44

Cães com quartos de luxo e com ligação à internet num hospital na Maia

Sábado, 14.11.15

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Água, Terra, Fogo, Ar e Arrábida são os quartos de luxo para "Very Important Dogs", ou cães muito importantes de um hospital veterinário, na Maia, que permite aos donos acompanharem os seus animais através de uma aplicação na internet.

 

Os quartos, com nove metros quadrados e outro tanto de jardim privativo, estão decorados consoante os seus nomes e têm ainda um sofá-cama, música ambiente para relaxar e uma câmara de vídeo, cujas gravações são disponibilizadas, em tempo real, por rede em qualquer aparelho, através de uma senha de acesso.

 

Foi esta a forma encontrada de oferecer o "conforto de um lar" aos animais que não estão habituados a estar num canil normal, explicou à Lusa Sara Curvelo, a diretora clínica hospital que abriu portas em junho deste ano e cuja inauguração oficial está marcada para hoje.

 

"A porta do quarto, sempre que o tempo permite, está aberta e os cães entram e saem quando querem", explicou a veterinária segundo a qual este "hotel de cinco estrelas" tem sido procurado por "uma panóplia muito vasta" de clientes.

Seja um animal de estimação grande ou pequeno, o que importa é que o dono "queira tratar bem o seu bicho, seja gato ou seja cão".

 

E se o quarto em regime VID (Very Important Dog) ou os jardins, privativos e não só, não forem suficientes para gastar toda a energia, estes hóspedes podem sempre esticar as quatro patas na piscina aquecida de 40 metros quadrados que, para além de destinada à reabilitação de animais, está também aberta ao lazer.

 

"Não é só para animais com problemas, é também um sítio para eles gastarem energia e para melhorarmos a qualidade de vida, que é esse o nosso objetivo", adiantou a responsável que quase diariamente se atira para a água, até para ajudar alguns cães a queimar calorias.

 

E porque cães e gatos nem sempre andam bem juntos, o hospital veterinário Mais Animais tem também salas independentes e consultórios exclusivos.

 

Aos animais podem ainda ser prestados outros serviços como inseminação artificial, acompanhamento ecográfico de gestação, imagiologia e cirurgia com recurso a laser, que, segundo Sara Curvelo, permite "menos dor na recuperação, hemorragia zero e toda uma série de facilidades na recuperação."

 

 

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 14:15

O peixe com fama de ter matado um rei - e o que ele pode ensinar à medicina

Sexta-feira, 13.11.15

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Em 1135, a Inglaterra mergulhou em uma guerra civil por causa da morte repentina do rei Henrique 1º, em meio a complicadas negociações para sua sucessão.


Reza a lenda que o conflito foi deflagrado por um peixe: em vez de morrer em batalha ou de causas naturais, Henrique 1º foi vítima de seu apreço por lampreias.


Tal história tem origem duvidosa, diz o historiador Giles Gasper, da Universidade de Durham. Ainda assim, muitas crianças britânicas ao longo dos séculos aprenderam o peixe que teria matado um rei.


Mas as lampreias continuaram sendo parte do banquete real por muitas eras.


Os cientistas também adoram esses peixes. Só que por outras razões.


Ecologistas sabem que as lampreias são responsáveis pela manutenção da saúde dos rios. Médicos estudam-nas para entender sua capacidade incrível de regeneração mesmo depois de danos severos - um fator de cura que pode oferecer uma forma de regenerar lesões na coluna de humanos.

 

Origens humanas


Biólogos, por sua vez, descobriram que lampreias tiveram um papel crucial na história da vida. Estão entre os primeiros animais a evoluir. Estes peixes, então, carregam importantíssimas pistas sobre as origens humanas.


Lampreias se parecem com enguias. Têm um corpo longo e flexível, com olhos, boca e guelras de um lado, e uma barbatana do outro.


Mas é o que as lampreias não têm que as torna especiais.

 

Assim como alguns peixes primitivos, elas não têm ossos. Seus esqueletos são todos feitos de cartilagem. As lampreias também não contam com algumas das mais importantes barbatanas comuns a alguns peixes, como as duas barbatanas peitorais e as duas pélvicas, que em nossos ancestrais evoluíram para pernas.

 

Mais notavelmente, as lampreias não têm mandíbulas. Suas bocas são uma espécie anel permanentemente aberto, repleto de dentes afiados - que as lampreias usam para morder outros peixes e sugar seu sangue.

 

Ancestrais

 

“As fotos usuais das lampreias mostram o disco com os dentes e algumas pessoas parecem ter fascínio com esse lado parasita delas”, diz John Hume, da Universidade de Michigan.

 

A falta de mandíbulas pode ser peculiar hoje, mas há centenas de milhões de anos era norma no mundo animal. As lampreias e o peixe-bruxa são as únicas espécies que ainda sobrevivem. Segundo paleontologistas, fósseis datando de mais de 360 milhões de anos atrás sugerem que pouco mudou nelas.

 

Isso não quer dizer que nossos ancestrais eram lampreias. É mais ou menos como os chimpanzés. Os dois animais explicam bastante sobre nossos ancestrais, mas nenhum deles está diretamente na linha evolucionária direta humana.

 

Porém, o ancestral direto humano provavelmente tinha similaridades com uma lampreia. Em sua evolução, criou mandíbulas, pernas e, de forma mais importante, nosso sistema imunológico adaptativo, que nos permite “memorizar” patógenos que nos fizeram mal de forma que possamos lutar contra eles de modo mais eficiente no próximo round.
Mas voltando à esfera gourmet: por que as lampreias eram tão apreciadas na antiguidade, ao ponto de estimular a gula de Henrique 1º? Uma das teses, segundo o professor Hume, é o fato de o peixe ser calórico e carnudo.


Essas características específicas eram bastante úteis em uma era em que a força da religião frequentemente impunha jejuns que restringiam o consumo de carnes que não fossem de peixes. “Dias de jejum eram quase um terço do ano”, afirma Gasper.


Mesmo nos dias de hoje, a lampreia ainda tem ligações reais. A atual soberana britânica, Elizabeth 2ª, recebeu tortas de lampreia de presente por ocasião do 25º e 50º aniversários de reinado.


Regeneração


Sim, as lampreias desapareceram dos rios britânicos, em um processo que especialistas como Hume afirmam ter começado já na Revolução Industrial, no século 18. E não por causas óbvias como a poluição, mas pelo represamento de águas, que dificultou a migração dos peixes para desovar. Em setembro deste ano, porém, autoridades ambientais britânicas anunciaram a descoberta de cardumes de lampreias nas águas do país.

 

“Esses peixes são extremamente úteis para o ecossistema. Eles transportam nutrientes de lagos para rios e suas larvas filtram a água”, explica Hume.

 

Há ainda sua contribuição para a medicina: proteínas na saliva dos peixes agem como anticoagulantes e dilatam vasos sanguíneos, o que os ajuda a “vampirizar” outras criaturas marinhas.

 

Elas também têm alta tolerância a ferro, o que pode ser útil para pesquisadores estudando curas para a hemocromatose, uma condição que afeta pessoas incapazes de controlar a quantidade de ferro que absorvem de alimentos e que podem resultar em uma série de males, incluindo cirrose e disfunção erétil.

 

Por fim, há a incrível capacidade de regeneração destes peixes, que podem praticamente se recuperar totalmente de lesões totais em sua medula. Algo com que humanos podem atualmente podem apenas sonhar.

 

E um mapeamento genético de lampreias feito em 2013 revelou similaridades surpreendentes entre os genes delas e os nossos. “Muitas famílias de genes estão presentes tanto em lampreias como em humanos", diz Ona Bloom, do Instituto Feinstein de Pesquisas Médicas, nos EUA.

 

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 18:46

Lançamento do Atlas das Aves Marinhas de Portugal

Sexta-feira, 06.11.15

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O Atlas das Aves Marinhas de Portugal representa a mais completa e detalhada caracterização até hoje realizada da distribuição e da abundância de aves marinhas e costeiras que utilizam as águas portuguesas. Nesta obra vai encontrar a compilação de mapas resultantes de dados recolhidos a partir de embarques, censos costeiros e censos de aves invernantes na costa.

O livro reúne informação acerca de 65 espécies de aves pelágicas e costeiras, referindo ainda outras observadas pontualmente nas nossas águas.

Envie-nos a confirmação da sua presença para joana.domingues[arroba]spea.pt.

 

 

In' spea.pt

 

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Publicado por Planeta Cultural às 19:19

A rola-brava e o zarro são agora espécies consideradas em risco de extinção

Segunda-feira, 02.11.15

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A última actualização da Lista Vermelha das Espécies em risco de extinção inclui,pela primeira vez, espécies cinegéticas que são caçadas em Portugal. A rola-brava e o zarro são agora espécies consideradas em risco de extinção, na categoria “Vulnerável” o que, segundo a SPEA (Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves), demonstra a urgência de alterar a legislação de caça em Portugal e noutros países onde estas espécies ocorrem.

 

Das 77.340 espécies avaliadas pela Lista Vermelha, 22.784 estão ameaçadas de extinção e no grupo das aves em particular, mais de 40 espécies viram o seu estatuto de conservação agravar-se. É o caso da rola-brava, uma ave migradora que ainda é caçada em Portugal, apesar de programas de monitorização levados a cabo pela SPEA demonstrarem um decréscimo de cerca de 40% no seu número, na última década.

 

Também o zarro, da família dos patos, é uma espécie cinegética migradora com diminuições drásticas nas suas populações. “Com base nestes dados, a SPEA não tem dúvidas que ambas as espécies devem deixar de ser caçadas como medida de conservação, o que requer uma reacção rápida e eficaz das entidades oficiais através da alteração do calendário venatório e da suspensão da sua caça”, explicou a associação.

 

Os principais grupos de aves que mostram agravamentos no risco de extinção são os abutres, as aves marinhas e as aves limícolas, algumas delas ocorrem em Portugal e requerem medidas de conservação urgentes.

 

Em Portugal existe uma espécie em risco crítico, que o país partilha com Espanha: a pardela-balear, e outras três “em perigo”. Nos últimos tempos, outras viram a categoria de ameaça diminuída graças a esforços de projectos de conservação, entre as quais o priolo e a freira-da-madeira.

 

Ainda assim, existem sete espécies com o estatuto de conservação urgentes: a águia-imperial, o painho-de-monteiro, a abetarda, a freira-do-bugio, a felosa-aquática, e as novas espécies que agora entraram na lista, a rola-brava e o zarro.

 

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 19:36

Mãe-da-lua-grande (Nyctibius grandis)

Quarta-feira, 23.09.15

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“Quando a mãe-da-lua canta é hora de ir para a cama”  Essa é a história que as mães contam a seus filhos no Pantanal e na Amazônia.Segundo a lenda, a mãe-da-lua é um espírito que canta no início da noite. Ela procura por crianças que estão acordadas para levá-las para outro mundo. Essa lenda foi originada de uma ave que possui uma camuflagem excelente. Dependendo do ângulo, é quase impossível definir onde o galho acaba e a ave começa. Ela canta uma melodia misteriosa e assustadora no início da noite que, até hoje, faz as crianças correrem pra cama.

 

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Publicado por Planeta Cultural às 16:12

Ratos podem evoluir até ao tamanho das vacas

Sábado, 05.09.15

Ratos e ratazanas gigantescas, do tamanho de vacas ou até maiores, podem ser uma realidade do futuro do Planeta, de acordo com um estudo coordenado pelo geólogo Jan Zalasiewicz, da Universidade de Leicester. O estudo foi publicado no ano passado e reavivado ontem pelo Mail Online, tendo como pano de fundo este outro estudo, não menos assustador.

 

“Os animais vão evoluir, com o tempo, para qualquer tipo de corpo que lhes permita sobreviver e reproduzir”, explicou Zalasiewicz. O cenário aterrador pode ser uma realidade assim que os ratos, altamente adaptáveis, possam aproveitar-se da extinção de grandes mamíferos.

 

Um exemplo desta evolução: no período cretáceo, durante a era dos dinossauros, existiam mamíferos muito pequenos, do tamanho de ratazanas e ratos, uma vez que os dinossauros ocupavam maiores nichos ecológicos.

 

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 21:10



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