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Tesla lança carro eléctrico mais rápido do mundo (bate Porsches e Ferraris)

Quinta-feira, 25.08.16

Tesla.jpg

A Tesla lançou uma nova versão do Model S com uma potente bateria cuja aceleração supera os superdesportivos.


É o carro de produção em série mais rápido do mundo. É movido a electricidade, não usa combustíveis fósseis. A Tesla anunciou o lançamento do Model S P100D, que vai dos zero aos cem em 2,7 segundos. Um registo que supera os alcançados por marcas ilustres como a Porsche e Ferrari.

 

Os únicos automóveis capazes de lhe fazer frente são o Ferrari LaFerrari e o Porsche 918 Spyder, aponta a Tesla, mas ambos já não são produzidos, a sua produção era limitada e custavam milhões de euros. Já o Model S P100D "Ludicrious Mode" vai custar 119 mil euros.

 

A sua aceleração deve-se à bateria de 100 kilowatts hora (KWh) que permite uma autonomia de 613 quilómetros e uma aceleração dos zero às 60 milhas por hora (96,5 quilómetros hora) em 2,5 segundos. A verdade é que existem automóveis que igualam esta marca, mas são protótipos ou são modelos de pista, como o Ariel Atom 350 R ou o Radical RXC. De velocidade máxima, o Tesla alcança os 250 quilómetros por hora.

 

E em termos de conforto, a Tesla destaca que, regra geral, os superdesportivos têm dois lugares e pouco espaço de bagagem, enquanto o Model S tem quatro portas, conta com capacidade para transportar cinco adultos mais duas crianças, com muito espaço para a bagagem.

 

Além do sedan Model S, o jipe urbano da Tesla também vai ter uma versão "Ludicrious Mode". O Model X P100D vai ter assim uma autonomia para 542 quilómetros e vai dos zero às 60 milhas por hora em 2,9 segundos, ou dos zero aos 100 em 3,1 segundos. Os preços começam nos 120 mil euros.

 

A marca liderada por Elon Musk sublinha que os preços elevados praticados nestes modelos vão servir para financiar o Model 3, o modelo mais barato da Tesla, ainda não lançado.

 

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 20:56

Se bateu com o carro e o outro condutor não assinar a declaração amigável, saiba o que fazer

Sexta-feira, 11.03.16

Há um acordo entre seguradoras que dispensa a assinatura da declaração amigável por ambos os intervenientes. Saiba como pode ter a vida mais facilitada, em caso de “azar”.

 

Se bateu com o carro e o choque é apenas de “chapa”, o primeiro passo é informar as seguradoras e deve sempre descrever-se, de maneira factual, como aconteceu o acidente. As testemunhas também deverão ser indicadas, bem como a sua morada e telefone. Se possível, fotografe o local do acidente, os veículos e os danos.

 

Caso ninguém tenha a declaração amigável, pode descrever, numa folha em branco, como ocorreu o acidente e os danos que resultaram. Este documento deverá ser assinado pelos intervenientes. Anote os dados dos outros condutores, dos veículos, bem como os números das apólices de seguro.

 

Quando os dois intervenientes num acidente preenchem correctamente e assinam a declaração amigável, e a entregam nas respectivas seguradoras, acciona-se o chamado “acordo IDS” – ou seja, Indemnização Directa ao Segurado.

 

O IDS indica que as seguradoras vão efectuar a peritagem, indemnizar o seu próprio cliente e, mais tarde, reclamar esse valor à companhia do condutor responsável.

 

Mas se um dos condutores não assinar a declaração amigável, a resolução poderá complicar-se um pouco. Existem 11 seguradoras que têm um acordo que permite que o acidente seja participado através da apresentação do auto de ocorrência, da declaração amigável assinada apenas por um dos intervenientes ou através de outro meio escrito onde constem as matrículas dos veículos, a descrição do acidente e dos danos. (consulte o nome destas seguradoras aqui).

 

Tal como o IDS, o acordo é válido para acidentes ocorridos em Portugal, com um máximo de dois carros, e desde que os danos materiais não ultrapassem 15 mil euros.

 

A seguradora paga ao seu cliente a reparação ou a indemnização por perda total, bem como as despesas com remoções, reboques e recolhas. Este método facilita a regularização dos sinistros.

 

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 19:53

Incentivo à compra de carro eléctrico deverá sofrer corte de 1.500 euros

Quinta-feira, 04.02.16

A versão preliminar do Orçamento do Estado para 2016, a que o Económico teve acesso, prevê uma redução do incentivo dado pelo Estado para a compra de veículos eléctricos, dos actuais 4.500 euros para 3.000 euros por automóvel. Ou seja. Um corte de 30%.

 

O incentivo fiscal para o abate de veículos em fim de vida sofre, assim, um corte de 1.500 euros, no subsídio revisto pelo Governo de 3.000 euros na compra de um veículo eléctrico novo, mediante a entrega para abate do antigo carro.

 

Os cortes nos apoios estatais estendem-se a outras categorias da mobilidade mais ecológica. É o caso da aquisição de um veículo híbrido "plug-in" novo, que passará a ter desconto em ISV de até 2.165 euros, contra os actuais 3.250 euros.

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 20:55

Versão italiana do MX-5 terá badge Fiat ou Abarth e não Alfa Romeo

Segunda-feira, 22.12.14

MazdaMX5.jpg

A Alfa Romeo anunciou que, ao contrário do que chegou a ser avançado pelos media, a versão italiana do roadster nipónico Mazda MX-5 não deverá ser comercializada sob o badge da Alfa Romeo, mas antes sob o logotipo da Fiat ou até mesmo da Abarth.

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 20:05

Quem vende o carro já pode mudar o registo de propriedade

Segunda-feira, 15.12.14

Quem vende o carro já pode mudar o registo de propriedade do veículo para o nome do comprador. Foi hoje publicado em Diário da República o procedimento especial para o registo da propriedade de veículos adquirida por contrato verbal de compra e venda.

Esta possibilidade é particularmente útil, por exemplo, no caso de o comprador de um automóvel não ter mudado o registo de propriedade e de o vendedor continuar a ter de suportar o Imposto Único de Circulação (IUC) - o antigo selo do carro - de um automóvel que já não é seu.

Para o poder fazer, o vendedor tem de ter documentos que indiciem a efectiva compra e venda do veículo como facturas, recibos, vendas a dinheiro ou outros documentos de quitação, dos quais conste a matrícula do carro, o nome e a morada do vendedor e do comprador.

 

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Publicado por Planeta Cultural às 11:36

Bentley mostra no salão de Paris a nova versão v8 de 530cv

Sexta-feira, 03.10.14

 

Foto: Reprodução via Internet

 

A Bentley mostra no salão de Paris a nova versão de luxo, o Mulsanne Speed com o motor v8 de 530cv.

 

Esta máquina atinge os 100km/h em apenas 4,8 segundos e atinge a velocidade máxima de 305km/h.

 

De momento desconhece-se preço!

 

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 12:00

Vendas de automóveis crescem 44,3% nos primeiros cinco meses de 2014

Segunda-feira, 02.06.14

Em comunicado, a ACAP avança que foram vendidos em Portugal 71.064 veículos automóveis entre Janeiro e Maio deste ano, o que representou uma variação homóloga de 44,3%. No mês de Maio de 2014, foram vendidos 16.018 veículos, ou seja, mais 37,3% do que em igual mês do ano anterior.

 

"É de salientar que, mesmo com a variação positiva registada em Maio, o mercado continua a manter-se abaixo dos níveis registados em anos anteriores a 2012", sublinha a mesma fonte, acrescentando que o volume de vendas observado neste mês de Maio "situa-se claramente abaixo da média dos últimos dez anos, sendo que no mês homólogo de 2013, que lhe serve de comparação, o volume de vendas foi muito baixo".

 

No mês de Maio de 2014, foram comercializados em Portugal 13.773 automóveis ligeiros de passageiros, o que correspondeu a um crescimento de 36,5% face ao mês homólogo do ano anterior. Já nos cinco primeiros meses de 2014, as vendas de veículos ligeiros de passageiros totalizaram 60.041 unidades, o que se traduziu numa variação positiva de 42% relativamente ao período homólogo de 2013.

 

Quanto ao mercado de veículos pesados de passageiros e de mercadorias, em Maio de 2014 verificou-se um crescimento de 41,9% em relação ao período homólogo, tendo sido comercializados 176 veículos desta categoria.

 

Nos cinco primeiros meses de 2014 as vendas situaram-se nas 1.136 unidades, o que representou um acréscimo do mercado de 39,9% relativamente ao período homólogo do ano anterior. 

 

 

In' Jornal de Negócios

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Publicado por Planeta Cultural às 20:38

Revalidação da Carta de Condução

Segunda-feira, 05.05.14

A carta de condução deve ser revalidada de acordo com as idades abaixo indicadas, para as diferentes categorias de veículos, e independentemente da validade averbada no documento.

 

Evite as filas de espera e utilize o prazo que a lei lhe concede, procedendo à revalidação da sua carta durante os 6 meses que antecedem o dia em que completa as idades obrigatórias. E tenha em atenção que o documento não pode ser renovado com mais de seis meses de antecedência.

Idades para revalidação da carta de condução:

 
Carta de condução obtida antes de 2 de janeiro de 2013:
 
1 - Condutores de veículos das categorias A, B, BE, A1 e B1
  • Aos 50, 60, 65, 70 anos e, posteriormente, de dois em dois anos, sem limite de idade;

         (Consulte a tabela de revalidação por ano de nascimento do condutor, para estas categorias)

 
2 - Condutores de veículos das categorias C, CE, C1 e C1E
  • Aos 40, 45, 50, 55, 60, 65, 68 anos e, posteriormente, de dois em dois anos, sem limite de idade;

         (Consulte a tabela de revalidação por ano de nascimento do condutor, para estas categorias)

 
3 - Condutores de veículos das categorias D, DE, D1, D1E e da categoria CE, cujo peso bruto exceda 20.000 kg.
  • Aos 40, 45, 50, 55 e 60 anos (a idade limite para estas categorias é 65 anos).

         (Consulte a tabela de revalidação por ano de nascimento do condutor, para estas categorias)

 

Carta de condução obtida a partir de 2 de janeiro de 2013 (aprovação em exame prático de condução após 2 de janeiro de 2013):

1 - Condutores de veículos das categorias AM, A1, A2, A, B1, B e BE

  • Aos 30, 40, 50, 60, 65 e 70 anos e, posteriormente, de dois em dois anos, sem limite de idade (exceção: quando a carta de condução é obtida entre os 25 e os 30 anos, a primeira revalidação só é efetuada aos 40 anos do condutor);

         (Consulte a tabela de revalidação por ano de nascimento do condutor, para estas categorias)

 
2 - Condutores de veículos das categorias C1, C1E, C, CE e das categorias B e BE com averbamento do Grupo 2
  • Aos 25, 30, 35, 40, 45, 50, 55, 60, 65 e 70 anos e, posteriormente, de dois em dois anos, sem limite de idade;

         (Consulte a tabela de revalidação por ano de nascimento do condutor, para estas categorias)

 
3 - Condutores de veículos das categorias D1, D1E, D e DE
  • Aos 25, 30, 35, 40, 45, 50, 55 e 60 anos (a idade limite para estas categorias é 65 anos).

         (Consulte a tabela de revalidação por ano de nascimento do condutor, para estas categorias)

 
Pode consultar aqui mais informação sobre o novo Regulamento da Habilitação Legal para Conduzir.

 

Documentos

Para revalidar as habilitações averbadas na carta de condução são necessários os seguintes documentos:

  • Exibição do original da carta de condução;
  • Uma fotografia atual (tipo passe), a cores e de fundo liso e claro;
  • Exibição do original do documento de identificação ou fotocópia simples;
  • Apresentação do Número de Identificação Fiscal:
  • Atestado Médico, emitido por qualquer médico no exercício da sua profissão, para:

a)  condutores de veículos das categorias A, B, BE, A1 e B1, com idade igual ou superior a 50 anos;

b) condutores de veículos das categorias C, CE, D, DE, C1, C1E, D1 e D1E, bem como das categorias B e BE que exerçam a condução de ambulâncias, veículos de bombeiros, de transporte de doentes, transporte escolar e de automóveis ligeiros de passageiros de aluguer.

condutores do Grupo 2, com idade igual ou superior a 50 anos: condutores de veículos das categorias C, CE, D, DE, C1, C1E, D1 e D1E, bem como os condutores das categorias B e BE que exerçam a condução de ambulâncias, veículos de bombeiros, de transporte de doentes, transporte escolar e de automóveis ligeiros de passageiros de aluguer; 

Pode consultar aqui o cartaz informativo sobre as alterações em matéria de avaliação médica e psicológica.

NOTA: Nos balcões de atendimento do IMT e nas Lojas do Cidadão onde o IMT está presente (Braga, Coimbra, Lisboa - Laranjeiras, Setúbal, Viseu e Porto), o modelo 1 IMT não é necessário quando a entrega dos documentos é efetuada pelo próprio, sendo obrigatório quando a entrega dos documentos é efetuada por terceiros.

Quando a entrega dos documentos é efetuada nos Postos de Atendimento ao Cidadão (PAC/BMS) o modelo 1 IMT é sempre obrigatório.

Taxas: € 15 para condutores de idade igual ou superior a 70 anos; € 30 para os restantes condutores.

 

Procedimentos 

Para comodidade dos condutores, o IMT disponibiliza os formulários para o pedido de revalidação da carta, sendo necessário:  

  • Preencher manualmente depois de impresso, e assinar, o formulário Modelo 1 IMT. Ao preencher o formulário, utilize sempre uma esferográfica preta sobre superfície dura. (Consultar Instruções de Preenchimento);
  • Não se esqueça de assinalar a pretensão requerida;
  • Entregar os documentos nos Balcões de Atendimento do serviço regional e distrital do IMT, Loja do Cidadão e Postos de Atendimento ao Cidadão (PAC/BMS), mais perto de si.
  • O condutor receberá a nova carta em casa, por correio registado em mão;
  • Caso esta carta se destine a substituir uma outra, cujo prazo de validade ainda não tenha terminado, alerta-se que a carta anterior se encontra revogada, pelo que se recomenda que proceda à respetiva destruição.

Os impressos estão também disponíveis no site do IMT em Formulários – Condutores e Veículos. 

Nota: Caso tenha havido outras alterações (Ex.: Morada), não se esqueça de as assinalar também.

 

Enquadramento legal

Decreto-Lei n.º 138/2012, de 5 de julho, que introduz diversas alterações ao Código da Estrada e aprova o novo Regulamento da Habilitação Legal para Conduzir, transpondo parcialmente para a ordem jurídica interna a Diretiva n.º 006/126/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 20 de dezembro, relativa à carta de condução.

Despacho Conjunto do Presidente do Instituto da Mobilidade e dos Transporte, I.P. e do Diretor-Geral da Saúde, de 2 de novembro de 2012 - Aprova os modelos e conteúdos do Relatório de Avaliação Física e Mental, Atestado Médico, Relatório da Avaliação Psicológica e Certificado de Avaliação Psicológica

 

 

Conteúdo retirado do sítio IMTT

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Publicado por Planeta Cultural às 21:13

Audi lança novo A3 Cabriolet

Quarta-feira, 09.04.14

 

Quarto elemento da família A3, construído com base na mesma plataforma (a MQB) do A3 Limousine, o novo Cabriolet é maior e mais leve que o seu antecessor. O peso em vazio da versão base é de 1.345 quilos, cerca de 60 quilos menos que anterior geração, o que se deve à utilização de materiais em aço de alta resistência e de alumínio em muitos componentes, como o capô. As dimensões também cresceram: no comprimento (de 4,24m para 4,42m), na largura (de 1,77m para 1,79m) e na distância entre eixos (de 2,58m para 2,60m). Só a altura diminuiu cerca de 15mm.

 

Exteriormente, o A3 Cabriolet distingue-se por alguns elementos exclusivos, como a faixa decorativa em alumínio que contorna todo o veículo, os novos grupos ópticos, que estão disponíveis, como opção, com a tecnologia LED, as entradas de ar dianteiras e os pára-choques, que enfatizam a sensação de largura do modelo.

 

Disponível em dois níveis de equipamento, Attraction e Sport, o A3 Cabriolet utiliza uma capota têxtil automática, com estrutura de magnésio e aço. Através de um sistema electro-hidráulico, necessita de apenas 18 segundos para abrir ou fechar, inclusive em andamento a velocidades até aos 50km/h. Quando está aberta, a capota é recolhida num compartimento, ficando assim reduzida a volumetria da bagageira a uma capacidade de 275 litros (320 litros com a capota fechada). Em alternativa, a Audi propõe por 295 euros uma capota acústica com espuma interior mais espessa que reduz ainda mais o nível de ruído no habitáculo.

 

Nos opcionais, há a estreia do deflector de vento e o aquecimento para a zona da cabeça (Airscarf) nos bancos dianteiros. Em caso de acidente, um sistema activo de protecção anticapotamento protege os passageiros. Ao contrário do seu antecessor, que tinha os arcos de segurança fixos, no novo Cabriolet estes estão recolhidos e disparam em milésimos de segundos quando detectam o acidente.

 

Motorizações

Na fase de lançamento, estão disponíveis três motorizações a gasolina TFSI com cilindradas de 1.4 e 1.8 litros e potências de 125cv, 140 cv e 180 cv, e o motor 2.0 TDI que debita uma potência de 150cv. O consumo médio base é inferior em cerca de 13 por cento aos motores do modelo anterior, apesar das prestações serem superiores. O bloco 1.4 TFSI de 140cv destaca-se pelo sistema COD (cylinder on demand) que desliga dois cilindros com cargas baixas, beneficiando os consumos.

 

A partir do próximo mês de Maio, a oferta de motores será alargada com mais três versões. No entanto, o 1.6 TDI de 110cv, com um consumo de 3,9 litros/100km e emissões de CO2 de 104g/km, mais adaptado ao mercado português, só tem chegada prevista para Agosto.

 

Nas transmissões, todos os motores podem ser acoplados ao sistema automático S tronic que, em conjunto com o sistema dinâmico de condução Audi drive select, oferece a função roda livre no modo ‘efficienty’, que reduz ainda mais o consumo de combustível. A tracção integral permanente quattro,’ é outra novidade no Audi A3 Cabriolet.

 

Componentes de entretenimento

Atractiva é também a oferta de componentes de entretenimento. Aqui o destaque vai para o sistema de som da Bang & Olufsen e a navegação MMI plus. O ecrã plano de sete polegadas surge electricamente no tablier. No terminal de comando MMI, o botão giratório foi combinado com o MMI touch para dar lugar ao touch wheel (ou roda táctil): a sua parte superior inclui o campo táctil que pode ser usado para introduzir letras e números.

 

O sistema Audi connect engloba todas as tecnologias que ligam o condutor com o veículo e com a internet. Neste novo Audi A3 Cabriolet a ligação à internet é efectuada, sempre que possível, através do ultra-rápido protocolo LTE. O Audi connect permite aos passageiros navegar pela internet e gerir o seu correio electrónico através de um ponto de acesso sem fios WLAN.

 

Para o condutor, o sistema descarrega para o veículo os serviços de internet personalizados da Audi: desde a navegação com imagens do Google Earth e Google Street View, passando pela informação de tráfego Audi online, até ofertas como as redes sociais Facebook e Twitter. O mais recente serviço do Audi connect é a informação de estacionamento, que mostra os lugares de parqueamento e os parques no local seleccionado pelo condutor. Sempre que seja possível, o serviço faculta a informação sobre o número de lugares livres e o respectivo custo.

 

A primeira geração do A3 Cabriolet, lançada em 20087, vendeu até ao ano passado, mais de 60 mil unidades à escala global. Em Portugal foram comercializadas 400 veículos.

 

 

Fonte: Jornal de Negócios

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Publicado por Planeta Cultural às 20:25

Maserati regressa a Portugal

Quinta-feira, 27.03.14

 

Depois de vários anos afastada do mercado nacional, a marca de desportivos de luxo Maserati está de regresso a Portugal. O importador oficial é a Tridente Portugal, uma empresa do Grupo F. Pimenta SGPS, que já detém também a importação das marcas  Aston Martin e Lotus, e concessões da Jaguar e da Land Rover.

 

Numa primeira fase, a marca vai contar com dois pontos de venda e pós-venda, um em Lisboa, no Parque das Nações, na mesma área onde hoje se encontra a Jaguar Automóveis Lisboa, e outro no Porto, a Cibercar. O investimento inicial ronda o meio milhão de euros, que vão ser aplicados na preparação dos salões de exposição nas duas cidades, que deverão abrir nos próximos dois meses. As vendas, no entanto, já arrancaram com quatro pedidos firmes em poucos dias.

 

O anúncio do regresso da marca italiana ao nosso país foi feito hoje, quinta-feira, em Lisboa, por Paulo Pimenta, presidente do conselho de administração da F. Pimenta SGPS, que se encontrava acompanhado por Enrique Lorenzana de Rio, director comercial da Maserati Iberia e responsável pelo desenvolvimento da Rede de Concessionários à escala europeia.

 

Segundo Paulo Pimenta, apesar do momento de crise económica que Portugal atravessa, o mercado nacional tem actualmente potencial para alcançar vendas da ordem das 25 unidades/ano, mas com a chegada do utilitário-desportivo (SUV) Levante, no próximo ano, poderá chegar às 80 unidades.

 

O regresso da Maserati insere-se numa vasta estratégia de expansão e reposicionamento da marca a nível global, que tem por objectivo alcançar em 2015 as 50 mil unidades comercializadas. O ano passado foram vendidos 15.300 Maserati, um número que este ano de 2014 deverá subir para os 30.000 veículos.

 

Os EUA continuam a ser o principal mercado para a marca, com as entregas a crescerem 138% em 2013 face ao ano anterior, para 6.900 unidades. A China, o segundo maior mercado, registou a mais elevada percentagem de crescimento, com as entregas a aumentarem 344% para 3.800 unidades. Mesmo na Europa, onde as condições económicas se mantiveram difíceis, as entregas cresceram 133%, para 2.500 unidades, graças ao contributo dado pelos novos modelos. Os resultados também foram bons na região Ásia-Pacífico (não incluindo a China) e no Médio Oriente, onde se registaram aumentos de 52% (1300 veículos) e 81% (750 veículos), respectivamente.

 

Até há poucos anos, com uma única unidade de produção em Modena, a Maserati vendia apenas 6.500 unidades/ano. As vendas aumentaram com a construção de raiz de uma segunda fábrica em Turim (150 veículos/dia), com o aumento do número modelos, a introdução de motorizações a diesel na gama e a passagem de marca superluxo a premium.

 

A gama de modelos da Maserati disponíveis em Portugal compreende os desportivos Quatropporte, Ghilbi GrandTurismo e GranCabrio. Nas motorizações a gasolina V6 e V8, os preços oscilam entre os 90.200 e os 208.200 euros.

 

As versões a Diesel do Ghilbi e do Quatropporte, com 270cv, custam, respectivamente, 85.500 e 117.400 euros.

 

O parque automóvel circulante da Maserati em Portugal ronda as 200 unidades.

 

 


Para visitar a fonte da informação clique aqui

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Publicado por Planeta Cultural às 21:43



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