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"Marca", periódico barcelonista (Don Federico Jimé...
A atleta portuguesa Sara Moreira conquistou, este domingo, a medalha de ouro na final dos 3000 metros dos Europeus de pista coberta, que decorrem em Gotemburgo, na Suécia.
Sara Moreira deixou a segunda classificada, a alemã Corinna Herrer, a dois segundos de distância, vencendo a prova isolada, com o tempo de 8.58,50 minutos.
O bronze para a irlandesa Fionnuala Britton.
Sara Moreira foi medalha de prata em 2009. Há quatro anos, foi vice-campeã em Turim, e, 2011, em Paris, não alcançou um melhor resultado por causa de um erro de inscrição.
Mais portugueses em competição
Ainda hoje vão estar em prova, nos Europeus de Atletismo, Hélio Gomes (na final de 1500 metros) e Tiago Marto (na prova de Heptatlo).
O triplo salto tem sido onde Portugal tem tido pior desempenho, com Patrícia Mamona a ficar na última posição.
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Usain Bolt disse, após ter ganho a final dos 200 metros, não ter qualquer respeito por Carl Lewis, numa clara alusão a uma entrevista dada pelo antigo campeão olímpico norte-americano, onde se referia ao facto de os atletas jamaicanos serem poucas vezes controlados no seu país.
“Vou dizer algo muito controverso neste momento: ‘Não tenho respeito por Carl Lewis’. As coisas que ele diz sobre os atletas começaram a deixar de ter valor. Quer apenas atenção, pois ninguém fala dele. Fiquei triste quando ouvi o que disse. É desolador e por isso perdi todo o respeito”, comentou Bolt, que referiu ter admiração especial pelo norte-americano Jesse Owens.
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Após vencer nesta quinta-feira a final dos 200 m rasos dos Jogos Olímpicos de Londres 2012, com o tempo de 19s32, e tornar-se o primeiro homem da história a conquistar duas medalhas de ouro na prova, o jamaicano Usain Bolt enfim pode se definir como "uma lenda". E foi exatamente isso que disse o corredor após o triunfo, além de ter se comparado a outro mito do esporte, o americano Michael Johnson.
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O jamaicano Usain Bolt, 25, tornou-se definitivamente o maior velocista de todos os tempos da Olimpíada. O maior astro do atletismo atual ganhou o bicampeonato olímpico na prova dos 200 m rasos, após ter conseguido a dobradinha nos 100 m.
E virou o único homem a conseguir o feito em toda a história dos Jogos.
Na sua opinião, esse seria o passo final para se tornar uma lenda do esporte.
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Sarah Attar tornou-se esta quarta-feira a primeira mulher saudita a competir no atletismo olímpico, usando um lenço na cabeça (hijab), terminando em último a eliminatória dos 800 metros nos Jogos de Londres.
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Marco Fortes continua a passar por um bom momento de forma. O atleta do Benfica foi sexto no lançamento do peso no "meeting" de atletismo que decorre em Zurique, com 20,78 metros e todos os seis lançamentos foram acima dos 20,25.
O atleta já havia sido sexto nos Mundiais de Daegu, e está apenas a onze centímetro do seu recorde nacional.
Nas provas de especialidades, haverá mais um português. Marcos Chuva vai competir no salto em comprimento.
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Nelson Évora, campeão olímpico do triplo salto em Pequim2008, afirmou que os percalços ocorridos durante os Mundiais de atletismo "devem servir de exemplo para os portugueses perceberem o que isto é, antes de criticarem os atletas".
O português, campeão do Mundo em 2007 e vice em 2009, considera normais "as falsas partidas, os três nulos, e as marcas que não entram quando deveriam entrar", entre outros episódios protagonizados pelos atletas nos últimos dias.
"Tudo isso é normal", e as pessoas antes de apontarem o dedo "têm de ver que estão aqui os melhores" e que isso "já é um grande feito", disse Nelson Évora, em declarações à Agência Lusa.
O atleta, que entra em prova em Daegu, na Coreia do Sul, na sexta-feira, assegurou que o nível de pressão entre os Mundiais de atletismo e os Jogos Olímpicos "é o mesmo, só muda o nome", com a vantagem de, "pela primeira vez, num campeonato do Mundo, os atletas estarem "numa aldeia".
"Acaba por ser bom porque, mesmo entre colegas de equipas, convivemos muito mais. Temos uma sala comum, com apartamento (...), e isso é melhor porque ajuda a passar o tempo", revelou o atleta, que permanece na Ásia há 20 dias, primeiro para as Universíadas de Shenzhen, na China, e agora na Coreia do Sul para os Mundiais.
Mas, apesar do "companheirismo" e do "ambiente espectacular", Nelson Évora salientou que não se sente pressionado a mostrar resultados, à medida que a equipa portuguesa não se evidencia nas competições.
"Sem dúvida que não me influencia. Tenho de me preocupar comigo e concentrar-me no meu trabalho, mas os resultados menos bons deixam-me um pouco triste. É nesses momentos que temos de nos apoiar uns nos outros", sublinhou.
E nem o ouro da Universíadas lhe pesa. "A minha moral continua a mesma. Os meus objectivos continuam os mesmos, que é fazer o meu melhor, passar à final e divertir-me", concluiu.
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Uma das maiores ausências que se vai registar nos Mundiais de Atletismo, que terão início este Domingo na Coreia do Sul, será certamente o jamaicano Asada Powell.
Segundo informou o seu empresário, Paul Doyle, o atleta ainda não recuperou de dores nos adutores que o têm vindo a apoquentar desde o Meeting de Budapeste que decorreu em Julho passado.
Powell havia decidido não participar no Meeting de Londres numa tentativa de conseguir recuperar para os Mundiais mas o esforço foi em vão.
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