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Aldeia de Linhares da Beira classificada como conjunto de interesse público

Quarta-feira, 15.05.13

 

A classificação da aldeia histórica de Linhares da Beira como conjunto de interesse público, por portaria publicada em Diário da República, foi hoje recebida com satisfação pela Câmara Municipal de Celorico da Beira.

 

«É motivo de satisfação e de regozijo para o concelho de Celorico da Beira e, essencialmente, para a população que vive em Linhares da Beira», disse à agência Lusa o vice-presidente da Câmara, responsável pelo pelouro da cultura, José Luís Cabral.

 

A portaria, assinada pelo secretário de Estado da Cultura, Jorge Barreto Xavier, refere que a classificação da antiga vila reflete o seu interesse «como testemunho notável de vivências ou factos históricos».

 

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 19:51

Versão de ópera de Wagner em cenário de campo de concentração nazi cancelada na Alemanha

Quinta-feira, 09.05.13

 

Uma produção da ópera «Tannhauser» de Richard Wagner foi retirada de cena em Dusseldorf, Alemanha, por causa do realismo de algumas cenas relacionadas com a execução de judeus e as câmaras de gás dos campos de concentração nazis.

 

A direção da Ópera do Reno em Dusseldorf (oeste) admitiu, num comunicado divulgado na sua página na Internet, que «estava consciente desde o início» de que o conceito e a encenação do diretor Burkhard Kosminski da obra de Wagner «iriam suscitar controvérsia».

 

«Mas, é com grande espanto que constatamos que algumas cenas, particularmente as cenas das execuções, feitas com grande realismo, tenham provocado a muitos espetadores uma reação tão forte, tanto a nível psicológico como físico, levando-os a consultar um médico», indicou a mesma nota informativa.

 

A direção da ópera explicou que decidiu cancelar a apresentação da produção, substituindo-a com concertos sinfónicos da obra de Wagner.

 

O encenador Burkhard Kosminski recusou fazer qualquer alteração à produção, invocando «razões artísticas».

 

Na versão de Kosminski, o cenário da ópera é transportado para uma realidade marcada pelos crimes do regime nazi.

 

No dia da estreia da ópera, no sábado, muitos espetadores chocados saíram da sala passados 30 minutos do início do espetáculo.

 

Uma das cenas mostra uma família a ser despida, com as cabeças rapadas, antes de ser morta por elementos das forças nazis.

 

Outra cena faz uma alusão às câmaras de gás dos campos de concentração, com figurantes nus colocados em cubos de vidros envolvidos num nevoeiro artificial, segundo relatou a imprensa alemã.

 

Na versão de Richard Wagner (1813-1883) a história decorre no século XIII, tendo início no reino de Vénus.

 

Wagner foi «um anti-semita fervoroso, (...) mas não tinha qualquer ligação com o Holocausto», reagiu, em declarações à agência de notícias alemã DPA, Michael Szentei-Heise, líder da comunidade judaica de Dusseldorf. O representante qualificou a adaptação «de mau gosto».

 

O bicentenário do nascimento de Wagner, compositor e ensaísta alemão, está a ser celebrado este ano.

 

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 20:31

Mamma Leone - Bino & Valentina

Quarta-feira, 08.05.13

 

Sim, esta música coloca uma pessoa de rastos, pelo menos a mim!

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Publicado por Planeta Cultural às 23:22

Gafanhotos tentam «boicotar» concerto de Paul McCartney no Brasil

Quarta-feira, 08.05.13

 


Paul McCartney enfrentou dificuldades inesperadas no concerto de segunda-feira em Goianias, no Brasil, quando numerosos gafanhotos invadiram o palco.

 

O ex-Beatle manteve a compostura e concluiu o concerto de mais de três horas perante o entusiasmo dos 47 mil fãs.


Ao longo do concerto, McCartney tocou alguns dos seus temas mais emblemáticos mas também clássicos dos Beatles.


Bem-humorado, o músico apresentou um dos gafanhotos como Harold durante o tema «Hey Jude».

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 21:44

Fundação Portugal Telecom promove exposição de artistas contemporâneos, entre os quais Paula Rego

Quarta-feira, 08.05.13

No âmbito das comemorações do Dia Mundial das Comunicações, a 17 de maio, a Fundação Portugal Telecom inaugura a 10ª mostra de obras da sua Coleção de Arte Contemporânea na Fundação Portuguesa das Comunicações.

 

A exposição integra um conjunto de 19 peças de 14 artistas, com destaque para a obra da pintora Paula RegoDuas meninas, um cavalo a mão fatal” de 1986. Integram ainda a exposição obras de artistas contemporâneos nomeadamente, de Ana Hatherly, Angelo de Sousa, António Palolo, Alberto Carneiro, Álvaro Lapa, Eduardo Batarda, Gaetan, Joaquim Bravo, Joaquim Rodrigo, Jorge Martins, Michael Biberstein, Pedro Calapez e Rui Sanches.

 

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 19:55

Vem aí o Rock No Sado

Sexta-feira, 03.05.13

É apresentado esta segunda-feira o Festival Rock no Rio Sado, que vem assim juntar-se ao calendário dos festivais de música. O festival está marcado para os dias 7, 8 e 9 de Junho, no Parque de Santiago em Setúbal. Moonspell, Noidz, UHF, Quinta do Bill, RAMP, Alcoolémia e Kandia são alguns dos nomes confirmados. Um passe para os três dias custa 30 euros, enquanto um bilhete para um dia fica nos 15 euros. A organização está a cabo da CJP- Produção de Eventos e Agenciamento. O naming do festival tem paralelo com  Rock in Rio. Ao M&P, fonte oficial do Rock in Rio preferiu não comentar o tema, referindo apenas que está a “analisar a questão”.



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Publicado por Planeta Cultural às 21:14

Museu do Fado: Agência noticiosa francesa recomenda «Acordem as guitarras»

Terça-feira, 30.04.13

A exposição «Acordem as guitarras», patente no Museu do Fado, em Lisboa, é um dos tópicos culturais recomendados pela agência noticiosa francesa France Presse, no mês de Maio.


A exposição no museu lisboeta surge ao lado do 66.º Festival de Cinema de Cannes, do Festival Eurovisão da Canção, em Malmo, na Suécia, ao qual Portugal este ano não concorre, e ainda do museu dedicado ao grupo ABBA, na capital sueca, assim como de outros diferentes eventos em treze países.


Outros destaques da France Presse são uma visita o túmulo do Príncipe Ishoj, na Dinamarca, que remonta à Idade do Ferro (250-400 antes de Cristo), as celebrações dos 200 anos de nascimento do compositor alemão Richard Wagner, na sua cidade natal, Leipzig, e a reabertura, na quarta-feira, do renovado Museu van Gogh, em Amesterdão.


A exposição «Acordem as guitarras», patente até 2 de Junho, apresenta a interpretação plástica da guitarra portuguesa por 16 artistas contemporâneos, entre os quais Siza Vieira e Nini Andrade Silva.


O título da mostra é inspirado num fado homónimo de Fernando Farinha e, segundo comunicado do Museu, «a partir da colecção Tudo isto é..., conceptualizada pela Malabar», um estúdio de design contemporâneo, foram «desafiados 16 consagrados artistas portugueses a expressarem-se numa tela diferente, que é uma guitarra portuguesa».


Segundo alguns estudiosos, este cordofone tem origem directa no cistre inglês, que entrou em Portugal pela barra do Douro, em finais do século XVIII. Em 1796, o mestre de capela António da Silva Leite escreveu o «Estudo de guitarra em que se expõe o meio mais fácil para apreender a tocar este instrumento».


A guitarra portuguesa, actualmente, tem 12 cordas de aço, distribuídas por seis ordens, e é afinada do tom agudo para o grave - Lá, Sol, Ré, Lá, Sol, Dó -, mas pode ter outras afinações.


João Maria dos Anjos, que foi professor do rei D. Carlos e escreveu um livro de aprendizagem para tocar o instrumento, propôs a afinação «Si, Sol, Mi, Si, Sol, Mi».


A proposta para esta exposição, explica o Museu, foi «reinventar» um instrumento com mais de 200 anos, desafio aceite por Ana Vidigal, Catarina Pestana, Eugénio Campos, Fabrizio Matos, Isaque Pinheiro, João Leonardo, João Vale, José Cardoso, Manuel Vieira, Marco Sousa, Miguel Januário, Sara Maia, Sofia Leitão e Alexandre Farto «aka» Vhils, além de Siza Vieira e de Nini Andrade Silva.


O Museu do Fado, localizado no bairro de Alfama, em Lisboa, abriu ao público em 1998 e reúne um vasto conjunto de colecções relacionadas com o fado e a prática fadista, desde registos audiovisuais a guitarras portuguesas e violas, partituras e letras fadistas, capas de discos, que remontam aos primeiros a 78 rotações, seguindo até aos vinis, aos quais se junta uma colecção de arte, na qual se destaca o óleo «O Fado», de José Malhoa.


Durante o mês de maio, aos sábados e domingos, em duas sessões, o Museu apresenta a peça «Teatro Severo», de Sofia Portugal, um programa para famílias, em que se recria taberna lisboeta do século XIX, época em que o fado apareceu e se tornou célebre a fadista Maria Severa. A peça é interpretada por Ana Clóe, Rui Melo, Rui Rebelo e Sofia de Portugal.

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 21:08

Jerónimo Pizarro vence Prémio Eduardo Lourenço 2013

Sexta-feira, 26.04.13



O professor e investigador Jerónimo Pizarro, de nacionalidade portuguesa e colombiana, é o vencedor da nona edição do Prémio Eduardo Lourenço, no valor de 10 mil euros, atribuído pelo Centro de Estudos Ibéricos (CEI), foi hoje anunciado na Guarda

 

A decisão foi comunicada pelo reitor da Universidade de Coimbra, João Gabriel Silva, no final de uma reunião do júri, a que presidiu, realizada nas instalações do CEI, naquela cidade.

 

Segundo João Gabriel Silva, o premiado, que foi comissário da presença portuguesa na Feira do Livro de Bogotá (Colômbia) em 2013, tem sido "um incansável investigador, trabalhador e divulgador de Portugal na Colômbia" e "da cultura de Portugal no espaço ibero-americano", justificou.

O presidente do júri disse que o galardoado, de 36 anos, "encarna perfeitamente o espírito do CEI".

 

"Também tem este aspeto interessante de estar muito ligado à obra de Fernando Pessoa, que é manifestamente uma das inspirações principais do professor Eduardo Lourenço e, além disso, representa uma abertura à América Latina, que ainda não tinha havido oportunidade de fazer aqui, nos Prémios Eduardo Lourenço", concluiu.

 

O prémio anual, que tem o nome do ensaísta Eduardo Lourenço, mentor e presidente honorífico do CEI, foi instituído em 2004, para galardoar personalidades ou instituições com intervenção relevante no âmbito da cultura, cidadania e cooperação ibéricas.

 

Este ano, o galardão foi atribuído a Jerónimo Pizarro, professor da Universidade dos Andes, titular da Cátedra de Estudos Portugueses do Instituto Camões na Colômbia e doutor pelas Universidades de Harvard (2008) e de Lisboa (2006), em Literaturas Hispânicas e Linguística Portuguesa.

 

Além do reitor da Universidade de Coimbra, o júri que hoje decidiu a atribuição do Prémio Eduardo Lourenço era formado, entre outros, pela vice-reitora da Universidade de Salamanca, Maria Serrano, pelo vice-presidente da Câmara da Guarda, Virgílio Bento, por Carlos Fiolhais e Simonetta Luz Afonso.

 

A sessão solene de entrega do galardão terá lugar no dia 07 de junho, na Guarda, inserido nas comemorações dos 90 anos de Eduardo Lourenço e no âmbito de uma conferência sobre "Portugal e o seu destino".

 

O Prémio Eduardo Lourenço teve a sua primeira edição em 2004 e já distinguiu personalidades de relevo de Portugal e de Espanha.

 

As anteriores edições contemplaram Maria Helena da Rocha Pereira, catedrática jubilada da Universidade de Coimbra na área da Cultura Greco-Latina, o jornalista espanhol Agustín Remesal, a pianista Maria João Pires, o poeta espanhol Ángel Campos Pámpano, o penalista Jorge Figueiredo Dias, os escritores César António Molina e Mia Couto, e o teólogo José María Martín Patino.

 

O CEI é uma associação transfronteiriça sem fins lucrativos, que nasceu de um desafio lançado pelo ensaísta Eduardo Lourenço na sessão solene comemorativa do Oitavo Centenário do Foral da Guarda, em 1999.

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 20:49

Estreia em França a «comédia à portuguesa» que homenageia emigrantes

Terça-feira, 16.04.13

O filme "La Cage Dorée", realizado pelo lusodescendente Ruben Alves, que homenageia a comunidade portuguesa que emigrou para França a partir dos anos 1960, estreia naquele país a 24 de abril, disse à Lusa o realizador.


A “comédia à portuguesa” realizada pelo lusodescendente Ruben Alves é o resultado de "30 anos de observação" dos pais e familiares que o rodearam, disse o realizador à Lusa, à margem da ante-estreia do filme em Paris, na segunda-feira à noite.


"É tempo de homenagear estas pessoas todas que fugiram do país, foram trabalhar para fora e lutar pela vida", disse.


Ruben Alves considerou que "Portugal é muito bem representado em França" e que "as pessoas têm uma imagem muito boa dos portugueses". No entanto, "não os conhecem realmente".


"Se com este filme eu conseguir que os franceses saibam quem somos nós, os portugueses, então ficaria muito feliz", acrescentou o realizador.


O filme retrata um casal de emigrantes que está em França há 30 anos. Ela porteira, ele trabalhador da construção civil, interpretados por Rita Blanco e Joaquim de Oliveira.


O elenco conta também com Maria Vieira, Chantal Lauby, Roland Giraud, Bárbara Cabrita, Jean Pierre Martins, Lannick Gautry, Jaqueline Corado Silva, Nicole Croisille, Alice Isaaz e Alex Alves Perreira.


O filme foi escrito por Ruben Alves, Jean-André Yerlès e Hugo Gélin, e produzido por Zazi Films, Pathé e TF1 Films Production.


O realizador e argumentista acrescenta que "este filme também pode mudar as mentalidades dos portugueses que pensam que conhecem os emigrantes".


O filme tem estreia prevista para Portugal para o próximo dia 01 de agosto.

 

 


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Publicado por Planeta Cultural às 20:58

Julio Iglesias actua no pavilhão Atlântico a 16 de Julho

Terça-feira, 16.04.13



O cantor espanhol Julio Iglesias, de 69 anos, atua em Lisboa, no pavilhão Atlântico no próximo dia 16 de julho, anunciou hoje a discográfica Sony Music.


Iglesias editou recentemente um álbum de retrospetiva da carreira “1 – Grandes Êxitos" que reúne 18 temas, entre os quais, “Don Quijote”. Uma edição que inclui um DVD com o registo do concerto “Starry Night”, com que celebrou os 20 anos de carreira.


Julio Iglesias regressa ao pavilhão lisboeta onde atuou em 2011, no âmbito da digressão mundial "A starry night world tour", que foi apontada na altura, pela crítica musical, como a derradeira do cantor romântico espanhol.


O intérprete de "Manuela" é o artista latino que mais discos vendeu - 300 milhões em todo o mundo, segundo contas da sua página oficial na internet - e já realizou mais de sete mil concertos.


No concerto realizado em 2011, em Lisboa, José Cid foi convidado pelo cantor espanhol para fazer a primeira parte do concerto, que foi apresentado pela atriz Silvia Rizzo.


Julio Iglesias, depois de ter sido guarda-redes do Real Madrid, nos anos de 1960, decidiu enveredar pela música ligeira, estreando-se com uma participação vitoriosa no Festival Internacional da Canção de Benidorm, em 1968, com o tema “La vida sigue igual”.


O cantor representou a Espanha em vários eventos internacionais, nomeadamente no Festival da Eurovisão de 1970 com o tema “Gwendolyne”, arrecadando um 4.º lugar.


Com uma carreira de mais de 40 anos, Iglesias já cantou em português, inglês e francês, além da sua língua materna, o espanhol.


Já fez duetos com vários nomes, como Diana Ross, Willie Nelson, Stevie Wonder ou Amália Rodrigues, e é embaixador itinerante da UNICEF desde 1989.


“De niña a mujer”, "Por el amor de una mujer", "Un canto a Galicia", "La Carretera", "Lo mejor de tu vida", "Voy a perder la cabeza por tu amor" e "Me va, me va", são algumas das canções de sucesso de Julio Iglesias.

 

 


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Publicado por Planeta Cultural às 20:46


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