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O Instituto Nacional de Propriedade Industrial do Brasil (INPI) vai impedir a Apple usar a marca iPhone no país, no âmbito da contenda pela propriedade do nome, mantida por uma empresa brasileira de electrónica, noticiou hoje O Globo.
De acordo com o jornal, o INPI vai publicar a "ordem de impedimento" no boletim oficial, que será distribuído na terça-feira, e no qual vai dar razão aos argumentos da IGB Electrónica, que solicitou o registo da marca iPhone em 2000, tendo-lhe sido concedido em 2008.
A IGB Electrónica, que fabrica telemóveis sob a marca Gradiente, entre outros dispositivos informáticos e electrónicos, pôs à venda o seu primeiro telemóvel com a marca "iphone" -- uma marca sempre em minúsculas -, no passado mês de Dezembro.
O "iphone" brasileiro, que tem dois modelos denominados "G Gradiente iphone Neo One", é um "smartphone" de gama média, que usa o sistema operativo Android, fabricado pela Google, rival da companhia actualmente dirigida por Tim Cook, que sucedeu ao histórico Steve Jobs.
A Apple solicitou o registo da marca iPhone no Brasil por quatro vezes - em 2006, 2007, 2010 e em 2011 - e, até agora, o INPI só aceitou o uso da designação em roupa, calçado, chapelaria e em manuais de instrução, segundo o diário brasileiro.
O organismo regulador do país tem pendentes, no entanto, 11 pedidos de registo da companhia norte-americana, assegurando que serão negados todos aqueles que digam respeito a "dispositivos electrónicos digitais móveis", como cita O Globo, assim como a aplicações que usem o nome iPhone.
De acordo com o diário brasileiro, o boletim do INPI de 14 de Fevereiro poderá vir a publicar autorizações favoráveis à Apple, mas em produtos de outra natureza, como embalagens e serviços de retalho.
A IGB Eletrónica começou a vender a linha de "smartphones" "Gradiente iphone", poucas semanas antes de a sua exclusividade sobre o nome caducar, de acordo com O Globo.
O jornal brasileiro contactou o fabricante norte-americano, mas a Apple preferiu não se pronunciar sobre o processo.
Nos Estados Unidos, a marca iPhone era originalmente detida pela Cisco, que processou a Apple quando o telefone foi lançado, em 2007, mas as duas companhias acabaram por chegar a acordo sobre a utilização da marca.
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A especulação em torno da Apple e de inovações em torno dos seus produtos continua. As últimas notícias apontam para que a emprea esteja a preparar-se para lançar um iPhone mais barato e um iPad com mais capacidade de armazenamento. Também o Facebook deverá lançar uma nova aplicação para o iPhone.
A Apple deverá lançar um iPhone mais barato, que consiste numa versão de plástico do iPhone 5, numa derradeira tentativa de penetrar no mercado chinês. O corpo do iPhone original, que é feito de alumínio, vai ser substituído por uma cobertura de plástico, de acordo com o site Business Insider.
O preço do iPhone continua muito elevado para os consumidores chineses, que ganham em média 3.000 dólares anuais, cerca de 2.230 euros.
Jeremy Horwitz, da iLounge, afirmou que “as vendas do iPhone 5 na China quase pararam como resultado do preço, que é mais elevado do que em Hong Kong. Um iPhone mais barato iria ajudar as vendas a crescer nos países em desenvolvimento”.
Também um novo iPad estará a caminho para meados de Março, com cerca de 128 gb de capacidade de armazenamento, o dobro do máximo que está disponível actualmente.
Estes desenvolvimentos surgem em resposta aos pedidos de inovação feitos por diversos investidores, que consideram que a empresa precisa de novos produtos para continuar a crescer.
Também o Facebook acabou de actualizar a sua aplicação iOS para que seja possível a gravação e partilha de vídeos, bem como mensagens de voz. O sistema de mensagens de voz permitirá que seja realizada uma gravação de 60 segundos, algo que anteriormente não fazia parte da aplicação oficial do Facebook.
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Os rumores da Apple continuam, na semana que arranca a maior feira de electrónica de consumo em Las Vegas. A fabricante da maçã estará a preparar uma versão “low cost” do seu iPhone ou já a preparar a sexta versão do dispositivo.
A Apple poderá estar a preparar uma nova versão do seu “smartphone”, iPhone 6. Segundo um programador citado pelo “Huffington Post”, a empresa está já a testar o “hardware” para o novo iPhone que suportará o sistema operativo iOS7.
Esta nova versão do iPhone poderá surgir até ao final do ano. Mas, os rumores não ficam por aqui.
Já alguma imprensa internacional afiança que o novo dispositivo da Apple será o iPhone mini, com um custo de 250 dólares. Ou seja, um dispositivo semelhante ao iPhone 5, mas mais pequenos e mais barato, à semalhança do iPad Mini.
Neste caso, o lançamento, segundo as mesmas fontes, poderá ocorrer apenas em 2014.
A Samsung poderá assegurar uma quota de mercado de 33%, em 2013, mais dois pontos do que o verificado no ano passado, já a Apple poderá ficar nos 21%, um ponto acima do ano passado. Assim, enquanto a Apple poderá ficar nos 180 milhões de iPhone vendidos, a Samsung chegará aos 290 milhões.
O iPhone 5 chegou às lojas em Setembro e o concorrente mais directo da Samsung é o Galaxy S III.
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A Apple tenciona alargar o seu portefólio de iPhones, disponibilizando o smartphone em mais cores e tamanhos, antecipa o analista Brian White, da Topeka Capital, citado pela Forbes.
E se a Apple alargasse o leque de cores e tamanhos de iPhones disponíveis ao público? O analista Brian White, da Topeka Capital, acredita que isto será uma realidade em breve.
Numa nota de análise citada pela Forbes, White indica que “há indícios que apontam para que haja mais opções de escolha a caminho com o próximo iPhone”, incluindo mais opções de cor e mais tamanhos de ecrãs.
“Ao oferecer aos clientes mais opções de escolha com a mesma performance de elevada qualidade do iPhone, acreditamos que a Apple tem o potencial para expandir ainda mais a sua quota de mercado que está em rápida expansão no mundo dos smartphones”, acrescenta o analista.
White acredita que o próximo iPhone, que deverá chamar-se iPhone 5S, deve ser lançado em Maio ou Junho e, no que diz respeito às cores, o analista antecipa que o iPhone deve seguir o caminho do iPod Touch, que está actualmente disponível em rosa, amarelo, branco e prateado, além de preto e antracite.
“As nossas análises também indicam que o próximo iPhone vai oferecer aos clientes mais opções em termos de tamanho do ecrã”, adianta.
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Preços variam entre 329 e os 659 dólares. Se a Apple fizer como habitualmente, vai custar precisamente o mesmo em euros.
Era um dado praticamente adquirido, mas faltava vê-lo: o iPad mini existe mesmo. O novo "tablet" da Apple foi apresentado esta terça-feira, é mais pequeno e mais fino que o iPad original, cabe numa mão e vai estar à venda já a 2 de Novembro. Portugal está entre os primeiros 34 países escolhidos.
A versão só com WiFi é a primeira a chegar ao mercado. A versão que inclui dados móveis é colocada à venda em meados do próximo mês.
O iPad mini tem um ecrã de 7,9 polegadas, uma resolução de 1024x769 píxeis, 7,2 milímetros de espessura e é 53% mais leve que o irmão maior. Os preços variam entre 329 dólares (versão de 16GB só com WiFi) e os 659 dólares (64GB com WiFi + dados móveis). Se a Apple fizer como habitualmente, vai custar precisamente o mesmo em euros.
Durante a apresentação do novo "tablet", a Apple comparou directamente o iPad mini com o Nexus 7 (o número equivale às polegadas do ecrã). O "tablet" da Google foi lançado recentemente, é mais pequeno que o iPad original e custa cerca de 200 dólares na versão mais cara. Com este comparativo, a Apple não esconde que os dispositivos com Android são o alvo (incluindo o Kindle Fire), apesar de a Microsoft estar a preparar o lançamento do seu próprio "tablet" - o Surface, que será maior que o Mini e que o Nexus 7.
Também esta terça-feira, a Apple apresentou novos modelos dos iMac, MacBook Pro, MacBook Air e Mac Mini.
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A Apple volta a estar no centro das atenções, agora por causa do iPad. Depois de ter lançado o iPhone 5 é a vez da versão mini do seu tablet PC que deverá chegar ao mercado a 17 de Outubro, segundo a Fortun.
A partir de 10 de Outubro, a Apple deverá começar a enviar os convites para a apresentação do novo iPad Mini, segundo um investidor da Apple citada pelo site da “Fortune”.
Como é habitual, a Apple não comenta estes rumores. Até ao lançamento do iPhone 5, o mercado internacional afiançava que a fabricante da maçã iria lançar o novo “smartphone” no mesmo dia que o iPad Mini.
De acordo com os rumores, a nova versão do iPad terá 7,85 polegadas, com características semelhantes às do iPad 2.
Quanto a preços, o iPad mini poderá custar cerca de 299 dólares. Com este novo dispositivo, a Apple passa a concorrer directamente com o Google e o seu Nexus
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Vinte e quatro horas foi tempo suficiente para acontecer bastante coisa com o iOS 6. Primeiro porque o sistema já foi hackeado, e agora surgiu a informação de que ele está disponível em 15% dos dispositivos da Apple que suportam a versão.
De acordo com a empresa de análise de dados Chikita, a possibilidade de se atualizar o iOS via Wi-Fi, sem precisar de um computador com iTunes, tem ajudado na rápida propagação.
O TechCrunch, que divulgou as informações, ressalta que a Apple está muito à frente do Google nesse sentido, já que a versão Jelly Bean do Android estava presente em apenas 1.5% dos aparelhos após dois meses do lançamento.
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A Apple desvendou, esta quarta-feira, o iPhone 5 numa apresentação em São Francisco. Fisicamente, as principais mudanças do novo telemóvel são o aumento do tamanho do ecrã, que agora tem quatro polegadas (cerca de 10 cm), e a alteração na ficha de ligação a aparelhos periféricos. Equipado com ligação 4G, o telefone chega a Portugal no dia 28 de setembro.
No campo estético, o telefone vai ter duas versões: a branca vai ter as costas do telemóvel em alumínio cinzento e a versão preta terá alumínio negro. Com 7,6 mm de espessura, a Apple reclama para o iPhone 5 o recorde de smartphone mais fino do mercado.
Dentro das caraterísticas técnicas, Phil Schiller, responsável pela apresentação em São Francisco, destacou a adoção da tecnologia LTE, conhecida também como Internet 4G. O telefone terá um processador duas vezes mais rápido que o atual iPhone 4S.
A Apple está trabalhando em um serviço de streaming de música pela internet semelhante a Pandora e Last.fm, que funcionam como rádios on-line personalizadas, segundo uma reportagem do "Wall Street Journal".
Citando uma fonte não identificada e com "conhecimento direto sobre o assunto", o jornal diz que a fabricante do iPhone está conversando com gravadoras para que possa licenciar o conteúdo a ser provido quando do lançamento.
O serviço estaria disponível em computadores e dispositivos móveis. Não há data de lançamento definida, mas o desenvolvimento poderia tomar "vários meses", segundo a publicação.
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A Apple não irá incluir a aplicação do Youtube, serviço de vídedos do concorrente Google, nas suas futuras versões do sistema operativo móvel iOS, com o qual funcionam os telefones iPhone e os 'tablets' iPad.
"A nossa licença para incluir a aplicação do Youtube no iOS terminou, os utilizadores podem usar Youtube no navegador Safari e a Google está a trabalhar numa nova aplicação que está disponível na App Store", anunciou esta terça-feira a Apple, citada pela EFE.
Até agora, as várias versões do sistema operativo móvel da Apple disponibilizavam uma aplicação básica do Youtube desenvolvida pela própria empresa, mas no futuro os utilizadores terão de optar por aceder ao serviço de vídeos através da Internet ou de uma aplicação concebida pela Google.
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