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Mudança da hora esta madrugada

Sábado, 25.03.17

Para quem andar distraído, convém lembrar que na próxima madrugada, ou seja, 26 de Março, domingo, a hora muda do regime de inverno para o de verão, sendo que em Portugal Continental e na Região Autónoma da Madeira, os relógios são adiantados 60 minutos à 01:00 da manhã, passando para as 02:00, Tempo Universal. Por sua v ez, na Região Autónoma dos Açores, esta mudança é feita à meia-noite do dia 26, passando a ser 01:00 da manhã.

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Publicado por Planeta Cultural às 10:19

Como parar um asteróide em rota de colisão com a Terra?

Sexta-feira, 16.12.16

Cientistas reunidos em uma conferência em San Francisco fizeram um alerta: o mundo não está preparado para lidar com a possível colisão de um asteroide contra o planeta no futuro - a não ser que sejam tomadas algumas medidas.

 

A boa notícia é que com a tecnologia atual, em teoria, seria possível evitar uma catástrofe como essas – diferente do que acontece com outras catástrofes, como terremotos e furacões.

 

Acredita-se que o impacto de um asteroide na Terra tenha causado a extinção dos dinossauros há milhares de anos. A comunidade científica vê os ateroides como ameaça para a humanidade, por isso há um grande esforço para monitorar a trajetória do maior número possível dessas grandes rochas espaciais.

 

Mas qual ação poderia ser tomada no caso de um desses asteroides entrar em rota de colisão com nosso planeta?

 

Segundo a cientista Cathy Plesco, do Laboratório Nacional Los Alamos, há duas respostas que poderiam ser colocadas em prática.

 

Uma delas é usar um tipo de bomba nuclear.

 

“O artefato explosivo nuclear seria lançado em um foguete no espaço profundo onde estaria o objeto. Em seguida, o artefato nuclear seria detonado ou na superfície do asteroide, ou logo abaixo da superfície, vaporizando parte dele e assim mudando a órbita do objeto de forma que ele não acerte a Terra”, disse ela.

 

A outra opção é usar um conceito de aparelho que a Nasa chama de “Kinetic Impactor” (algo como causador de impacto cinético). Na prática, trata-se de enviar uma ou mais espaçonaves de grandes proporções que se chocariam com o asteroide em alta velocidade.

 

“É basicamente uma bala de canhão gigante lançada em uma nave que colide com o objeto e faz com que o asteroide ou cometa perca massa e mude sua órbita o suficiente para não atingir a Terra”, disse ela.

 

Entretanto, de acordo com a Nasa, uma espaçonave dessas levaria 20 anos para ser construída.

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 12:10

Como tubarões estão ajudando as Filipinas a se recuperar de um tufão

Sexta-feira, 16.12.16

Com quase 600 quilômetros de extensão, a massa entrou pelo leste, destruindo as pitorescas ilhas do arquipélago antes de chegar ao Vietnã e o Laos.

 

Os ventos de mais de 300 km/h derrubaram árvores, ruíram construções e varreram carros para longe. Em 48 horas, mais de um milhão de casas foram destruídas e mais de 6 mil pessoas morreram.

 

Leia mais aqui

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Publicado por Planeta Cultural às 12:08

Girafas estão a caminhar para a extinção

Quinta-feira, 08.12.16

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A população de girafas caiu perto de 40% em trinta anos e esta passou a ser uma espécie "vulnerável" na classificação da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês), anunciou a organização na quarta-feira.

 

Houve uma "diminuição dramática" na população mundial de girafas, entre 36 e 40 por cento, entre 1985 e 2015, segundo um relatório da IUCN publicado na quarta-feira, no âmbito da Conferência das Partes do Convénio Sobre Diversidade Biológica (COP13), que decorre no México.

 

Em 2015 havia 97.562 girafas no mundo, segundo o mesmo documento.

 

As girafas vivem na África meridional e oriental e há também populações isoladas mais pequenas na África ocidental e central.

 

Entre as causas para a diminuição do número de animais está, segundo a IUCN, o aumento da presença humana nos seus habitats, a caça ilegal, a expansão da agricultura e da atividade mineira, entre outras.

 

Julian Fennessy, da IUCN, disse que as girafas são presenças habituais em safáris, meios de comunicação social ou jardins zoológicos e, por isso, não há consciência da sua "extinção silenciosa".

 

A IUCN foi fundada em 1948 e integra 1.300 organizações e cerca de 16 mil peritos.

 

O relatório de quarta-feira destaca ainda os perigos que enfrentam as aves devido à agricultura não sustentável, ao corte de árvores, a espécies invasoras ou ao comércio ilegal.

 

Segundo a IUCN, há "muitas espécies" de aves a caminhar para a extinção, incluindo algumas das mais populares no mundo. É o caso do papagaio Psittacus erithacus, conhecido por reproduzir palavras e que em certas zonas de África perdeu 99% da população.

 

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Publicado por Planeta Cultural às 21:25

Marcha Animal volta hoje às ruas para exigir "mais proteção" para os animais

Sábado, 09.04.16

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A Marcha Animal regressa hoje às ruas de Lisboa para exigir "mais proteção para os animais" e reclamar que "tortura não é cultura", numa referência à tauromaquia que os promotores pretendem que não receba financiamento do Estado.

 

"Tal como fazemos anualmente, em abril vamos levar a cabo uma marcha que pede mais proteção para os animais, e que este ano tem um ângulo muito especial", já que o mote é "tortura não é cultura", disse à Lusa a presidente da associação Animal, que promove o evento.

 

Isto acontece numa altura em que duas petições da Animal deram entrada no parlamento e que estão prestes a ser discutidas: uma pede para que Portugal siga a recomendação da ONU e que afaste os menores da tauromaquia e a outra para os dinheiros públicos não patrocinarem esta atividade.

 

"Se as pessoas quiserem ir à tourada, que infelizmente é uma atividade legal, podem ir, mas que paguem", acrescentou Rita Silva.

 

Para esta marcha deverão vir "muitas associações" de defesa do bem-estar animal, incluindo internacionais.

 

Sobre a lei que criminaliza os maus tratos contra os animais, a presidente da Animal considera que esta "tem dado alguns frutos", embora registe vários aspetos que merecem ser melhorados.

 

"O que queremos é mais e melhor aplicação da lei. Há muitas coisas a corrigir. Estamos satisfeitos pela lei existir, mas não chega", disse.

 

Segundo Rita Silva, a Animal recebe todos os meses cerca de 300 denúncias de maus tratos contra animais. "E não somos a autoridade", disse.

 

De acordo com esta dirigente associativa, "as pessoas continuam a queixar-se de que as autoridades continuam a responder mal e a demorar muito tempo a agir".

 

A maior parte das denúncias relaciona-se com "negligência e omissão de cuidados" e refere-se a animais que vivem nas varandas, muitas vezes sem passear, sem contacto com os humanos, a viverem nos próprios excrementos e sem qualquer abrigo dos fatores climatéricos.

 

"Ainda recentemente, por altura da Páscoa, fomos contactados por pessoas que denunciaram situações de animais que ficaram vários dias nas varandas, enquanto os donos viajavam".

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 11:21

Tigres estão “funcionalmente extintos” no Cambodja

Quarta-feira, 06.04.16

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Os tigres estão “funcionalmente extintos” no Cambodja, anunciaram hoje, pela primeira vez, conservacionistas daquele país. O anúncio foi feito durante a apresentação de um plano para reintroduzir os animais nas florestas do país.

 

As florestas secas do Cambodja foram, durante séculos, casa privilegiada dos tigres-da-Indochina, mas a WWF explicou hoje que a caça ilegal dos animais mas também das suas presas acabou por devastar o número de tigres do local.

 

Segundo o Guardian, que citou a WWF, o último tigre foi visto numa câmara-armadilha na província de Mondulkirim em 2007. “Hoje já não há qualquer população reprodutora de tigres no Cambodja, por isso eles são considerados funcionalmente extintos”, explicou o grupo conservacionista.

 

Em Março, o Governo do Cambodja aprovou um plano para reintroduzir os animais nas florestas protegidas de Mondulkiri, uma tentativa de revitalizar a sua população. Segundo as autoridades, os tigres serão colocados no seu habitat original e protegidos contra os caçadores ilegais.

 

“Queremos dois tigres machos e cinco a seis fêmeas, de início”, explicou Keo Omaliss, director do departamento de vida selvagem e biodiversidade da Forestry Administration. “É uma tarefa gigante”. O projecto vai custar €17 milhões a €43 milhões.

 

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 13:17

Câmaras captam imagens de uma ave rara no Canadá

Quarta-feira, 17.02.16

Um "gyrfalcon" branco, a maior espécie de falcão do mundo, foi filmado por uma câmara no topo de uma torre de observação no centro de estudos de Churchill Northern, no Canadá.

 

Jason Damata, do site Explore.org, explica que "o gyrfalcon branco é uma ave rara que habita nas regiões árticas e subárticas do hemisfério norte. Alimenta-se de aves de grande porte, perseguindo-as em pleno voo". O responsável acrescentou ainda que a espécie vive na região durante o inverno, mas é muito raro ser observada por humanos.

 

Veja o vídeo.

 

 

 Se desejar visitar a fonte da informação, clique aqui

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Publicado por Planeta Cultural às 19:44

Mau tempo: Sete distritos do país vão estar sob ‘Aviso Vermelho’.

Domingo, 14.02.16

O mau tempo vai continuar hoje a afetar grande parte de Portugal, depois de no sábado ter provocado cheias, inundações, deslizamento de terras e cortes em estradas e linhas ferroviárias, bem como o desaparecimento de um ciclista.

 

As previsões para hoje apontam para um agravamento das condições meteorológicas, em especial nas regiões a norte do rio Tejo e, em particular, no Minho e Douro Litoral, com chuva persistente, por vezes forte, que pode ser acompanhada de trovoada e de granizo.

 

A agitação marítima na costa ocidental irá aumentar, com as ondas a poderem atingir cinco a sete metros a partir da madrugada de hoje, sendo que a norte do Cabo Raso poderão chegar a sete ou a oito metros.

 

Segundo as previsões, a norte do Cabo Raso, as ondas poderão atingir o máximo de 14 metros.

 

Devido ao estado do mar, o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) colocou sob 'Aviso Vermelho' os distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto, Aveiro, Coimbra, Leiria e Lisboa.

 

O 'Aviso Vermelho' é o mais grave da escala de avisos do IPMA e refere-se a uma "situação meteorológica de risco extremo".

 

O IPMA também prevê vento forte com rajadas até 100 quilómetros por hora no litoral e até 120 quilómetros por hora nas terras altas, com possibilidade de situações mais extremas de vento, e queda de neve nas regiões do Norte e Centro até à cota de 600 metros, bem como uma descida de temperatura.

 

No sábado, a Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC) registou centenas de ocorrências, a maioria inundações e deslizamentos de terras, e um ciclista foi arrastado pelas águas do rio Vouga em Albergaria-a-Velha, no distrito de Aveiro, um dos mais afetados pelo mau tempo, tal como Porto e Coimbra.

 

Além de inundações e deslizamentos de terras, o mau tempo também obrigou ao corte de estradas, ao encerramento de barras marítimas e à suspensão da circulação de comboios, tendo a CP interrompido a venda de bilhetes nas linhas ferroviárias do Norte e da Beira Alta.

 

 

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 12:06

Cães com quartos de luxo e com ligação à internet num hospital na Maia

Sábado, 14.11.15

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Água, Terra, Fogo, Ar e Arrábida são os quartos de luxo para "Very Important Dogs", ou cães muito importantes de um hospital veterinário, na Maia, que permite aos donos acompanharem os seus animais através de uma aplicação na internet.

 

Os quartos, com nove metros quadrados e outro tanto de jardim privativo, estão decorados consoante os seus nomes e têm ainda um sofá-cama, música ambiente para relaxar e uma câmara de vídeo, cujas gravações são disponibilizadas, em tempo real, por rede em qualquer aparelho, através de uma senha de acesso.

 

Foi esta a forma encontrada de oferecer o "conforto de um lar" aos animais que não estão habituados a estar num canil normal, explicou à Lusa Sara Curvelo, a diretora clínica hospital que abriu portas em junho deste ano e cuja inauguração oficial está marcada para hoje.

 

"A porta do quarto, sempre que o tempo permite, está aberta e os cães entram e saem quando querem", explicou a veterinária segundo a qual este "hotel de cinco estrelas" tem sido procurado por "uma panóplia muito vasta" de clientes.

Seja um animal de estimação grande ou pequeno, o que importa é que o dono "queira tratar bem o seu bicho, seja gato ou seja cão".

 

E se o quarto em regime VID (Very Important Dog) ou os jardins, privativos e não só, não forem suficientes para gastar toda a energia, estes hóspedes podem sempre esticar as quatro patas na piscina aquecida de 40 metros quadrados que, para além de destinada à reabilitação de animais, está também aberta ao lazer.

 

"Não é só para animais com problemas, é também um sítio para eles gastarem energia e para melhorarmos a qualidade de vida, que é esse o nosso objetivo", adiantou a responsável que quase diariamente se atira para a água, até para ajudar alguns cães a queimar calorias.

 

E porque cães e gatos nem sempre andam bem juntos, o hospital veterinário Mais Animais tem também salas independentes e consultórios exclusivos.

 

Aos animais podem ainda ser prestados outros serviços como inseminação artificial, acompanhamento ecográfico de gestação, imagiologia e cirurgia com recurso a laser, que, segundo Sara Curvelo, permite "menos dor na recuperação, hemorragia zero e toda uma série de facilidades na recuperação."

 

 

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 14:15

O peixe com fama de ter matado um rei - e o que ele pode ensinar à medicina

Sexta-feira, 13.11.15

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Em 1135, a Inglaterra mergulhou em uma guerra civil por causa da morte repentina do rei Henrique 1º, em meio a complicadas negociações para sua sucessão.


Reza a lenda que o conflito foi deflagrado por um peixe: em vez de morrer em batalha ou de causas naturais, Henrique 1º foi vítima de seu apreço por lampreias.


Tal história tem origem duvidosa, diz o historiador Giles Gasper, da Universidade de Durham. Ainda assim, muitas crianças britânicas ao longo dos séculos aprenderam o peixe que teria matado um rei.


Mas as lampreias continuaram sendo parte do banquete real por muitas eras.


Os cientistas também adoram esses peixes. Só que por outras razões.


Ecologistas sabem que as lampreias são responsáveis pela manutenção da saúde dos rios. Médicos estudam-nas para entender sua capacidade incrível de regeneração mesmo depois de danos severos - um fator de cura que pode oferecer uma forma de regenerar lesões na coluna de humanos.

 

Origens humanas


Biólogos, por sua vez, descobriram que lampreias tiveram um papel crucial na história da vida. Estão entre os primeiros animais a evoluir. Estes peixes, então, carregam importantíssimas pistas sobre as origens humanas.


Lampreias se parecem com enguias. Têm um corpo longo e flexível, com olhos, boca e guelras de um lado, e uma barbatana do outro.


Mas é o que as lampreias não têm que as torna especiais.

 

Assim como alguns peixes primitivos, elas não têm ossos. Seus esqueletos são todos feitos de cartilagem. As lampreias também não contam com algumas das mais importantes barbatanas comuns a alguns peixes, como as duas barbatanas peitorais e as duas pélvicas, que em nossos ancestrais evoluíram para pernas.

 

Mais notavelmente, as lampreias não têm mandíbulas. Suas bocas são uma espécie anel permanentemente aberto, repleto de dentes afiados - que as lampreias usam para morder outros peixes e sugar seu sangue.

 

Ancestrais

 

“As fotos usuais das lampreias mostram o disco com os dentes e algumas pessoas parecem ter fascínio com esse lado parasita delas”, diz John Hume, da Universidade de Michigan.

 

A falta de mandíbulas pode ser peculiar hoje, mas há centenas de milhões de anos era norma no mundo animal. As lampreias e o peixe-bruxa são as únicas espécies que ainda sobrevivem. Segundo paleontologistas, fósseis datando de mais de 360 milhões de anos atrás sugerem que pouco mudou nelas.

 

Isso não quer dizer que nossos ancestrais eram lampreias. É mais ou menos como os chimpanzés. Os dois animais explicam bastante sobre nossos ancestrais, mas nenhum deles está diretamente na linha evolucionária direta humana.

 

Porém, o ancestral direto humano provavelmente tinha similaridades com uma lampreia. Em sua evolução, criou mandíbulas, pernas e, de forma mais importante, nosso sistema imunológico adaptativo, que nos permite “memorizar” patógenos que nos fizeram mal de forma que possamos lutar contra eles de modo mais eficiente no próximo round.
Mas voltando à esfera gourmet: por que as lampreias eram tão apreciadas na antiguidade, ao ponto de estimular a gula de Henrique 1º? Uma das teses, segundo o professor Hume, é o fato de o peixe ser calórico e carnudo.


Essas características específicas eram bastante úteis em uma era em que a força da religião frequentemente impunha jejuns que restringiam o consumo de carnes que não fossem de peixes. “Dias de jejum eram quase um terço do ano”, afirma Gasper.


Mesmo nos dias de hoje, a lampreia ainda tem ligações reais. A atual soberana britânica, Elizabeth 2ª, recebeu tortas de lampreia de presente por ocasião do 25º e 50º aniversários de reinado.


Regeneração


Sim, as lampreias desapareceram dos rios britânicos, em um processo que especialistas como Hume afirmam ter começado já na Revolução Industrial, no século 18. E não por causas óbvias como a poluição, mas pelo represamento de águas, que dificultou a migração dos peixes para desovar. Em setembro deste ano, porém, autoridades ambientais britânicas anunciaram a descoberta de cardumes de lampreias nas águas do país.

 

“Esses peixes são extremamente úteis para o ecossistema. Eles transportam nutrientes de lagos para rios e suas larvas filtram a água”, explica Hume.

 

Há ainda sua contribuição para a medicina: proteínas na saliva dos peixes agem como anticoagulantes e dilatam vasos sanguíneos, o que os ajuda a “vampirizar” outras criaturas marinhas.

 

Elas também têm alta tolerância a ferro, o que pode ser útil para pesquisadores estudando curas para a hemocromatose, uma condição que afeta pessoas incapazes de controlar a quantidade de ferro que absorvem de alimentos e que podem resultar em uma série de males, incluindo cirrose e disfunção erétil.

 

Por fim, há a incrível capacidade de regeneração destes peixes, que podem praticamente se recuperar totalmente de lesões totais em sua medula. Algo com que humanos podem atualmente podem apenas sonhar.

 

E um mapeamento genético de lampreias feito em 2013 revelou similaridades surpreendentes entre os genes delas e os nossos. “Muitas famílias de genes estão presentes tanto em lampreias como em humanos", diz Ona Bloom, do Instituto Feinstein de Pesquisas Médicas, nos EUA.

 

 

 

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Publicado por Planeta Cultural às 18:46




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