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Acima de tudo, cultura geral
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Ups correu mal ;)
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Os efectivos do Serviço de Migração e Estrangeira na Lunda Sul debatem hoje, terça-feira, em Saurimo, na sala de reuniões da direcção provincial do Ministério do Interior, o Tráfico de Seres Humanos nos Postos de Fronteira, enquadrada nas actividades do 37º aniversário do SME.
De acordo com o director provincial do Serviço de Migração e Estrangeiros (SME), Henrique Buela, a palestra visa esclarecer os membros do órgão sobre o funcionamento do tráfico de seres humanos e o processo de controlo de movimentos nas fronteiras na entrada de cidadãos estrangeiros em território angolano.
Henrique Buela sublinhou que é necessário que os membros do órgão que dirige actualizem seus conhecimentos para que possam estar bem dotados e preparados para acudirem o fenómeno migratório de cidadãos estrangeiros no posto de fronteira que liga o país e a República Democrática do Congo.
Segundo o responsável, os cidadãos que perturbam as fronteiras da região são na sua maioria congoleses e malianos, a fim de fazer os comércios ambulantes, apontando a fronteira do Chiluange como a mais movimentada durante o primeiro trimestre, onde foram apreendidos 35 cidadãos estrangeiros durante o mesmo período.
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As trocas comerciais entre as China e os Países de Língua Portuguesa diminuíram 0,88% em Janeiro e Fevereiro face ao período homólogo de 2012, fixando-se em 17,34 mil milhões de dólares (13,26 mil milhões de euros), foi hoje divulgado.
Com Angola, as trocas comerciais subiram 10,14% para um total de 5,7 mil milhões de dólares (4,38 mil milhões de euros), com as exportações chinesas a crescerem 62,36% para 633,4 milhões de dólares (484,3 milhões de euros) e as importações da China a subirem 5,90% para 5,09 mil milhões de dólares (4,07 mil milhões de euros).
Dados da alfândega chinesa divulgados pelo gabinete de apoio ao Fórum Macau referem que nos primeiros dois meses de 2013 a China vendeu aos países de expressão portuguesa produtos no valor de 6,34 mil milhões de dólares (4,85 mil milhões de euros), mais 23,04%, contra compras de Pequim de 10,99 mil milhões de dólares (8,4 mil milhões de euros), menos 10,87%.
Com o Brasil, o principal parceiro lusófono da China, as trocas comerciais registaram uma quebra de 6,39%, apesar de representarem a quase totalidade do comércio com 10,8 mil milhões de dólares (8,26 mil milhões de euros).
As vendas de Pequim a Brasília totalizaram 5,17 mil milhões de dólares (3,95 mil milhões de euros) - mais 20,24% - e as compras 5,6 mil milhões de dólares (4,3 mil milhões de euros), ou menos 22,22%.
Já com Portugal, o terceiro mais importante país lusófono em termos comerciais, as trocas foram contabilizadas em 551,4 milhões de dólares (421,8 milhões de euros), uma descida de 2,72 % em que as exportações chinesas subiram 6,32% e as exportações portuguesas desceram 16,84%.
Apesar de a balança comercial com a China ser ainda desfavorável a Lisboa, Pequim vendeu produtos de 367,4 milhões de dólares (281 milhões de euros), enquanto Portugal exportou para a segunda maior economia mundial produtos no valor de 184 milhões de dólares (140,7 milhões de euros).
As contas entre a China e os países de língua portuguesa incluem também São Tomé e Príncipe, apesar daquele país africano não integrar o Fórum Macau, dado ter relações diplomáticas com Taiwan em detrimento de Pequim.
O Fórum Macau foi formalmente criado em 2003 para potenciar as relações económicas, comerciais, culturas e de cooperação multidisciplinar entre a China e os países de língua portuguesa, num trabalho feito a partir de Macau, cidade onde o português é também, a par do chinês, língua oficial e que tem relações seculares com a lusofonia.
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O Sapo Cabo Verde, criado há cinco anos, lançou, na quinta-feira à noite, o canal temático "Múzika", iniciativa que, disse à agência Lusa Inês Condeço, responsável da Sapo Internacional, pretende tornar-se um "ponto de encontro" da música e cultura cabo-verdianas.
"É um sítio dedicado à cultura e à música cabo-verdianas, que pretende ser um ponto de encontro desta comunidade e terá novidades, reportagens e entrevistas, numa lógica de multimédia, com fotos e vídeos", realçou Inês Condeço, lembrando a interactividade subjacente ao novo projecto.
O "Múzika", explicou, é partilhável nas redes sociais, onde se torna possível comentar, permitindo eliminar os "gaps" entre os utilizadores e os músicos e criar a proximidade através dos fóruns de discussão, alargada às versões multiplataformas.
Inês Condeço salientou que a música tem sido uma presença "constante" no Sapo Cabo Verde, indicando que, com o novo canal, que tem como lema "Nôs Cultura, Nôs Morabeza", passa a existir um sítio que agrega todas as informações e conteúdos.
"A música sempre esteve presente. Lançamos o «SapoFest», temos feito todos os festivais de Cabo Verde, em termos de cobertura, temos os especiais CVMA (Cabo Verde Music Awards) e Kriol Jazz Festival, também dentro do «Notícias», e fizemos homenagens a Cesária Évora e Bana", argumentou.
"A nossa relação com os músicos também é muito boa e, no fundo, é potenciar a relação e proximidade existente e dar visibilidade pelo mundo inteiro a tudo o que fazem", explicou à Lusa a responsável do Sapo Internacional.
A rede Sapo instalou-se em Cabo Verde há cinco anos e, desde então, além do canal "Notícias", foi criando sucessivamente outros mais temáticos - "Mulheres", "Sabores", "Desporto", "Viajar", "Jogos", "Fama", "TV e Cinema", "Astrologia", "Palco Principal", "Rádios Online", "Sites" e "Kids".
Para este ano, está previsto o lançamento de mais canais temáticos - "Estudante" (em maio), "Saúde" (em Junho) e "Novelas" (em Julho).
Pelo meio, haverá a remodelação do "Turismo" e, além de uma nova "homepage", está em estudo o lançamento do canal "Mobile", destinado a telemóveis.
"A rede Sapo hoje já vale 12 milhões de visualizações por mês, o que é fabuloso. A rede inclui tudo, a "homepage", os parceiros e serviços, como o mail, etc", afirmou.
Em Cabo Verde, segundo Inês Condeço, a "homepage" do Sapo conta com dois milhões de visualizações por mês, o quádruplo do total da população total do arquipélago (cerca de 500 mil habitantes).
"São cerca de 500 mil visitantes únicos a entrarem, da comunidade interna e da diáspora. Há 100 por cento de penetração nesta comunidade de utilização da Internet que vai ao Sapo, que é, de facto, a porta de entrada e um sucesso de audiências", frisou.
Presentes no lançamento, que decorreu num restaurante da Cidade da Praia, estiveram dezenas de músicos, grupos, promotores, agentes e produtoras, que aderiram de imediato ao projecto.
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O antigo chefe da Marinha da Guiné-Bissau, José Américo Bubo Na Tchuto, acusado de tráfico de droga nos Estados Unidos, arrisca prisão perpétua, disse um porta-voz do Tribunal de Nova Iorque à agência Lusa.
Na Tchuto e outros quatro guineenses - Manuel Mamadi Mane, Saliu Sisse, Papis Djeme e Tchamy Yala - foram detidos na semana passada em águas internacionais perto de Cabo Verde por uma equipa da agência de combate ao tráfico de droga norte-americana.
Com a leitura das acusações a Mane e Sisse na terça-feira, todos os homens ficaram a conhecer os crimes pelos quais serão julgados.
Mane e Sisse, a par de dois cidadãos colombianos, são acusados de conspiração para participar em narco-terrorismo, para importar drogas para os Estados Unidos e para prestar ajuda às Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), nomeadamente através da venda de armas.
Na Tchuto, Djeme e Yala vão responder apenas pela acusação de conspiração para importar drogas para os EUA.
Os cinco homens arriscam penas de prisão que se podem estender até a prisão perpétua.
A acusação está a ser conduzida pelos mesmos procuradores, Aimee Hector e Glen Kopp, mas os cinco guineenses terão dois julgamentos: o julgamento de Mane e Sisse terá início a 30 de Agosto e será presidido pelo juiz Jed Rakoff; o caso de Na Tchuto, Djeme e Yala será liderado pelo juiz Richard Berman e ainda não tem data marcada.
A próxima audiência de Na Tchuto acontece no dia 15 de Abril.
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O Presidente moçambicano exigiu hoje à Renamo que «pare com atos de intimidação» e que «conviva normalmente na sociedade», numa reação à recente onda de violência que assola o centro do país, atribuída ao maior partido da oposição.
«Esperamos uma retribuição por parte da Renamo, isto é, que a Renamo pare com a linguagem belicista, que pare com atos de intimidação e que passe a conviver normalmente na sociedade moçambicana, obedecendo às normas que ela própria aprovou», disse Armando Guebuza, falando hoje, em Maputo, por ocasião das cerimónias do Dia da Mulher Moçambicana.
O Presidente de Moçambique defendeu que o seu governo tem feito a sua parte no diálogo com o principal partido da oposição.
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Perante mais de cem convidados, Sanele Masilela trocou os carros de brincar por uma aliança de ouro, que colocou no dedo daquela que agora é a sua esposa, Helen Shabangu, de 61 anos, casada e mãe de cinco filhos. A cerimónia ocorreu em Tshwane, na África do Sul.
O casamento entre o casal com mais de 50 anos de diferença está a chocar o Mundo, mas a família do pequeno Sanele justifica o matrimónio com ‘ordens divinas’ do seu falecido bisavô, escreve o The Sun. Os noivos não vão morar juntos nem assinaram uma certidão de casamento, mas quiseram oficializar o matrimónio com uma cerimónia.
"A família levou o desejo de casamento muito a sério. Pagaram à noiva em Março do ano passado e gastaram muito dinheiro com a cerimónia porque acreditam que era o que os antepassados queriam", diz Patience Masilela, tio da criança, que refere que o seu bisavô que nunca casou.
A noiva, que recebeu 581 euros da família da criança, quis também honrar o matrimónio por se tratar de "um ritual". O marido e os cinco filhos de Helen estiveram presentes na cerimónia.
O menor não se mostrou incomodado com o casamento precoce e até beijou a noiva na boca. Em declarações ao The Sun, Sanele Masilela afirma que disse à mãe que "este casamento era algo que queria muito fazer", no entanto, espera um dia dizer o verdadeiro "sim", mas com "uma senhora da [sua] idade".
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Uma menina de 12 anos foi violada por oito rapazes na vila de Quinhamel, nordeste da Guiné-Bissau, num ensaio do Carnaval, disse a polícia local.
Segundo a fonte, os rapazes com idades compreendidas entre os 16 e os 23 anos, participavam no mesmo grupo dos ensaios do Carnaval com a menor e, na noite de quinta-feira, violaram a rapariga ao ponto de a vítima ter de ser assistida no hospital.
Sete rapazes suspeitos de terem participado no ato foram já detidos e encaminhados para o comissariado geral da Polícia de Ordem Pública em Bissau, aguardando o encaminhamento do processo para a vara crime do Tribunal Regional de Bissau.
O oitavo elemento do grupo encontra-se ainda em fuga, mas está a ser perseguido pela polícia, adiantou a fonte policial de Quinhamel.
De acordo com o administrador do setor (máxima autoridade do Governo local), Vladimir Sanó, o caso da violação da menor "deve ser levado até às últimas consequências" para que os autores sejam punidos pela lei.
O responsável frisou que este tipo de práticas era recorrente na zona, mas nos últimos tempos tem sido combatido pelo novo delegado do Ministério Publico "que não dá tréguas aos prevaricadores".
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Isabel dos Santos tornou-se na primeira bilionária africana, de acordo com a revista norte-americana Forbes
As acções de empresas cotadas em Portugal, caso do BPI e da ZON, juntamente com activos em Angola, "elevaram o valor líquido [da fortuna de Isbael dos Santos] acima da fasquia de mil milhões de dólares, fazendo da empresária de 40 anos a primeira mulher bilionária africana", segundo a pesquisa da Forbes.
Formada em engenharia no King´s College de Londres, Isabel dos Santos abriu o seu primeiro negócio em 1997 - um restaurante chamado Miami Beach, em Luanda.
A Forbes avalia a participação de 28,8% na ZON em 385 milhões de dólares, os 19,5% do BPI em 465 milhões de dólares e a participação no BIC, de Angola, em 160 milhões de dólares.
Fontes consultadas pela Forbes referem que tem ainda 25% da operadora de telemóveis Unitel, participação que isoladamente vale "no mínimo mil milhões de dólares", de acordo com analistas de telecomunicações.
Peter Lewis, professor da universidade norte-americana Johns Hopkins, afirmou à revista que o círculo presidencial e do MPLA "têm muitos interesses empresariais" e que as origens destes é "muito opaca", havendo "completa falta de transparência" no país.
Uma porta-voz da empresária escusou-se a prestar esclarecimentos sobre as alegadas participações detidas, mas considerou as afirmações de Lewis "especulativas, irrazoáveis e sem valor académico".
Os investimentos de Isabel dos Santos, adiantou, têm sido feitos com máxima transparência, em empresas publicamente cotadas, com base na legislação europeia.
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A empresária angola tornou-se na primeira mulher africana a constar do ranking elaborado pela revista “Forbes”.
“Nos últimos anos, Isabel dos Santos, filha mais velha do presidente angolano José Eduardo dos Santos, tem vindo a comprar mais acções de empresas em Portugal (…). Essa posição accionista, de par com activos que Isabel dos Santos detém em pelo menos um banco em Angola (BIC), colocaram o seu património líquido acima da fasquia dos mil milhões de dólares, o que a torna na primeira mulher africana a ser considerada multimilionária”, sublinha a “Forbes”.
Isabel dos Santos, que tem 40 anos, abriu o seu primeiro negócio em 1997 [então com 24 anos] em Luanda – um restaurante chamado “Miami Beach”. Desde então, prossegue a revista, tem vindo a percorrer um longo caminho. Pertence ao conselho de administração de várias empresas em Angola e Portugal e tem sido de grande importância na tomada de decisões empresariais, refere ainda a publicação norte-americana.
Em Portugal, a empresária está presente no capital da Zon Multimédia, Galp e BPI. Em Angola, além do banco BIC, onde detém 25%, várias fontes disseram à “Forbes” que a filha do presidente tem também 25% da Unitel – uma das duas operadoras móveis do país.
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