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Era uma vez... uma Angola que convidava artistas de renome, vozes inconfundíveis, sinfonias melódicas e nos brindava com o casamento entre a música clássica e o semba, a morna, o funaná e a coladeira.
Foi assim na noite passada. Não foi uma história de encantar, mas uma realidade encantadora, que a todos fez viajar pelos acordes da guitarra de Tito de Paris, acompanhada por violinos, violoncelos, clarinetes, piano e muita percussão.
Mas Tito não nos presenteou apenas com a surpresa de unir o clássico ao tradicional. Trouxe consigo as vozes de Leonel Almeida, Sandra Horta, Ritinha Lobo e Diva, todos cabo-verdianos e convidou os angolanos Patrícia Faria, Paulo Flores e Matias Damásio, para participações que deixaram a plateia em êxtase.
De Lisboa veio também a Orquestra Olissipus, que acompanha Tito nos últimos anos, composta por 36 elementos e dirigida por um maestro de craveira internacional, o russo Yan Mikirtumov.
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